Estado

Veja oito dicas do Bandes sobre logística para as empresas se adaptarem ao cenário atual

Publicados

em


.

A pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) impactou no funcionamento do mercado e nos hábitos de consumo. Devido às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), grande parte da população está em casa seguindo o distanciamento social, o que ocasionou o aumento das compras on-line e nas mudanças de logística das empresas.

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em março, houve um aumento de cerca de 35% nas compras on-line, em comparação com o mesmo período de 2019. Muitos dos consumidores preferem comprar pela internet, não só para evitar saírem de casa, mas também pela facilidade e rapidez no processo de venda, além do conforto em receber tudo em casa.

Nesse período, é ainda mais necessário que as empresas procurem métodos para aumentar a eficiência produtiva, com o objetivo de desenvolver vantagens sobre os concorrentes. “O investimento no processo de vendas on-line envolve planejamento, execução, controle da distribuição de produtos, além de armazenamento. Ou seja, é estratégico, porque é a área da empresa que pensa como os produtos e serviços chegam ao consumidor final”, explica Sávio Caçador, economista e gerente de Planejamento do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).

Para ajudar os empresários a organizar melhor este processo, o economista enumerou oito dicas valiosas, confira:

Organização e agilidade: Quanto mais informações e números sobre a empresa disponíveis, melhor e mais rápidas as demandas serão atendidas. É importante manter um bom acompanhamento de todo o processo para evitar possíveis problemas. A equipe de vendas e de produção deve atuar de forma bem próxima.

Cadeia de suprimentos: A falta de produtos em estoque é um problema, tanto quanto o excesso deles. Para evitar os prejuízos, uma boa solução é compartilhar o sistema da cadeia de suprimentos com os fornecedores. Dessa forma, eles podem entregar os produtos de acordo com a necessidade. Ou seja, a quantidade de matéria-prima que a empresa tem em estoque para atender às demandas dos clientes deve ser bem planejada.

Previsões de demandas: Para evitar faltas ou desperdícios, é importante ter uma previsão das demandas do mês. Esse controle pode ser feito com base nas demandas do mês anterior, fazendo ajustes condizentes ao mês atual.

Parceiros inovadores: Procure por parceiros e fornecedores entre os quais você enxerga a capacidade de inovação e eficiência, contribuindo para o crescimento da empresa.

Integração da equipe: A equipe da empresa deve estar integrada e informada sobre os processos de produção, para que as operações sejam alinhadas e tudo funcione com mais eficiência e rapidez.

Softwares: Pesquise e escolha o software que melhor atende às demandas da empresa. Essa escolha é essencial para que a gestão permaneça organizada, minimizando os possíveis erros humanos e situações inesperadas.

Desempenho: Vale a pena estar sempre monitorando as atividades dos fornecedores e dos colaboradores da empresa, para garantir que estejam todos alinhados. Os ambientes interno e externo devem estar equilibrados para que as demandas da empresa sejam atendidas com efetividade.

Bom atendimento: o bom atendimento, prestado com cordialidade e clareza das informações, continua sendo um diferencial competitivo importante. Ele deve ser feito on-line (telefone, SMS, Whatsapp, site) ou off-line (vendedor, motoboy, entregador, etc.).

Texto: Julia Ronchi

Informações à imprensa:
Gerência de Comunicação Institucional do Bandes
Bárbara Deps Bonato / Wilson Igreja Campos
(27) 3331-4352/ (27) 98131-6987 / (27) 3331-4424
[email protected]
www.facebook.com/bandesonline

Fonte: Governo ES

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Ministério da Saúde orienta municípios darem continuidade à imunização contra Influenza
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado

Julho Amarelo: Sesa inicia campanha de conscientização sobre hepatites virais

Publicados

em


.

Julho é o mês de conscientização sobre as hepatites virais. Com o tema “Saber Salva! Hepatites virais têm cura. Faça o teste”, a Secretaria da Saúde (Sesa) chama atenção para a campanha “Julho Amarelo” e a importância de manter a população informada sobre a doença que causa inflamação no fígado e até câncer.

No Brasil, as hepatites mais comuns são causadas pelo vírus A, B e C. De acordo com os dados parciais do Programa Estadual de Hepatites Virais da Sesa, o Espírito Santo registrou 70 casos da doença no primeiro semestre desse ano, sendo três pelo vírus A, 37 pelo vírus B e 30 pelo vírus C. No mesmo período de 2019, foram notificados 236 casos, sendo cinco de hepatite A, 166 de hepatite B e 65 de hepatite C.

O coordenador do Programa Estadual de Hepatites Virais, o médico infectologista Marcello Leal, ressalta a importância do diagnóstico precoce e de manter a caderneta de vacinação atualizada. “O diagnóstico, sobretudo precoce, é importante para identificar pessoas que possuem a doença e que não sabem, uma vez que as hepatites virais B e C são doenças silenciosas. Tratar esses pacientes reduz consideravelmente a chance de desenvolvimento de cirrose e câncer de fígado, além de interromper a cadeia de transmissão”, disse.

Leia Também:  Estado anuncia obras de infraestrutura e reforma de escolas em Vila Velha

O teste

É importante estar atentos aos principais sintomas da doença, como febre, dor no corpo, náuseas, vômito, pele e olhos amarelados e urina escura. Após a identificação dos sinais, o paciente deve procurar a Unidades Básicas de Saúde ou Centros de Testagem e Aconselhamento de IST, AIDS e Hepatites para a realização do teste rápido de hepatites B e C.

O médico Marcello Leal explica que na hora do atendimento o profissional da saúde recolhe uma gota de sangue do paciente, deposita em pequena placa e a reação química é realizada. “Após esse processo, é feita a leitura do teste e o resultado é liberado em aproximadamente 20 minutos”, descreveu.

Diferença entre as hepatites A, B e C

A hepatite A é feita por meio da ingestão de água e alimentos contaminados por fezes de um indivíduo com a doença. Com isso, a maioria dos casos dessa classificação está associada a condições precárias de saneamento básico. A vacinação contra a hepatite A foi incluída no calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 2014, para crianças de 15 meses a 5 anos incompletos. No Espírito Santo, a maior parte dos casos registrados pela doença são em pessoas com mais de 30 anos.

Leia Também:  Hemoes inicia pesquisa do uso de plasma para pacientes com Covid-19

Já a hepatite B pode ser transmitida por três formas distintas: relação sexual; sangue contaminado; e de mãe para filho durante a gestação ou no momento do parto. Após o contato com o vírus, existe a chance de este permanecer se multiplicando nas células do fígado por mais de seis meses, conhecida como hepatite viral crônica. No Estado, essa doença atinge indivíduos com mais de 30 anos.

No caso da hepatite C, ela é passada por meio de sangue contaminado, sendo que a maioria dos pacientes não possui sintomas. Caso a testagem não seja realizada, a doença só é detectada em estágio avançado, com sinais clínicos de cirrose ou câncer de fígado. Ainda não existe vacinação contra essa classificação da hepatite.

As vacinas para hepatite virais A e B são ofertadas na rotina das salas de vacinação das unidades de saúde dos municípios durante todo o ano.

Informações à imprensa:

Assessoria de Comunicação da Sesa

Syria Luppi / Kárita Iana / Paula Lima / Luciana Almeida / Thaísa Côrtes

(27) 3347-5642 / 3347-5643

[email protected]

Fonte: Governo ES

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA