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Veja como Silvio Santos foi de camelo à um dos empresários mais ricos do Brasil

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Silvio Santos: do camelo á bilionário brasileiro

Se não todo o Brasil, a maioria dos brasileiros sabe quem é Silvio Santos. Dono do SBT , sua empresa mais famosa, o empresário aos 90 anos de idade ainda é notícia.

Isso porque o empresário, dono de um império que conta com 38 empresas, têm uma história que vai literalmente “do lixo ao luxo”.

Portanto, conheça essa trajetória com altos, baixos e reviravoltas de novela do homem que saiu do camelo e virou um dos mais famosos bilionários brasileiros.

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Hoje conhecido por seu nome artístico, Silvio Santos começou sua vida como camelô nas praias do Rio de Janeiro. Logo cedo, devido a sua voz emblemática, o empresário conseguiu seus primeiros trabalhos como locutor, dando início a sua carreira.

Entretanto, foi só em 1958 que seu império começou a surgir, quando o empresário adquiriu o Baú da Felicidade. A empresa mandava a seus clientes caixas mensais, com brinquedos e produtos onde o cliente por sua vez pagava carnês mensais.

Daí em diante o negócio só foi crescendo, criou lojas próprias onde o cliente podia trocar o valor pago por, além dos brinquedos, eletrodomésticos. Além do crescimento com sua empresa, Silvio veio ganhando cada vez mais notoriedade, apresentando programas na TV Globo, Tupi e Record, até criar sua própria emissora em 1981.

O sucesso e as polêmicas

O auge de Silvio Santos se deu logo após a criação de sua emissora, que chegou a ocupar o segundo lugar de maior emissora no Brasil. Dessa forma, o empresário, considerado por muitos um visionário, criou marcas de produtos de beleza, hotéis e até seu próprio banco, o Banco Pan-americano.

Confira a reportagem completa aqui

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Subida dos juros deve provocar desaceleração na economia, diz Guedes

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Paulo Guedes, ministro da Econimia
[email protected] (O Dia)

Paulo Guedes, ministro da Econimia

O ministro da economia, Paulo Guedes, reconheceu que a subida dos juros para combater a inflação vai provocar uma desaceleração na economia no ano que vem. Para ele, o resultado será o melhor possível a ser feito, e a política econômica está seguindo o caminho correto.

“A Faria Lima e os banqueiros estão prevendo um crescimento menor. É natural. No ângulo de visão de financistas, é claro que vai haver uma desaceleração forte, porque os juros estão subindo. A inflação subiu, de novo estamos fazendo a coisa certa. O importante não é a previsão. O importante é fazer a coisa certa. O resultado será o melhor possível. Quando previram que o Brasil ia cair 10 [%], eu apenas descredenciei a previsão de 10. Eu não disse quanto ia cair. Aí surgiu uma guerra de fatos. Eu acreditava em recuperação em V. Não disse em quanto tempo e aconteceu até mais rápido do que eu esperava. Em compensação, veio acompanhada do componente inflacionário”, disse, ao participar nessa sexta-feira (3) do Encontro Anual da Indústria Química.

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Em contrapartida ao efeito dos juros, Guedes conta com o avanço da taxa de investimentos, que vem registrando evolução e pode chegar em 2022 a 20% do Produto Interno Bruto (PIB). Para o ministro, o crescimento do Brasil é inevitável e o país está recuperando sua economia de forma sustentável. Segundo ele, a economia passa por uma fase de recuperação cíclica em forma de V, que é quando registra recuo seguido de ascensão, baseada em transferência de renda e agora passa para a etapa do aumento dos investimentos.

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“É um número importante. Estamos subindo a nossa taxa de investimentos”, afirmou.

Guedes acrescentou que não vai fazer projeções do crescimento do PIB para 2022 .

“Eu não estou prevendo quanto vai ser o crescimento do ano que vem. Eu estou tentando de novo colocar um certo ceticismo nessas previsões, que foram de queda de 10%, de depressão, de desemprego em massa. Estou tentando justamente inspirar uma volta à normalidade da economia brasileira e até transcender esse estado, questionando essas previsões do PIB e de crescimento zero. É verdade que a subida de juros para combater a inflação desacelera o crescimento, mas também é verdade que uma taxa de investimento de 20% do PIB é um sinal de bom crescimento à frente”, observou.

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