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Volkswagen Passat deixa de ser vendido no Brasil depois de 46 anos

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Passat
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O VW Passat híbrido chegou a ser cotado para chegar ao Brasil, mas a forte desvalorização da moeda brasileira atrapalhou os planos

A Volkswagen anunciou o fim da venda do Passat no Brasil. De acordo com a marca alemã, a desvalorização do real foi fator decisivo para que a marca decidisse interromper a comercialização do sedã grande, que era importado da Alemanha.

Nos últimos tempos, o modelo estava disponível apenas na versão de topo Highline, equipada com o motor 2.0 TSI de 220 cv, e sem a reestilização apresentada na Europa no ano passado, que inclui também a adoção do sistema de direção semiautônomo.

De qualquer maneira, o sedã mais caro da Volskwagen no Brasil andava com a popularidade em baixa. Segundo a Fenabrave, apenas 124 unidades do modelo haviam sido emplacadas no mercado brasileiro desde o início do ano.

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No mesmo período, o Jetta emplacou 3.787 unidades, enquanto o Tiguan (com versões na mesma faixa de preços do Passat), registrou 4.389 emplacamentos. Ainda de acordo com a Volkswagen, a ideia é que tanto o sedã médio quanto o SUV ocupem no mercado a lacuna deixada pelo sedã grande alemão. Veja na galeria abaixo imagens do modelo, de épocas diversas.

Veterano no Brasil

O Brasil foi um dos poucos mercados de fora da Europa que receberam quase todas as gerações do Passat, tanto por produção local quanto via importação. Lançado em 1974, o Passat de primeira geração seguiu em produção até 1988, tendo sido inclusive exportado para países da África e o Iraque.

A segunda geração do modelo estreou no Brasil em 1984, com o nome de Santana, enquanto a terceira geração (1988-1993), foi a única que não foi oferecida oficialmente no mercado brasileiro.

Embora o Santana continuasse em produção até 2006, a Volkswagen decidiu iniciar, em 1995, a importação do Passat alemão de quarta geração, para ocupar no mercado uma posição acima do sedã nacional. Nos 25 anos seguintes, o mercado brasileiro receberia as quatro gerações seguintes do modelo.

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Fonte: IG CARROS

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Cinco versões do Ford Escort que não tivemos no Brasil

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Lançado no Brasil em 1983, o Escort representou um enorme avanço para a filial brasileira da Ford. Correspondendo ao modelo europeu de terceira geração, foi o primeiro carro alinhado com a linha europeia da marca americana e ficou conhecido por versões icônicas como o conversível e o esportivo XR3.

Depois do carro pioneiro, o Escort seria comercializado por aqui em mais três gerações e sairia de cena apenas em 2003, quando a Ford já havia lançado o seu sucessor, o Focus. Inicialmente fabricado no Brasil, teve a sua última geração importada da Argentina.

Fora do Brasil, o modelo fez bastante sucesso no exterior. O nome Escort, aliás, segue em uso em um sedã da Ford feito na China. Confira abaixo algumas variações que não tivemos por aqui.

Escort Turnier

Ford Escort
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Ford Escort Turnier

A primeira geração do Escort brasileiro foi oferecida com uma gama de carrocerias que incluía versões de três e cinco portas, além do conversível.

Mas uma opção que não tivemos foi a variação station wagon, que podia ser adquirida no mercado europeu em variações de três ou cinco portas. Por aqui, a perua Escort SW viria apenas em 1996, importada da Argentina.

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Escort Turbo

Ford Escort
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Ford Escort RS Turbo

O esportivo Escort XR3 de segunda geração (quarta na Europa) teve como opção de motor mais potente no Brasil o AP 1.8S vindo da Volkswagen. Fruto da formação da Autolatina, desenvolvia declarados 99 cv.

No mercado europeu, esta mesma geração tinha como opção mais potente a RS Turbo, que trazia um motor 1.6 turbinado capaz de desenvolver 134 cv. Com este conjunto, o Escort esportivo acelerava de 0-100 km/h em 8,7 segundos e batia os 206 km/h de velocidade máxima.

Escort RS Cosworth

Ford Escort
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Ford Escort RS Cosworth

Uma das variações mais interessantes já criadas do Escort, a RS Cosworth foi produzida entre 1992 e 1996 na Alemanha, como uma versão de homologação do carro para o WRC, o Campeonato Mundial de Rali.

A carroceria do Escort original foi adaptada para usar a base do médio-grande Sierra. Já os motores 2.0 turbo, desenvolvidos e fabricados pela britânica Cosworth , eram da família YB e desenvolviam 227 cv em sua versão de rua.

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Escort Van

Ford Escort Van
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Ford Escort Van

Diferente da perua Escort SW, que chegou na parte final da vida do modelo no Brasil, uma variação que nunca chegou aqui foi o Escort Van. Idêntico ao carro de passeio até a coluna central, tinha na traseira um compartimento para levar até 715 kg de carga.

Popular no Reino Unido, trazia uma gama de motores com opções 1.3 a gasolina Endura-E de 60 cv (o mesmo que chegou a ser oferecido no Fiesta brasileiro) e os 1.8 diesel de 60 ou 70 cv (com ou sem turbo). O Escort Van ficou em linha até 2002.

Escort chinês

Ford Escort (China)
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Ford Escort (China)

O nome Escort voltou a ser utilizado em carro da Ford em 2015. Projetado para ser o sedã de entrada da marca na China, o modelo era construído sobre a mesma plataforma do Focus de segunda geração.

Apesar da proposta, o novo Escort tem tamanho de sedã médio (é 11 cm mais longo do que um Chevrolet Onix Plus ) e é oferecido com um motor 1.5 a gasolina de 122 cv, que pode ser combinado a um câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem.

Fonte: IG CARROS

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