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Veja como antecipar o saque do auxílio de R$ 600 e do FGTS com cartão ou boleto

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Aqueles que já receberam uma parcela do auxílio emergencial ou do FGTS emergencial , mas ainda não conseguiram sacar o dinheiro, conseguirão antecipar o saque com boleto ou cartão.

Isso é por conta das Fintechs (empresas que trabalham com tecnologia financeira) oferecerem a opção de transferência dos valores para uma conta pessoa sem limitação de transferências ou retiradas de dinheiro.

Empresas como PagBank , Nubank , Mercado Pago e PicPay são algumas que tem oferecido a opção que foge da restrição imposta pelo governo.

Veja como antecipar o seu saque do auxílio de R$ 600 e do FGTS com cartão ou boleto
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Veja como antecipar o seu saque do auxílio de R$ 600 e do FGTS com cartão ou boleto

A alternativa dessas companhias é a de usar o app da Caixa para pagar um boleto ou realizar uma compra online. Na prática, isso transfere o auxílio ou o FGTS para uma conta em nome da própria pessoa que receberia a ajuda. Desta forma, a pessoa poderia usar o aplicativo da fintech para realizar novas transferências ou para sacar o valor.

Cabe lembrar que a operação não é irregular. A autoridade monetária que regula esse tipo de atividade financeira, o Banco Central ( BC ), autorizou as fintechs a usarem boletos para o depósito nas contas digitais.

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Confira o passo-a-passo do que fazer em cada uma das fintechs:

PagBank

Primeiramente, baixe o aplicativo e abra uma conta. Após isso, o processo pode ser feito tanto por boleto quanto por cartão digital.

Via Boleto (transferência do dinheiro em até três dias):

  1. Entre no aplicativo do PagBank;
  2. Na tela inicial, clique em “Adicionar dinheiro”;
  3. Selecione o meio de pagamento “Boleto bancário”;
  4. Digite o valor que pretende fazer a transferência e selecione “concluir”;
  5. Pague o boleto no app Caixa Tem;

Via cartão virtual da Caixa (transferência sem custos e saldo liberado instantaneamente)

  1. Acesse o app do PagBank e na tela inicial clique em “Adicionar dinheiro”;
  2. Selecione “Cartão de débito virtual Caixa” e depois em “Adicionar novo cartão”;
  3. Informe os dados do cartão (número, validade e CVV);
  4. O PagBank fará uma verificação de segurança em seu cartão Elo em um valor que será estornado em até um dia para sua conta da Caixa;
  5. Acesse o extrato do cartão e insira um dos valores que foram cobrados pelo PagBank;
  6. Com seu cartão cadastrado, acesse novamente a opção “Adicionar Dinheiro” na tela inicial do aplicativo da fintech e selecione “Cartão de débito virtual Caixa”;
  7. Toque em “Continuar”;
  8. Insira o valor que deseja adicionar à sua conta e vá em “Continuar”;
  9. Cheque o valor informado e clique em “Concluir”;
  10. Informe o seu código de segurança (CVV) que muda a cada transação. Depois acesse o seu app da Caixa para consultar um CVV que seja válido.
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Mercado Pago

Primeiramente, baixe o aplicativo e abra uma conta. Após isso, o processo pode ser feito dessa maneira:

  1. Abra o app Caixa Tem
  2. Selecione a opção “Cartão de Débito Virtual”;
  3. Copie os dados do cartão e gere um código de segurança para a transação;
  4. Abra o app do Mercado Pago e vá em “selecionar dinheiro”;
  5. Clique em “Cartão Virtual Caixa”;
  6. Insira o valor que deseja transferir;
  7. Cadastre seus dados do cartão virtual da Caixa e confirme seu depósito.

Nubank

Primeiramente, baixe o aplicativo e abra uma conta. Após isso, o processo pode ser feito dessa maneira:

  1. Acesse o app do Nubank;
  2. Clique em “Depositar” e depois em “Depositar por boleto”;
  3. Pague o boleto no aplicativo Caixa Tem.

O pagamento por boleto demora até três dias úteis para ser transferido ao Nubank.

PicPay

Primeiramente, baixe o aplicativo e abra uma conta. Após isso, o processo pode ser feito dessa maneira:

  1. Abra o app PicPay, selecione “Sua carteira” e “Adicionar dinheiro”;
  2. Selecione “Cartão de débito virtual ELO”;
  3. Copie os dados do cartão virtual do Caixa Tem e gere o código de segurança para a transação.
  4. Insira o valor que deseja transferir e confirme o código de segurança (CVV).

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Privatização da Caixa? Entenda a Medida Provisória 995

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Caixa
GettyImages/BBC

MP 995 permite participação de empresas privadas na Caixa

A Medida Provisória 995, que transita no Congresso Nacional, abre a possibilidade da participação de  empresas privadas na Caixa Econômica Federal. A explicação da ementa da MP diz que ela visa dar “Autorização para que subsidiárias da Caixa Econômica Federal e as sociedades constituídas por elas” possam adquirir “controle societário ou participação societária minoritária em sociedades empresariais privadas”. Editada na última sexta-feira, a MP 995 recebeu 412 emendas. Sindicalistas chamam processo de ” privatização disfarçada”.

A MP permite desmembrar e privatizar subsidiárias da Caixa. Para sindicalistas dos bancários, a medida é considerada uma privatização disfarçada da Caixa, por fatiar o banco e tirar do Estado suas áreas mais rentáveis.

Em seus dois artigos, a MP autoriza as subsidiárias do banco público a incorporar ações de outras sociedades empresariais e a aquisição do controle societário ou participação minoritária em empresas privadas. O texto tem validade de 60 dias e pode ser prorrogada por mais 60. Por se tratar de MP, suas implicações já estão em vigor.

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O foco do governo é a venda de subsidiárias como Caixa Seguridade, quarto maior grupo segurador do país, e Caixa Cartões. O governo também tem interesse na abertura de capital das Loterias, Gestão de Ativos de Terceiros e o Banco Digital, segundo aponta a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal).

“Nosso principal objetivo é suprimir o texto dessa MP que permite a venda das subsidiárias. Vamos fazer tudo o que for possível para reverter essa situação”, diz o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Para ele, é clara a manobra do governo para privatizar a Caixa mesmo sem permissão do Congresso, o que desobedece o Supremo Tribunal Federal. “O governo está aproveitando esse momento de pandemia. Em vez de se preocupar em defender a vida das pessoas, ele está preocupado em vender patrimônio público”, critica Takemoto.

Em julho, o Congresso pediu ao STF para fazer parte do processo, alegando que a Petrobras vem burlando a decisão do Supremo, transformando refinarias em nova subsidiárias para vendê-las.

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