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VW Kombi brasileira de 1979 é vendida por R$ 118 mil nos Estados Unidos

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Kombi 1979
Reprodução

Kombi 1979

Não há dúvida que o comércio de carros antigos é muito grande, e em países como os EUA, exportar um carro pode ser um negócio lucrativo se a pessoa conhecer bem o mercado, logicamente.

O mais recente sucesso ocorreu com uma Volkswagen Kombi brasileira que depois foi convertida em motorhome. O modelo de 1979 foi importado para os EUA em março de 2022 e foi vendida sem reserva através do site virtual bringatrailer.com .

Devido ao tempo, o exemplar apresentava alguns problemas como um rádio AM/FM de reposição que precisava de revisão, motor e câmbio vazando óleo, bolha de tinta no canto inferior dianteiro da porta do lado do motorista, além de manchas externas, algo fácil de ser resolvido e que não foi impedido de vender em tempo recorde.

De acordo com informações do site, a van brasileira foi vendida pelo preço de US$ 22.000, o R$ 118.771 , fazendo uma conversão simples, e agrega valores típicos de sua época como a cor Bege Ipanema, tecido texturizado e interior em vinil marrom, bagageiros duplos e uma escada lateral.

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Kombi 1979. Foto: Reprodução

 

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Kombi 1979. Foto: Reprodução

 

Kombi 1979. Foto: Reprodução

 

A cabine dianteira apresenta assentos revestidos em tecido tipo veludo, cortinas estampado em xadrez nas cortinas e vinil marrom, e os acessórios incluem cintos de segurança de três pontos e revestimentos de piso de borracha preta. O hodômetro de cinco dígitos mostra 85 mil quilômetros cuja quilometragem total é desconhecida.

O exterior foi atualizado sob a propriedade anterior, o que explica a carroceria de boa aparência , incomum para uma van de 43 anos. As rodas de 14 polegadas combinam com a cor da carroceria e vêm com calotas de aço inoxidável estampadas pela VW.

Falando na parte interna, na cabine traseira apresenta painéis de madeira e uma configuração de motorhome, com direito uma cama dobrável e uma mesa dobrável . O equipamento de acampamento adicional inclui uma pia, tanques de água, uma bateria auxiliar, uma conexão de energia de 220 volts e vários compartimentos de armazenamento.

Quanto à motorização, o velho e confiável boxer de 1,6 litro refrigerado a ar está equipado com carburadores Solex de dupla corrente descendente.  A potência de 58 cv é enviada para as rodas traseiras através de uma transmissão manual de quatro velocidades.

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Dele, sai um chuveiro com direito a água quente para um banho improvisado e que aproveita o calor do motor, que também pode ser muito útil para limpar os pés, logo após um mergulho no mar.

No Brasil, a Kombi foi fabricada ininterruptamente entre 2 de setembro de 1957 e 18 de dezembro de 2013, sendo praticamente o veículo  mais antigo no mercado do país e considerada a precursora das vans de passageiros e carga.

Apesar do sucesso, a VW decidiu parar a sua produção devido ao decreto firmado de que os carros a partir de 2014, deveriam ter freios ABS e airbag frontal duplo. Assim, o antigo projeto mostrou-se inviável às novas exigências da legislação.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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