Saúde

Vitamina D não tem eficácia contra Covid-19, afirma estudo

Publicados

em


source
genoma novo coronavírus
Divulgação

coronavírus


Suplementos de vitamina D em alta dosagem não têm efeito contra a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus. A informação foi provada em estudo publicado na edição de hoje, 22, do periódico científico BMJ Nutrition, Prevention & Health.

Leia também: Sociedade de Cardiologia não recomenda uso de cloroquina para Covid-19

O estudo foi executados em países europeus, além do Reino Unido e Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, não existem evidências que embasam que vitamina D é eficaz em tratamentos contra a doença.

Segundo notícias sem embasamento na ciência, doses maiores que 4.000 IU/d de vitamina D poderiam ser eficazes para tratar a doença transmitida pelo novo coronavírus .

Leia também: Covid-19: universidade de Oxford testará vacina em crianças e idosos

No entanto, cientistas deste estudo não encontraram explicações científicas para a afirmação, mas sim associações da falta de vitamina D em indivíduos que sofrem de infecções agudas respiratórias. Assim, a tese não é associável à Covid-19 .

A chefe do Departamento de Ciências da Nutrição da Universidade de Surrey, Sue Lanham-New, encabeçou o estudo.

Leia Também:  Equipe da Fiocruz MG trabalha para desenvolver vacina contra Covid-19

Leia também: Covid-19 já mata mais que diabetes, câncer de mama e AVC por dia no Brasil

“Um  nível adequado de vitamina D no corpo é crucial para nossa saúde em geral. Muito pouco, pode levar ao raquitismo ou ao desenvolvimento de osteoporose. Mas exagerado pode levar ao aumento dos níveis de cálcio no sangue, o que pode ser danoso”, ela afirmou

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Equipe da Fiocruz MG trabalha para desenvolver vacina contra Covid-19

Publicados

em


source
Apesar de promissor, estudo está em fase inicial
Reprodução/Facebook

Apesar de promissor, estudo está em fase inicial

Composta por 15 pessoas, equipe brasileira liderada pela Fiocruz em Minas Gerais, em parceria com a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), o Instituto Butantã, a USP (Universidade de São Paulo) e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, busca desenvolver uma vacina segura e eficiente contra a Covid-19.

Segundo Alexandre Vieira Machado, que lidera o grupo, o Incor (Instituto do Coração) de São Paulo também trabalha no desenvolvimento da vacina, liderado pelo médico Jorge Kalil, e há troca de informações entre as duas equipes. “Esperamos que nós possamos utilizar a deles junto com a nossa em alguns testes”, diz.

Leia também: Relação entre tabagismo e Covid-19 é tema do Dia Mundial sem Tabaco deste ano

Machado explica que o trabalho de sua equipe está sendo feito a partir de algum conhecimento acumulado com o Sars-CoV-1, mas que, como desapareceu depois do surto de 2002, as pesquisas com ele foram interrompidas e por isso agora há mais dificuldade de se encontrar a vacina, com a pandemia em andamento e com um vírus muito mais contagioso e que causa consequências mais graves.

Leia Também:  Covid-19: Cresce taxa de ansiedade e depressão em norte-americanos na pandemia

“É como ter que trocar o pneu de um carro em movimento descendo uma ribanceira”, afirma o pesquisador.

Veja mais: Fatores de risco para Covid-19 concentram população de baixa escolaridade

“Não tem vacina pro Sars-CoV. É uma coisa muito triste e um recado para a ciência e para as agências de fomento. Somos frequentemente confrontados com doenças novas, como zika e chikungunya, e a volta de outras, como sarampo e febre amarela, isso desvia o foco das linhas de pesquisa e dos investimentos em vacina. Isso é ruim, porque se nós tivéssemos uma vacina aprovada para Sars-CoV-1, mesmo que fosse em fase clínica, numa plataforma que funcionasse, a gente poderia ter pulado algumas etapas”.

Porém, embora promissor, o trabalho ainda está longe de ser concluído. Segundo o pesquisador, o desenvolvimento laboratorial, com testes em camundongos, deve ser concluído em meados do ano que vem. Só deois será possível iniciar a fase clínica, que é mais complexa e cara, já  que exige mais estrutura, pessoal especializado e condições sanitárias específicas.

Fonte: IG SAÚDE

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA