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Volkswagen dá férias coletivas para 2,2 mil funcionários de Taubaté

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Fábrica da volkswagen em Wolfsburg
Andreas Praefcke

Fábrica da volkswagen em Wolfsburg


Os 2,2 mil funcionários da fábrica da Volkswagen , em Taubaté (SP), terão férias coletivas entre 3 e 12 de maio. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, a decisão foi tomada para a implantação da plataforma de produção MQB, uma nova tecnologia usada pela empresa.

A medida, que vale para os funcionários dos dois turnos,  veio logo após o fim da produção do Up!, um dos modelos que eram produzidos na montadora. À época, o sindicato informou que aguardava a instalação da nova tecnologia que vai permitir a produção de novos modelos na planta.

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Atualmente, a unidade de Taubaté produz os modelos Voyage e Gol.

Em nota, a Volkswagen afirmou que “a concessão de férias coletivas para os empregados da fábrica de Taubaté trata-se de uma parada técnica para manutenção das linhas de produção”.

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Desde o início da pandemia, outras montadoras já interromperam suas atividades, totalizando 10. Algumas foram para conter o avanço da Covid-19 nos pátios das fábricas, como a montadora Nissan, que anunciou férias coletivas em seu complexo industrial de Resende, no Rio de Janeiro, paralisando a produção entre os dias 26 de março e 9 de abril.

A Scania e a Volvo também já tinham anunciado a paralisação da produção nas fábricas do ABC paulista. A alemã Mercedes-Benz informou que vai parar a fabricação de veículos nas fábricas de São Bernardo do Campo (SP) e em Juiz de Fora, Minas Gerais, devido a pandemia de Covid-19.

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Economia

Guedes e Pacheco se encontram para discutir reforma tributária

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O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) se encontrou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta segunda-feira (10)
Reprodução / Twitter @rpsenador

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) se encontrou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta segunda-feira (10)


O presidente do Senado , Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes , para discutir a reforma tributária nesta segunda-feira (10). Em seu perfil no Twitter, ele disse que a busca pelo “maior equilíbrio fiscal e retomada do crescimento econômico” começa a “ganhar corpo”.

“Encontrei-me, nesta segunda, com o ministro Paulo Guedes para tratarmos dos encaminhamentos dados à reforma tributária, tema que vem ganhando corpo nas discussões do Congresso , no sentido de avançarmos na busca pelo maior equilíbrio fiscal e retomada do crescimento econômico”, tuitou Pacheco.

O líder do Senado e o da Câmara dos Deputados , Arthur Lira (PP-AL), têm divergido sobre o assunto. Em 7 de maio , Pacheco reagiu à decisão de Lira de extinguir a comissão mista da reforma tributária por ter excedido o prazo de sessões.


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“A comissão mista fez um trabalho longo de aprofundamento sobre a reforma tributária. É razoável e inteligente darmos oportunidade de concluírem o trabalho, o que se efetiva com a apresentação do parecer pelo deputado Aguinaldo Ribeiro”, publicou o senador mineiro.

Contrapontos

Apesar da crítica de Lira, a sessão foi marcada para a próxima quarta-feira (13), às 10h30. Na ocasião será apresentada uma nova versão do parecer do relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), sobre as propostas de emenda à Constituição (PECs) 45 e 110.

Na semana passada, Ribeiro deu um parecer sobre as PECs. A leitura foi ofuscada pela decisão do presidente da Câmara de extinguir a comissão especial. Depois disso, foi aberto o prazo para apresentar as emendas ao parecer.

O deputado deve divulgar sugestões serão acatadas no texto “final” a ser enviado às duas Casas na quarta-feira (13).

Lira vem dizendo que a proposta será discutida com Pacheco para decidir em que Casa do Congresso começará a votação.

Ainda assim, ele tem defendido a votação separada do projeto de lei que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), proposta pelo governo para unificar só o PIS/Cofins. A PEC junta também IPI, ICMS e ISS.

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