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Volkswagen mata o brasileiro Up! no mercado argentino

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VW Up
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VW Up Connect


Se aqui no Brasil a Volkswagen decidiu enxugar a linha do hatch Up!, na Argentina a filial local da marca alemã optou mesmo foi por interromper as vendas do modelo subcompacto feito na fábrica brasileira de Taubaté (SP). É o que aponta um comunicado interno do fabricante, divulgado numa reportagem do site local Argentina Autoblog .


O fim do Up! na Argentina é um reflexo direto da decisão da filial brasileira de manter a partir da linha 2021 apenas a versão Xtreme do Up!, que é equipada com o motor 1.0 TSI de 105 cv. Ultimamente, apenas os carros com o motor 1.0 MPI ainda eram vendidos no país vizinho.

O Up! surgiu com a proposta de ser o novo modelo popular da marca. Mas nunca obteve sucesso nesse objetivo. Situação que se complicou ainda mais após a decisão de se homologar o veículo para apenas quatro passageiros a partir da linha 2021.


Reflexo das mudanças na legislação dos dois países, que desde janeiro passaram a exigir os cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes. A adaptação foi considerada inviável pela Volkswagen por conta dos custos, já que não havia uma “solução pronta”. Na Europa, o Up! sempre foi homologado para levar apenas quatro ocupantes.

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De acordo com dados da Acara, a associação que reúne os concessionários argentinos, o Volkswagen Up! somou apenas 1.938 unidades emplacadas no acumulado do ano até setembro. No mesmo período, o veterano Gol emplacou 10.856 unidades e foi o terceiro modelo mais vendido por lá, perdendo apenas para Toyota Hilux e Chevrolet Onix.

Na Argentina, a expectativa é que o hatch retorne ao mercado em sua versão elétrica e-Up!, que é feita na Europa e já está em testes por lá. Vale destacar que o mesmo modelo também é avaliado pela filial brasileira da Volkswagen.

Fonte: IG CARROS

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Lamborghini Miura que ficou 40 anos guardado vai a leilão

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Lamborghini Miura P400 S ficou sem pintura depois da restauração, apenas com o metal da carroceria polido
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Lamborghini Miura P400 S ficou sem pintura depois da restauração, apenas com o metal da carroceria polido

Conhecido como o primeiro supercarro com motor central, o Lamborghini Miura não é aquele tipo de clássico que se costuma ver abandonado. Mas uma rara unidade P400S ficou 40 anos guardada e, depois de restaurada, vai ser leiloada, ainda sem pintura, mas com todo o resto em perfeito estado.

O Lamborghini Miura P400S em questão teve como primeiro dono uma jovem de 19 anos que foi estudar na Califórnia (EUA) e ganhou o carro de presente dos pais iranianos. Ela ficou com o superesportivo por dois anos até que sofreu um pequeno acidente e o carro precisou ir para a oficina.

Então, a raridade acabou sendo vendida logo em seguida de feitos os reparos e o novo dono pediu algumas peças para a Lamborghini, em 1977, mas nunca chegou a usá-las no carro, que ficou parado por mais de 40 anos. Depois disso, em 2019, o modelo começou a passar por um processo de restauração longo e completo.

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A versão P400 S de 1971 é uma das apenas 50 que foram fabricadas antes da chegada da SV. E durante a restauração trataram de reforçar a estrutura original e de instalar carburadores Webber ainda maiores junto com os coletores e cabeçotes do SV, o que o torna ainda mais especial.

O leilão vai acontecer no próximo dia 14 de agosto, em Monterey, na Califórnia. E mesmo com a decisão de ter deixado o Lamborghini Miura sem pintura, apenas com o metal polido, estima-se que o carro seja arrematado por algo entre US$ 1,8 milhão e US$ 2,2 milhão, ou cerca de R$ 11,5 mihões numa conversão simples.

Fonte: IG CARROS

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