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Xiaomi lança Mi 10T, 10T Pro e 10T Lite com câmera de até 108 MP

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Xiaomi lançou a linha Mi 10T

A Xiaomi revelou os novos Xiaomi Mi 10T , Mi 10T Pro e Mi 10T Lite nesta quarta-feira (30). Os celulares chineses contam com múltiplas câmeras, sendo as principais de até 108 megapixels, telas de até 144 Hz e 5G. O trio será comercializado na Europa com preço sugerido a partir de 279 euros (cerca de R$ 1.840 em conversão direta).

Mi 10T e Mi 10T Pro: câmera de até 108 MP

O Xiaomi Mi 10T e o Xiaomi Mi 10T Pro são bastante parecidos. A dupla possui tela de 6,67 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 144 Hz. Ao contrário do antecessor Mi 9T , a câmera está posicionada em um furo no display e possui resolução de 20 megapixels. O leitor de digitais está alocado na lateral.

O conjunto fotográfico triplo marca presença nos dois celulares chineses, mas com algumas diferenças. É o caso da câmera principal, de 108 megapixels (OIS) na edição Pro e 64 MP no Mi 10T. Os demais sensores são de 13 megapixels, com lente ultrawide, e 5 MP, para macro.

O processador Qualcomm Snapdragon 865 é outro ponto em comum entre os celulares, assim como a bateria de 5.000 mAh com recarga de 33 W e o 5G . O Mi 10T tem opções com memória RAM e armazenamento de 6 GB + 128 GB e 8 GB + 128 GB. Já o Mi 10T Pro tem variantes com 8 GB + 128 GB e 8 GB + 256 GB.

Mi 10T Lite tem câmera quádrupla de 64 MP

O Xiaomi Mi 10T Lite é uma opção mais simples do trio. O celular possui tela de 6,67 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e um furo posicionado ao centro, para abrigar a câmera de 16 megapixels para selfies e videoconferências. O leitor de impressões digitais também se encontra na lateral.

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O conjunto fotográfico é quádruplo, com câmera principal de 64 megapixels. O quarteto fica completo com os demais sensores de 8 MP (ultrawide), 2 MP (macro) e 2 MP (profundidade de campo).

Em relação à ficha técnica, o smartphone é embalado com o processador Qualcomm Snapdragon 750G , chip anunciado em setembro de 2020, memória RAM de 6 GB, opções com armazenamento de 64 GB ou 128 GB e conectividade 5G. A bateria é de 4.820 mAh com recarga rápida de 33 watts.

Quando e quanto?

A Xiaomi apresentou os seus novos celulares nesta quarta-feira (30). O trio chegará às lojas da Europa com os seguintes preços sugeridos:

  • Xiaomi Mi 10T (6 GB + 128 GB): 499 euros (cerca de R$ 3.290 em conversão direta);
  • Xiaomi Mi 10T (8 GB + 128 GB): 549 euros (cerca de R$ 3.620 em conversão direta);
  • Xiaomi Mi 10T Pro (8 GB + 128 GB): 599 euros (cerca de R$ 3.950 em conversão direta);
  • Xiaomi Mi 10T Pro (8 GB + 256 GB): 649 euros (cerca de R$ 4.280 em conversão direta);
  • Xiaomi Mi 10T Lite (6 GB + 64 GB): 279 euros (cerca de R$ 1.840 em conversão direta);
  • Xiaomi Mi 10T Lite (6 GB + 128 GB): 329 euros (cerca de R$ 2.170 em conversão direta).

Não há previsão de data e preço de lançamento para a linha Xiaomi Mi 10T no Brasil.

Xiaomi Mi 10T – ficha técnica

  • Tela: LCD de 6,67 polegadas, resolução de 2340 x 1080 pixels, proporção de 20:9 e taxa de atualização de 144 Hz
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 865
  • RAM: 6 GB e 8 GB
  • Armazenamento: 128 GB
  • Câmera traseira tripla:
    • principal: 64 megapixels, f/1.89
    • ultrawide: 13 megapixels, f/2.4
    • macro: 5 megapixels, f/2.4
  • Câmera frontal: 20 megapixels
  • Bateria: 5.000 mAh, carregamento rápido de 33 watts (na caixa)
  • Sistema operacional: Android 10 (MIUI 12)
  • Conectividade: USB-C, 4G, 5G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, NFC e emissor infravermelho
  • Mais: leitor de impressões digitais, Dual SIM e Gorilla Glass 5
  • Dimensões: 165,1 x 76,4 x 9,33 mm
  • Peso: 216 gramas
  • Cores: cinza e preto
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Xiaomi Mi 10T Pro – ficha técnica

  • Tela: LCD de 6,67 polegadas, resolução de 2340 x 1080 pixels, proporção de 20:9, e taxa de atualização de 144 Hz
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 865
  • RAM: 8 GB
  • Armazenamento: 128 GB e 256 GB
  • Câmera traseira tripla:
    • principal: 108 megapixels, f/1.69, OIS
    • ultrawide: 13 megapixels, f/2.4
    • macro: 5 megapixels, f/2.4
  • Câmera frontal: 20 megapixels
  • Bateria: 5.000 mAh, carregamento rápido de 33 watts (na caixa)
  • Sistema operacional: Android 10 (MIUI 12)
  • Conectividade: USB-C, 4G, 5G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, NFC e emissor infravermelho
  • Mais: leitor de impressões digitais, Dual SIM e Gorilla Glass 5
  • Dimensões: 165,1 x 76,4 x 9,33 mm
  • Peso: 218 gramas
  • Cores: azul, cinza e preto

Xiaomi Mi 10T Lite – ficha técnica

  • Tela: 6,67 polegadas, resolução de 2340 x 1080 pixels, proporção de 20:9 e taxa de atualização de 120 Hz
  • Processador: Qualcomm Snapdragon 750G
  • RAM: 6 GB
  • Armazenamento: 64 GB e 128 GB
  • Câmera traseira quádrupla:
    • principal: 64 megapixels, f/1,89
    • ultrawide: 8 megapixels, f/2,2
    • macro: 2 megapixels, f/2,4
    • profundidade: 2 megapixels, f/2,4
  • Câmera frontal: 16 megapixels, f/2,45
  • Bateria: 4.820 mAh, carregamento rápido de 33 watts (na caixa)
  • Sistema operacional: Android 10 (MIUI 12)
  • Conectividade: USB-C, 4G, 5G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, NFC e infravermelho
  • Mais: leitor de impressões digitais, Dual SIM e Gorilla Glass 5
  • Dimensões: 165,3 x 76,8 x 9 mm
  • Peso: 214,5 gramas
  • Cores: azul, cinza e dourado

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Patentes e invenções: conheça os países que mudaram o curso da história do mundo

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O ranking dos países mais criativos do mundo
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O ranking dos países com mais patentes do mundo


Se você nunca parou para pensar sobre o ranking de países com mais invenções e registro de patentes no mundo, com certeza agora você teve essa curiosidade. O tema gera interesse, a gente sabe. E foi por isso que resolvemos ir atrás dessa informação no WIPO, fórum global para serviços, políticas, informações e cooperação de propriedade intelectual (PI). 


O WIPO é uma agência das Nações Unidas, com 193 estados membros, cuja missão é liderar o desenvolvimento de um sistema internacional de PI equilibrado e eficaz, que possibilite inovação e criatividade para o benefício de todos. Vale dizer que a patente é o único recurso legal que permite proteger invenções, graças à segurança governamental oferecida a quem dá vida a um produto.

Na história do mundo, há muitos exemplos de grandes inventores que revolucionaram seus mercados graças a invenções incríveis, tanto funcionais quanto estéticas. A questão é que, sem a devida proteção judicial, outras companhias podem se apropriar dessas ideias. Ou seja: sem a patente, fica difícil ser único e inovador.

Pensando nisso, nosso time de cassino online fez um levantamento detalhado para descobrir quais são os países que mais possuem patentes em vigor no mundo. Destrinchamos e analisamos os relatórios e chegamos em um TOP 10 que traz algumas surpresas e outras nem tanto assim.

Se estamos falando de patentes, estamos falando de invenções. Invenções essas, que muitas vezes, mudaram o curso da história da humanidade. A Suíça, 10ª colocada, possui aproximadamente 245 mil patentes registradas; os Estados Unidos, 1º do ranking, passa das 3 milhões. 

Ranking de invenções patenteadas

  • 10º lugar – Suíça: 244.581
  • 9º lugar – Rússia: 256.419
  • 8º lugar – Itália: 306.768
  • 7º lugar – Reino Unido: 572.063
  • 6º lugar – França: 602.084
  • 5º lugar – Alemanhã: 703.606
  • 4º lugar – Coreia do Sul: 1.001.163
  • 3º lugar – Japão: 2.054.276
  • 2º lugar – China: 2.366.314
  • 1º lugar – Estados Unidos: 3.063.494

Dentre essa amostragem gigantesca, há aquelas patentes que se destacam. Te contamos aqui algumas delas:

Na Suíça, a primeira invenção que vem à cabeça é a do canivete suíço, mas o país também foi responsável por patentear algumas coisinhas que estão bem presentes no nosso dia a dia, como o papel alumínio, o papel celofane, o velcro e o zíper.

Na Rússia, são os campos de transporte e guerra que marcam os registros das maiores patentes. Dentre elas, podemos citar os vagões ferroviários de energia elétrica, a reinvenção do arsenal bélico, o helicóptero e o rifle.

A Itália mudou o mundo com a música: criou a ópera, o ballet, o piano, a bateria. Mas foi além disso e registrou patentes no campo da balística, o papel carbono, os óculos e a anatomia microscópica.

O Reino Unido foi o responsável por talvez o principal meio de comunicação do Século XX: a televisão. Só que não podemos deixar de fora patentes registradas para o primeiro motor elétrico, o telégrafo, a prensa hidráulica e o aço inoxidável. 

A França é a terra do perfume. Não tem por onde ir. É marca registrada. Mas o país tem invenções que vão muito além e surpreendem, tais quais o sistema braille, o sistema métrico, a arte gótica e o cinema.

A Alemanha, embora seja massivamente conhecida por suas cervejas, mudou de fato o mundo com a descoberta da fissão nuclear. E se o país é o país da cerveja, nada como patentear a aspirina, para combater aquela dor de cabeça pós-bebedeira. Outras invenções que também merecem destaque são o automóvel e a pasta de dente.

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Se dissemos que o Reino Unido talvez tenha sido responsável pela criação do principal meio de comunicação do Século XX, a Coreia do Sul não fica atrás: a república foi responsável pela criação do jornal. Entre outras patentes memoráveis, destacamos o grafeno, o observatório astronômico, a tela touchscreen e o MP3 portátil.

O Japão é o responsável pelas patentes do novo mundo. A mais marcante foi a câmera digital, mas também merecem destaque a tela plana, o cartão de memória, o vídeo game e a fibra ótica.

A China, com uma história milenar, foi precursora de invenções que mudaram o curso da humanidade. A maior delas talvez tenha sido a pólvora, mas é impossível deixar fora dessa lista o papel, a bússola, o álcool e o dinheiro de papel (as cédulas).

Por fim, os Estados Unidos, o país que mais registra patentes no mundo, foi o responsável pela invenção que marca a entrada no novo milênio: a Internet. Com ela, vem uma série de outras, tais quais o cartão de crédito, o computador pessoal e o smartphone.

Mas e o Brasil ? Nesse ranking dos países que mais registraram patentes, onde ele fica?

O caminho do Brasil para o top 10 é longo?

  • 34º é a posição do Brasil no ranking dos países que mais patenteiam inovações no mundo;
  • 31.977 patentes brasileiras registradas em 2018, segundo o relatório do WIPO;
  • 212.604 patentes de distância até o top 10;

O caminho do Brasil rumo ao TOP 10 é definitivamente longo, mas isso não significa que não tenhamos invenções marcantes na nossa história. 

As mais antigas medidas para concessão de patentes são do início do século XIX. A primeira resolução foi tomada em 1809, um ano depois de a família real portuguesa ter transferido a Corte para o Brasil. Até então, um alvará da rainha Dona Maria I, de 1785, proibia fábricas, manufaturas e indústrias na distante Colônia. Essa era, na verdade, uma forma de ter Monopólios comerciais que transferiam as riquezas das colônias para a metrópole.

Mas, a partir da instalação do governo português no Brasil, foi necessário criar meios para o desenvolvimento industrial – entre eles, a concessão de privilégios aos inventores e introdutores de novas máquinas, que teriam o direito exclusivo de explorar a invenção por 14 anos. Um outro alvará permitiu a liberação de recursos para incentivar invenções e dar prêmios. Essas e outras ações culminaram com o pedido de privilégio industrial para uma máquina de descascar e brunir (polir) café, em julho de 1822.

Foi a primeira patente brasileira, pedida por Luiz Louvain e Simão Clothe, com base no alvará de 1809, de acordo com o livro “Propriedade Industrial no Brasil – 50 Anos de História”, da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (Abapi). 

Louvain e Clothe pediram o privilégio de cinco anos para o invento, uma “máquina para descascar café, a qual, além de ser inteiramente própria da invenção dos suplicantes, produz todo o bom resultado pela perfeição com que descasca o café sem lhe quebrar o grão, ou seja, pela brevidade, e economia, e simplicidade do trabalho”.

A Constituição de 1824 trazia o princípio da “propriedade do inventor” e já falava em remuneração, “em caso de vulgarização do invento”. A primeira lei de patentes surgiu em 1830 e, além de ter uma política mais ampla de fomento à indústria, protegia os inventores, assegurando-lhes o uso exclusivo da descoberta por períodos de cinco a 20 anos. 

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Brasil está na 34º posição


Hoje, segundo o que é proposto pelo Instituto de Propriedade Intelectual (INPI) do governo brasileiro, é que as patentes de invenções continuarão a durar 20 anos e as de modelo de utilidade passarão a ter a duração de 15 anos. 

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Desde 2019, o INPI tem passado por um processo de modernização. É o chamado “Projeto de Combate ao Backlog”, que visa reduzir, em um período de dois anos, o processo de concessão de patentes para 8 anos, o que ainda é muito oneroso. É difícil ter uma patente aqui no país.

Mas nesses anos de história, e do jeito que o brasileiro é, tinha que surgir alguma coisa curiosa e interessante. Na Copa do Mundo de Futebol de 2010 a Skol realizou uma campanha publicitária que chamou bastante atenção. 

Lançou as latinhas falantes e misturou cerca de 3 milhões delas às latas normais de cerveja. A campanha da cervejaria possibilitava que pessoas comuns criassem mensagens e frases diferentes que seriam repetidas pelas latas falantes.

A campanha publicitária foi muito bem-sucedida – muitas latas foram vendidas no Mercado Livre posteriormente, por exemplo. Entretanto, o importante é a invenção da “latinha falante”.

A ideia foi originalmente criada pelo analista de suporte Israel Dias, que já havia contado sua ideia para várias pessoas diferentes antes de depositar a patente. Um publicitário ouviu e vendeu o projeto para Skol. No caso de Dias, para sua sorte, a Skol não patenteou a lata e ele tinha meios de provar que era o inventor.

Se no primeiro recorte temos os países que mais patentearam invenções na história e no segundo descobrimos como o Brasil se encaixa nesse ranking, também nos despertou curiosidade descobrir qual a posição das mulheres nas maiores invenções da humanidade.

Mulheres inventoras para além do que você imagina

Em 1809, nos Estados Unidos, que pela primeira vez uma patente foi concedida a uma mulher. Mary Dixon Kies, natural de Connecticut, inventou um processo para tecer palha com seda ou linha. 

A primeira-dama Dolley Madison a elogiou por impulsionar a indústria de chapéus do país. Infelizmente, o arquivo de patente foi destruído no grande incêndio do Escritório de Patentes em 1836. Até cerca de 1840, 20 outras patentes foram emitidas para mulheres. As invenções eram relacionadas a roupas, ferramentas, fogões e lareiras.

Foi só o começo para uma série de invenções subsequentes, especialmente no campo da ciência. 

Entre as principais invenções desenvolvidas por mulheres estão: 

  • O caminho para a Lua: que contou com a participação de Katherine Johnson; 
  • A descoberta da dupla hélice do DNA: que teve a atuação de Rosalind Franklin; 
  • A divisão de átomos: cuja descoberta passou pelas mãos de Lise Meitner;
Katherin Johnson
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As principais mulheres inventoras


Katherine Johnson trabalhou na NASA por 35 anos devido às suas extraordinárias habilidades matemáticas, chegando a ganhar uma vaga na equipe que trabalhou na primeira nave espacial lançada em 1961 e no primeiro pouso em solo lunar em 1969 (com a missão Apollo 11).

Rosalind Franklin
Reprodução/Betway insider

As principais mulheres inventoras


Durante suas pesquisas no King’s College, em 1951, Rosalind Franklin começou a tirar raio-X de estruturas de DNA. A ideia da dupla hélice sempre foi uma teoria de James Watson e seu parceiro Cricks, mas que somente foi confirmada com a pesquisa da biofísica britânica.

Lise Meitner
Reprodução/Betway insider

As principais mulheres inventoras


Lise Meitner, física de origem sueca e austríaca, conduzia pesquisas sobre urânio com o seu parceiro de laboratório Otto Hahn. Na década de 1940, a dupla descobriu que a divisão dos núcleos atômicos durante uma fissão liberava grandes quantidades de energia, e Meitner escreveu a sua primeira explicação teórica sobre o processo. No entanto, Hahn ficou com o crédito exclusivo da descoberta, recebendo o Prêmio Nobel de Química em 1944.

fonte:  Betway insider

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