Confira nomes e sobrenomes mais comuns no país, segundo o IBGE

Foto: Paulo Pinto Fonte: Agência BRasil O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas. Nas cidades cearenses de Morrinhos e Bela Cruz, as Marias somam 22% da população. Já os Silvas são 34 milhões de brasileiros ou 16% da população. Em seis cidades de Pernambuco e Alagoas, os Silva são mais de 60% da população. As revelações fazem parte do site Nomes do Brasil, divulgado nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp A ferramenta interativa permite consultar a ocorrência, período de nascimento, concentração geográfica e idade mediana de pessoas com determinados nomes e sobrenomes. O levantamento retrata a população brasileira em 1º de agosto de 2022, data base do Censo 2022. >> Confira aqui curiosidades sobre seu nome e sobrenome. O período de ocorrência do nome permite identificar, por exemplo, que o pico de nascimento de Marias foi de 1960 a 1969, com 2,5 milhões. Já entre 2020 e 2022, a quantidade ficou em 517 mil. Já nomes como Gael, Ravi e Valentina tiveram crescimento vertiginoso a partir de 2010. Se na primeira década do século 21 nasceram 763 pessoas chamadas Gael, entre 2020 e 2022 foram 96,5 mil. Ao todo, o IBGE identificou mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes. Não há diferenciação entre sinais gráficos, ou seja, não há diferenciação entre Tamara e Tâmara. Já casos como Ana e Anna, Luís e Luiz, os nomes são contabilizados separadamente. Confira os nomes e sobrenomes mais populares no país: Mulheres Homens Sobrenomes
Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias. A proposta, aprovada de maneira simbólica com o voto contrário do Novo, aumenta a licença de forma escalonada de 10 dias do primeiro ao segundo ano de vigência da lei até 20 dias a partir do quarto ano. A licença ainda poderá ser dividida em dois períodos a partir da requisição do empregado. O texto agora retorna para análise no Senado. Inicialmente, o projeto previa que a licença seria de 10 dias no 1º ano de aplicação da lei, de 15 dias no segundo ano, com acréscimo de 5 dias/ano até 30 dias no 5º ano, mantido daí em diante. Porém, o relator, deputado Pedro Campos (PSB-PE), teve que fazer ajustes no texto para conseguir a aprovação. Além disso, o projeto determina que a licença de 120 dias será concedida apenas em caso de falecimento materno. Com as alterações, o prazo máximo estabelecido para a licença-paternidade será de 10 dias, do primeiro ao segundo ano; 15 dias, do segundo ao terceiro ano; e 20 dias, a partir do quarto ano. Além disso, a proposta determina que a licença de 20 dias só será concedida se o governo conseguir cumprir as metas fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) referente ao segundo ano de aplicação da lei. Caso a meta não seja verificada, a licença de 20 dias só entrará em vigor a partir do segundo exercício financeiro seguinte àquele em que se verificar o cumprimento da meta. O texto diz ainda que a licença-paternidade e o salário-paternidade nos casos de nascimento, adoção ou guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente com deficiência, passarão de 30 para 60 dias, com vigência escalonada até o quinto ano de vigência da lei. A licença-paternidade é concedida ao empregado, com remuneração integral, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente, sem prejuízo do emprego e do salário. Ao argumentar pela defesa da proposta, o relator afirmou que nenhum direito é mais fundamental do que o de nascer cercado de cuidado. Campos apontou ainda que o tema era alvo de debates desde a Assembleia Nacional Constituinte, que elaborou a Constituição de 1988, que reconhece a família como base da sociedade e impõe ao Estado o dever de lhe assegurar especial proteção. “Durante décadas, o Direito do Trabalho brasileiro reconheceu essa necessidade apenas pela perspectiva materna. A licença-maternidade representou um avanço civilizatório, mas a paternidade permaneceu à margem, como se o cuidado fosse uma atribuição exclusiva da mulher. Essa assimetria repercute não apenas na sobrecarga das mães, mas também na ausência paterna em um dos períodos mais decisivos da vida da criança”, observou. Os recursos para o pagamento da licença virão do Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Caso o texto seja aprovado, a estimativa apresentada pelo relator diz que a previsão é de que o impacto fiscal líquido (despesas e perda de receita) será de cerca de R$ 2,61 bilhões, em 2026; de R$ 3,3 bilhões, em 2027; de R$ 4,35 bilhões, em 2028; de R$ 5,44 bilhões em 2029. Pedro Campos apontou que os recursos para a nova política podem vir do Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), que prevê a atualização do valor e a regularização de veículos, imóveis, valores, títulos e ações no Imposto de Renda, caso sejam lícitos e não tenham sido declarados. Poderá ser considerada, como fonte de custeio complementar, a receita prevista no Projeto de Lei Complementar apresentado pelo Governo na Câmara dos Deputados, que visa elevar a arrecadação federal em R$ 19,76 bilhões em 2026. O projeto promove alterações diretas na Consolidação das Leis do Trabalho. A licença-paternidade passa a figurar, ao lado da licença-maternidade, como direito social de mesma hierarquia e abrangência. Para tanto, cria um novo benefício denominado salário-paternidade, de idêntica duração ao da licença-maternidade. O texto diz ainda que o salário-paternidade será destinado às mesmas categorias de segurados atualmente contempladas pelo salário-maternidade, e, ressalvados os empregados em geral, será pago diretamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a quem também caberá o pagamento ao empregado do microempreendedor individual. Conforme o texto, está prevista a concessão de incentivos fiscais para as empresas aderirem à licença. Além disso, o projeto diz que a licença pode ser suspensa pela Justiça quando houver elementos que indiquem a prática, pelo pai, de violência doméstica ou abandono material em relação a criança. O projeto diz ainda que será permitida a manutenção simultânea de salário-paternidade e salário-maternidade, em relação a nascimento ou adoção, ou guarda judicial para fins de adoção, de uma mesma criança ou adolescente. Porém, o primeiro estará condicionado ao afastamento do segurado do trabalho ou da atividade desempenhada, sob pena de suspensão do benefício. “A medida harmoniza, assim, o dever constitucional de proteção com a racionalidade econômica, pois o envolvimento paterno fortalece vínculos familiares, reduz desigualdades e favorece ambientes de trabalho mais equilibrados e produtivos”, pontuou Campos. Deputados do Novo se posicionaram contra a matéria. O líder Marcel van Hattem (Novo-RS) criticou o projeto com o argumento de que estabelecer uma licença-paternidade ampliada vai prejudicar a atividade econômica, especialmente as micro e pequenas empresas. Segundo o parlamentar, a iniciativa traz “preocupação para o mercado de trabalho”. “Haverá uma ampliação de licenças obrigatórias, reduzindo margens de compensação, afetando as pequenas e microempresas que menos condições de arcar com essa mudança abrupta na legislação. O novo tem se colocado contrariamente a matéria. Manifestamos a posição contrário do partido”, afirmou. O argumento foi rebatido pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que lembrou que o projeto foi apresentado em 2008. A deputada esclareceu que os recursos virão da Seguridade Social. “O problema é que o argumento sempre é de quem paga. Mas quem a paga a licença-maternidade e a paternidade é o trabalhador na assistência social”, afirmou. A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) comemorou a aprovação. “Hoje foi uma vitória de toda a bancada feminina, mas também do Parlamento brasileiro que hoje está
REFIS Cachoeiro 2026: Câmara aprova programa de refinanciamento fiscal

A Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim aprovou, na sessão ordinária desta terça-feira (04), o Projeto de Lei nº 158/2025, de autoria do Poder Executivo, que cria o “REFIS Cachoeiro 2026” — Programa de Regularização Fiscal do Município. A iniciativa tem como finalidade oferecer condições especiais para que pessoas físicas e empresas possam regularizar dívidas com o município, promovendo inclusão fiscal e contribuindo para o equilíbrio financeiro da administração pública. O que o REFIS permite? O programa possibilitará a regularização de débitos tributários e não tributários inscritos na dívida ativa, negociando valores ajuizados ou não, incluindo casos já protestados. Excepcionalmente, poderão ser incluídos também no Refis Cachoeiro 2026, os débitos fiscais ainda não inscritos em Dívida Ativa, desde que o fato gerador do respectivo tributo tenha ocorrido em exercício fiscal anterior ao ano vigente. Entre os benefícios do projeto, estão: descontos de até 100% nos juros e multas; opção de pagamento à vista ou parcelado; Condições especiais para Microempreendedores Individuais (MEI), Micro e Pequenas Empresas. Além disso, há possibilidade de parcelamento em até 100 parcelas para contribuintes em geral e 240 parcelas para empresas em recuperação judicial. O valor mínimo das parcelas será definido por categoria, com referência à Unidade Fiscal de Cachoeiro (UFCI). Por que isso é importante? Segundo a mensagem enviada pelo Executivo, o programa facilita a vida do contribuinte, permitindo a regularização fiscal e evitando sanções como protestos e ações judiciais. Além disso, contribui para reforçar a arrecadação municipal, garantindo recursos para áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura. A adesão ao REFIS poderá ser feita até 28 de fevereiro de 2026, com possibilidade de prorrogação por decreto até 29 de maio de 2026.
CPI do Crime Organizado chama dois ministros e 11 governadores

Foto: Lula Maques Fonte: Agência Brasil A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI), instalada nesta terça-feira (4) no Senado, aprovou os convites para dois ministros de Estado e 11 governadores comparecem ao colegiado, além de especialistas em segurança pública e chefes de órgãos de segurança. Os requerimentos foram apresentados pelo relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que também solicitou informações sobre o combate ao crime organizado aos ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Defesa. Inicialmente, a CPI aprovou requerimento para ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandoviski; o ministro da Defesa, José Múcio; além do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues; e o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Luiz Corrêa, entre outros representantes dos órgãos de segurança do governo federal. Instalada nesta terça-feira (4), a comissão tem 120 dias para produzir um diagnóstico sobre o crime organizado no Brasil e propor medidas para combater facções e milícias. Foi aprovado ainda requerimento que pede urgência na tramitação na Câmara dos Deputados de propostas legislativas sobre segurança pública aprovadas no Senado. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Governadores O relator Alessandro Vieira pediu ainda para ouvir 11 governadores e seus respectivos secretários de Segurança. Vieira decidiu convidar os chefes dos estados mais e menos seguros, segundo indicadores do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Fórum Nacional de Segurança Pública. “Requeiro que sejam convidados a comparecer a esta comissão, a fim de, em conjunto com a sua equipe técnica das áreas de inteligência, investigação e sistema prisional, apresentar sua visão sobre o crime organizado no Brasil e a sua experiência própria”, argumenta o relator no pedido. Dos estados considerados “menos seguros”, foram convidados os governadores e secretários de Segurança do Amapá, Bahia, Pernambuco, Ceará e Alagoas. Dos considerados mais seguros, foram convidados os representantes de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Os estados do Rio de Janeiro e São Paulo entram na lista não por serem mais violentos ou mais seguros, “mas porque são base original das principais facções criminosas do Brasil”, explicou Alessandro Vieira. Especialistas A CPI do Crime Organizado ainda aprovou um requerimento apresentado pelo relator para ouvir especialistas em segurança pública ou pessoas com “notória experiência” em atuação na área. Entre eles, está o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo Lincoln Gakiya, “pela larga experiência na questão relacionada ao PCC”; Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública; e os professores e pesquisadores Joana da Costa Martins Monteiro e Leandro Piquet Carneiro. O relator da CPI também pediu para ouvir profissionais que atuam na comunicação “relacionada a crimes – jornalistas investigativos, comentaristas e consultores”. Nesse grupo, foram convidados Josmar Jozino, jornalista investigativo do portal UOL; Rafael Soares, jornalista investigativo do jornal O Globo; e Cecília Olliveira, jornalista investigativa do Instituto Fogo Cruzado. Também foram convidados Bruno Paes Manso, pesquisador da USP e ex-jornalista; Allan de Abreu, jornalista investigativo da Revista Piauí; e Rodrigo Pimentel, articulista e consultor em segurança pública, que atuou no Bope do Estado do Rio de Janeiro como capitão. Por último, a CPI aprovou requerimento com pedidos de informações para aos ministérios da Segurança Pública e da Defesa referente ao controle de armas, e relatórios de inteligência produzidos sobre facções criminosas ou milícias. “Nós falamos aqui várias vezes, ao longo dos últimos 7 anos, da dificuldade que nós temos para identificar e rastrear armas de fogo e munições no Brasil”, disse Alessandro Vieira, ao justificar os pedidos de informações.
Câmara aprova reajuste para servidores do Judiciário

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) dois projetos de lei que reajustam remunerações das carreiras do Poder Judiciário. Os textos, de autoria do Supremo Tribunal Federal, ainda passarão por análise do Senado. O Projeto de Lei (PL) 4750/25, concede reajuste sobre os salários de 8% em julho de cada ano, de 2026 a 2028. Já o Projeto de Lei 3084/25, reformula o Adicional de Qualificação (AQ) vigente para criar novas categorias de cursos que podem resultar em acréscimo salarial para o servidor e reajusta os valores atuais. Ao propor o reajuste de 8%, em 2026 e 2028, o STF argumentou que houve uma perda de poder aquisitivo de 24,21% desde fevereiro de 2019 até julho de 2025, apesar de os servidores terem reajustes de 2023 a 2025. Os dados levam em conta o acúmulo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Já o adicional de gratificação (AQ), abordado no PL 3084/25, é aplicado aos servidores com pós-graduação ou cursos de qualificação, que podem receber de 1% (ações de treinamento de 120 horas), 7,5% (especialização), 10% (mestrado) e 12,5% (doutorado). Fonte: Agência Brasil
Senador Fabiano Contarato, do Espírito Santo, vai presidir CPI do crime organizado

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) foi eleito nesta terça-feira (4) presidente da comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar o crime organizado. A comissão irá apurar a estruturação, expansão e funcionamento do crime organizado com foco na atuação de milícias e facções. Nas redes sociais, Contarato destacou os 27 anos de experiência como delegado e afirmou que o combate ao crime organizado deve ser uma das maiores prioridades do Estado brasileiro. “Não apenas porque ameaça a paz e o sossego de cada trabalhador e trabalhadora neste país, mas porque corrói as estruturas da nossa democracia, compromete a confiança da população nas instituições e alimenta um ciclo de medo, desigualdade e impunidade”, ressaltou o senador. “Assumo a missão de presidir a CPI do Crime Organizado com humildade e com um compromisso inegociável: investigar com independência, transparência e coragem. Será uma comissão para ir até o topo da cadeia criminosa, para identificar e responsabilizar não apenas os executores, mas também os líderes, financiadores e cúmplices que lucram com a violência e a corrupção.” >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Prazo de 120 dias O colegiado será composto por 11 senadores titulares e sete suplentes que terão o prazo de 120 dias para apurar a atuação, a expansão e o funcionamento de facções e milícias no país. Caberá aos senadores investigar o modus operandi (modo de operar) das organizações criminosas, as condições de instalação e desenvolvimento em cada região, “bem como as respectivas estruturas de tomada de decisão, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor.” Confira as informações sobre a CPI no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil Com informações da Agência Senado. Foto: Lula Marques
Cooperativa une saúde e preservação ambiental em Cachoeiro

A Unimed Sul Capixaba vem adotando iniciativas que aliam saúde e preservação ambiental em diferentes frentes de atuação. O compromisso com a sustentabilidade está presente tanto na rotina hospitalar quanto em projetos sociais que envolvem colaboradores e comunidade. Entre os destaques está o uso de energia solar. Atualmente, cerca de 40% do consumo energético do Hospital Unimed é suprido por uma usina fotovoltaica própria. O Hospital Materno-Infantil também conta com geração de energia limpa. Outra medida é a captação de água da chuva, utilizada em processos internos, o que representa uma gestão mais consciente e eficiente dos recursos hídricos. Além dessas práticas, a cooperativa conquistou o selo ESG Unimed Prata, reconhecimento que contempla ações ambientais, sociais e de governança. A modernização da infraestrutura, a capacitação de colaboradores e a adoção de protocolos para redução de resíduos hospitalares fazem parte de um esforço contínuo para diminuir os impactos no meio ambiente. O trabalho inclui ainda a separação correta dos resíduos hospitalares, com atenção especial aos materiais recicláveis, orgânicos e contaminados, garantindo destinação adequada e menos descarte em aterros. Fora do ambiente hospitalar, a Unimed Sul Capixaba promove atividades como a limpeza do Rio Itapemirim, incentivando a conscientização ambiental e a participação da comunidade em práticas de preservação. Segundo a diretora de Recursos Próprios da Unimed Sul Capixaba, Grazielle Grillo, a sustentabilidade precisa ser entendida como parte da missão da cooperativa. “Cuidar da saúde é também cuidar do ambiente em que vivemos. Cada investimento em energia renovável, na redução de resíduos e em ações de engajamento comunitário reforça a visão de que é possível oferecer serviços de excelência em saúde ao mesmo tempo em que preservamos os recursos naturais”, destacou.
Cachoeiro de Itapemirim estuda criação de parque temático para impulsionar o turismo

O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Theodorico Ferraço, tem intensificado esforços para alavancar o turismo na cidade, e uma das principais iniciativas em estudo é a criação de um parque temático, que promete se tornar uma nova atração para moradores e visitantes. O assunto foi discutido em reunião que contou com a presença do vice-prefeito Júnior Corrêa, da secretária municipal de Cultura e Turismo, Larissa Patrão, do secretário de Meio Ambiente, Rodolpho do Carmo, e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Rogério Ribeiro. Segundo o prefeito, um comitê foi formado para avaliar a proposta, definir o melhor local para a implantação e traçar um cronograma detalhado, incluindo estimativa de custos e elaboração de edital para atrair empresas interessadas no projeto. “A ideia é que o parque não seja apenas um ponto de lazer, mas também uma oportunidade de atração de negócios, fomentando o desenvolvimento econômico de Cachoeiro”, destacou Ferraço. O projeto está em fase inicial, mas a expectativa é que, com planejamento e parcerias estratégicas, o parque temático se torne um marco turístico e contribua para colocar Cachoeiro de Itapemirim em evidência no cenário regional e nacional.
Segunda superlua do ano poderá ser vista no Brasil por 3 dias

Foto: Marcello Casal Jr. Fonte: Agência BRasil A segunda superlua de 2025 será nesta quarta-feira (5) e poderá ser vista em todo o Brasil e no exterior. O fenômeno ocorre quando a lua cheia está a menos de 360 mil quilômetros da terra, parecendo maior e mais brilhante do que o normal. A superlua do Castor, a maior e mais brilhante deste ano, permanecerá visível por três dias consecutivos. O fenômeno poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil, desde que as condições meteorológicas sejam favoráveis. Ele poderá ser observado sem a necessidade de telescópios ou equipamentos especiais. O fenômeno acontece quando a lua cheia coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que está mais próxima da terra. O resultado é um satélite cerca de 14% maior e até 30% mais brilhante do que o normal. Embora o termo superlua não seja usado oficialmente por astrônomos, ele se popularizou por traduzir de forma simples esse efeito visual que chama a atenção a cada ocorrência. Horários A melhor hora para apreciar o espetáculo será logo após o pôr do sol. Em São Paulo, o nascer da lua deve ocorrer por volta das 18h45; em Belém, às 18h14; e no Recife, às 17h28 — horários aproximados, que variam conforme a região e o fuso local. Para aproveitar o momento, basta procurar um local com boa visibilidade do horizonte e torcer por um céu limpo. Nessa condição, será possível observar a lua a olho nu, mais próxima, brilhante e detalhada. De acordo com a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento, o termo superlua é reconhecido “apenas quando ocorre durante a fase cheia, mas sempre que a lua percorre sua órbita em torno da terra, completando seu ciclo de fases, em algum momento ela estará no perigeu”. Um mês depois, no dia 4 de dezembro, aparecerá a terceira e última superlua de 2025.
Governo do Estado assina termo de fomento para restauro da Catedral Metropolitana de Vitória

O governador do Estado, Renato Casagrande, e o vice-governador Ricardo Ferraço, assinaram, nesse domingo (02), o termo de fomento para as obras de restauro da Catedral Metropolitana de Vitória. A iniciativa é fruto da parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e a Mitra Arquidiocesana de Vitória – Paróquia Nossa Senhora da Vitória. “A Catedral Metropolitana não é apenas uma construção. Ela representa a fé, o encontro, a tradição e a própria história de Vitória. Ao restaurá-la, estamos reafirmando o valor da nossa cultura e entregando à cidade um patrimônio renovado, sem perder sua essência. É um gesto de cuidado com aquilo que nos une e nos identifica como capixabas”, afirmou o governador, que esteve acompanhado pela primeira-dama Maria Virginia Casagrande. O valor do termo de fomento é de R$ 1,66 milhão. As obras estão previstas para começar neste mês de novembro, com término em março de 2026. Entre as intervenções previstas estão: impermeabilização da área externa superior das lajes da sacristia, secretaria e sala do batismo; reparos em áreas com infiltrações; manutenção e substituição dos parafusos do telhado por modelos em inox; além da substituição de telhas danificadas por peças idênticas às originais. As obras de restauração vão incluir ainda pintura externa da fachada, mantendo a paleta de cores atual, e a recuperação de capitéis e bases de colunas danificadas, respeitando a arquitetura e a estética histórica da Catedral. “A restauração da Catedral de Vitória é um gesto de respeito à nossa história e de reafirmação da identidade capixaba. Mais do que recuperar um monumento, é devolver à cidade um símbolo de memória, fé e pertencimento que atravessa gerações. Sua revitalização fortalece o Centro Histórico e valoriza o patrimônio cultural da capital”, comentou o secretário de Estado da Cultura, Fabricio Noronha.