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Xiaomi 12 pode trazer recarga rápida de 100 W e downgrade na tela

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Xiaomi 11, antecessor do Xiaomi 12
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi 11, antecessor do Xiaomi 12

O Xiaomi 12 ainda não foi anunciado, mas algumas pistas do celular já vieram a público . A expectativa é de que o smartphone da fabricante chinesa chegue às lojas com recarga rápida de 100 watts, superior aos 55 watts do Mi 11, e câmera tripla de 50 MP. Mas a tela tende a trazer uma resolução inferior em relação à geração anterior.

Os detalhes foram divulgados por Digital Chat Station nesta segunda-feira (22) pelo Weibo. Em uma publicação, ele relatou que o celular pode ter recarga rápida de 100 W e tela com resolução Full HD+. A especificação do painel, no entanto, seria inferior à resolução WQHD+ (3200 x 1440 pixels) encontrada na variante convencional do Mi 11.

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Também pela rede social chinesa, o vazador trouxe detalhes sobre o conjunto fotográfico. Em uma imagem, ele demonstrou onde cada câmera deve ficar posicionada na parte de trás do celular. Em agosto, vale lembrar, Digital Chat Station também apontou que o smartphone da Xiaomi terá câmera tripla de 50 megapixels.

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O que esperar do Xiaomi 12?

O suposto Xiaomi 12 é um dos próximos celulares da marca chinesa. O sucessor do Mi 11 foi certificado em algumas regiões em novembro sob dois modelos: 2201122G e 2201123G. A expectativa é de que os códigos sejam destinados às versões globais do Xiaomi 12 e Xiaomi 12 Pro, respectivamente, que ainda serão anunciadas.

Além da câmera tripla, outras apostas giram em torno dos lançamentos. É o caso do suposto processador Snapdragon 8 Gen 1, sucessor do Snapdragon 888 que seria produzido em processo de quatro nanômetros. Mas os demais detalhes da ficha técnica, como a memória RAM, armazenamento e bateria, ainda não foram revelados. Espera-se que o smartphone seja anunciado nos próximos meses.

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Metaverso: terrenos virtuais movimentaram US$ 106 mi em uma semana

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Universo digital Decentraland
Reprodução/Decentraland

Universo digital Decentraland

O metaverso virou o assunto do momento no mercado de ativos digitais, movimento fortemente impulsionado pelo  anúncio da Meta (ex-Facebook). Mais do que nunca, os projetos existentes de metaversos estão arrecadando dezenas de milhões de dólares semanalmente, com mais e mais empresas comprando terrenos virtuais e garantindo seu espaço nessa realidade alternativa.

Somente na semana passada, um total de US$ 106 milhões foi gasto em propriedades virtuais, principalmente com compras de terrenos digitais, iates de luxo e outros ativos NFTs, de acordo com dados da plataforma de aplicativos descentralizados DappRadar.

Vendas de terrenos virtuais batem novos recordes

The Sandbox, um mundo de jogos online e um dos principais projetos de metaversos, permite aos usuários possuir lotes de terra e diversos objetos, como um Second Life aprimorado. Atualmente, essa é a plataforma que está dominado esse novo mercado. Entre os dias 22 e 28 de novembro, US$ 86,5 milhões foram movimentados através de vendas únicas de terrenos virtuais.

As negociações ocorrem através de NFTs, ou tokens não fungíveis , ativos digitais que carregam consigo a posse de determinado lote de terra no The Sandbox ou em outros metaversos.

Ainda segundo dados do DappRadar, a Decentraland é outro projeto de metaverso que movimenta milhões. Ocupando a segunda posição, a plataforma vendeu US$ 15,5 milhões em terrenos digitais no mesmo período. Juntando com o valor movimentado pela The Sandbox, em apenas uma semana mais de US$ 100 milhões foram gastos com esses ativos vinculados aos metaversos, valor recorde até então.

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Outros nomes importantes nesse mercado em ascensão são os concorrentes menores CryptoVoxels e Somnium Space, que venderam respectivamente US$ 2,6 milhões e US$ 1,1 milhão ao longo da semana passada.

Falando em recordes, o terreno mais caro da história foi vendido na última terça-feira (30) por US$ 4,3 milhões, estabelecendo um novo recorde para essa classe de ativos. Conforme apurou o Wall Street Journal, a propriedade fica no The Sandbox e seu comprador foi a empresa Republic Realm, investidora e desenvolvedora de imóveis digitais para metaversos (sim, já existem companhias especializadas nisso).

Empresas veem oportunidade comercial no metaverso

Podemos ver que terrenos virtuais estão se valorizando e que a busca por eles está crescendo. Mas, quem compra eles? E para que? Bom, assim como a maioria dos criptoativos, esses NFTs são uma oportunidade de investimento, mas não apenas pela provável valorização no longo prazo, mas também pelas utilidades práticas e oportunidades comerciais associadas a ter seu próprio pedacinho de metaverso.

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A Republic Realm, compradora do terreno virtual mais caro da história, o comprou de outra empresa (que você provavelmente conhece), a Atari SA. Antes um grande nome no universo de jogos, hoje a Atari é focada principalmente na tecnologia blockchain e mais recentemente no metaverso.

O novo recorde desta terça-feira quebrou  aquele estabelecido na semana passada pelo Metaverse Group, uma subsidiária da Tokens.com, que comprou um pedaço de terreno digital por 618.000 MANA, a moeda da Decentraland, equivalente a cerca de US$ 2,43 milhões na época. Essa propriedade fica no chamado distrito da moda no metaverso.

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No caso da Republic Realm, a empresa já é líder no mercado imobiliário virtual, possuindo cerca de 2.500 terrenos digitais em 19 mundos diferentes. Certo, mas para que servem essas propriedades digitais? Em alguns casos, a companhia espera que ela se valorize com o tempo, esperando oportunidades de revenda, em outros ela usa os ativos para projetar casas, shoppings e outras estruturas dentro do metaverso.

“Sem dúvida, a terra do metaverso é o próximo grande sucesso no espaço NFT. Produzindo números recordes de vendas e constantemente aumentando de preço, os mundos virtuais são a nova mercadoria principal no espaço cripto”, disse o DappRadar em seu blog.

O relatório da plataforma confirma o que já sabemos. O aumento nas atividades relacionadas ao metaverso começou com a decisão do Facebook, no final de outubro, de se rebatizar como “Meta” , em um aceno ao seu compromisso de construir seu próprio mundo digital para seus usuários.

“Os eventos do metaverso estão se tornando um padrão da indústria cripto”. Na prática, isso permite que marcas, artistas e criadores exibam seus trabalhos e produtos para milhões de pessoas em todo o mundo através dos chamados “eventos virtuais” que vêm ocorrendo em diversos metaversos. Ao ter um terreno e um imóvel em um deles, é possível, por exemplo, capitalizar o uso desse espaço de incontáveis maneiras.

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