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Volkswagen confirma produção de perua 100% elétrica

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Space Vizzion
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Informação foi confirmada pelo CEO da Volkswagen em rede social

A Volkswagen tem um objetivo claro para a década: superar a Tesla no segmento dos carros elétricos. As primeiras investidas já começaram com o lançamento dos novos ID.3 e ID.4 , mas a marca planeja ir além. Segundo Ralf Brandstätter, CEO da fabricante, está confirmada a produção de uma perua 100% elétrica para o mercado global.

O anúncio de Brandstätter, feito no seu perfil do Linkedin, não dá muitas pistas sobre o modelo. É certo que ele será feito sobre a plataforma MEB do Grupo Volkswagen, exclusiva para veículos elétricos, e terá design inspirado no conceito ID. Space Vizzion mostrado no Salão de Los Angeles (EUA) no ano passado.

O modelo terá coeficiente de arrasto aerodinâmico baixo e aproximadamente 700 km de autonomia. Como os modelos da nova família elétrica são lançados com poucas alterações na comparação com os conceitos, espera-se que a nova perua elétrica siga a linguagem visual do Space Vizzion à risca. 

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O conceito mostrado em Los Angeles foi apresentado como um veículo para quatro ocupantes. Sua versão de produção, entretanto, deverá ter espaço para cinco. Detalhes sobre baterias continuam escassos, mas podemos esperar um conjunto de 82 kWh que tenha capacidade para entregar 275 cv de potência.

No Brasil

VW ID.4
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VW ID.4, primeiro SUV elétrico da fabricante alemã

A Volkswagen nunca escondeu o interesse de eletrificar sua linha de produtos no Brasil. O VW Golf GTE híbrido foi o primeiro modelo na categoria, mas a fabricante alemã pretende ampliar as possibilidades nos próximos anos. A principal alternativa deverá ser o SUV ID.4 .

O utilitário esportivo tem bateria capaz de armazenar até 77 kWh de energia, proporcionando autonomia máxima de 520 km. O motor elétrico posicionado no eixo traseiro gera força equivalente a 204 cv de potência. Dessa forma, o ID.4 poderá acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos, com velocidade máxima de 160 km/h. 

Fonte: IG CARROS

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Carros e Motos

Mercado aquecido vira oportunidade para quem quer vender o carro

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carros usados
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Vendas de usados se recuperam, o que deverá reduzir os prejuízos do setor que ficou com as lojas fechadas por quase 5 meses em 2020


Passado o sufoco dos meses iniciais da pandemia do novo coronavírus, os lojistas de automóveis lidam atualmente com o aquecimento na procura por veículos, que já é mais alta nesta época do ano, e acabou ganhando um impulso adicional por conta das mudanças no hábito de circulação.


“Estamos vendendo uma média de 73 mil carros/dia. No mesmo período do ano passado, esse volume era de 60 mil carros/dia”, comenta Ilídio Gonçalves dos Santos, presidente da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), organização que representa os lojistas multimarcas do  mercado brasileiro.

Uma pesquisa recente divulgada pela Globo Insights apontou que quatro em cada dez pessoas pretende comprar um carro nos próximos meses. Santos ressalta que essa tendência está movimentando inclusive a demanda por automóveis mais antigos.

“Por ver o carro como uma alternativa de transporte seguro, tem gente optando claramente por comprar um segundo ou até terceiro automóvel. Isso fez crescer a procura pelos modelos com mais de 12 anos de uso, que era bem menor do que é hoje”, completa Ilídio.

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O presidente da Fenauto avalia que o mercado de usados deve fechar o ano com vendas de 10 a 12% menores que as do ano passado. “Mesmo com essa queda, trata-se de uma vitória levando em consideração que ficamos de quatro a cinco meses com lojas fechadas”.

Estoque em baixa, preços em alta

loja de carro
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Loja de carro como é hoje em dia, com veículos amontoados, bexigas penduradas e para-brisas cheios de rabiscos


O CEO e fundador da Damato Marketing Automotivo, Almir Nogueira Júnior, destaca que passada a euforia inicial, o nível atual de procura por automóveis novos e usados já começa a gerar preocupação entre os lojistas, por conta da redução dos estoques.

“As locadoras estão no final dos seus estoques de usados e hoje já não oferecem mais os mesmos descontos para a compra de carros por concessionários. Diria que este é o melhor momento nos últimos anos para quem quer vender o carro. Tem revendedores que estão fazendo ações de compras de modelos seminovos, por conta dos baixos estoques”.

De acordo com um levantamento da startup Instacarro, esse cenário acabou impactando também nos preços dos seminovos e usados. O valor médio de venda de um Volkswagen Fox 1.0 com cerca de 90 mil quilômetros rodados, que era de 81% da Tabela Fipe – em agosto, subiu para 85%.

Ainda de acordo com a empresa, carros bem conservados e de alto giro com baixa quilometragem chegam a ser negociados por mais de 150% do valor da tabela Fipe, como aconteceu recentemente com um Toyota Corolla cuja venda foi intermediada pela Instacarro.

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Produção

Loja
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Lojas menores e com mais recursos tecnológicos fazem parte das tendências do mercado hoje em dia no Brasil


De acordo com as projeções mais recentes da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a indústria automobilística brasileira deve fechar 2020 com uma produção total de 1,915 milhão de veículos, ou 35% abaixo de 2019.

 Enquanto isso, o volume de veículos novos comercializados deve encerrar o ano em 1,925 milhão de emplacamentos (retração de 31%). Essa projeção, divulgada em outubro pela entidade, apesar de parecer alarmante, aponta para um desempenho menos negativo da indústria do que o previsto inicialmente, quando se previa a queda de 40% ou mais do mercado.

Na avaliação Nogueira Júnior, da Damato Marketing Automotivo, as ferramentas de vendas digitais, como as lives automotivas, contribuíram positivamente para “salvar” os revendedores durante os meses iniciais da pandemia e geraram mudanças que ele considera definitivas no processo de compra de um veículo.

Esse cenário “menos pior” acabou surpreendendo também as montadoras, que ainda não se recuperaram do fechamento das fábricas no segundo trimestre do ano e voltaram a operar sob protocolos de distanciamento social.

Segundo a Anfavea , além dos fatores citados, os estoques de carros novos em baixa são explicados também pelo atual processo de reorganização da cadeia de fornecedores de componentes e matérias-primas e também pelas mudanças nas preferências do público no período.

Apesar de ter provocado adiamentos, a pandemia quase não afetou o rítmo de lançamento de novos modelos no mercado brasileiro. E isso acabou exigindo dos fabricantes mudanças no mix de produção de veículos e versões para atender a essas novas preferências do consumidor.

Fonte: IG CARROS

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