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Veja cinco versões do Volkswagen Fusca que não tivemos no Brasil

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Produzido pela Volkswagen do Brasil entre 1959 e 1986, além de uma breve retomada entre 1993 e 1996, o Fusca teve mais de 3,1 milhões de unidades fabricadas por aqui nesses dois períodos.

Mas embora o modelo tenha recebido diversas modificações estéticas e mecânicas, como a incorporação de motores mais fortes, o Volkswagen Fusca brasileiro permaneceu ao longo da sua vida praticamente sem modificações profundas ou grandes novidades tecnológicas. Confira a seguir algumas versões do Besouro que não tivemos por aqui.

1 – Fusca conversível

VW Fusca
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Muito charmoso e de concepção muito simples. Apesar disso, não é incomum ver modelos como esse custando caro pelo mundo

Embora seja quase tão antigo quanto o modelo fechado, o Besouro conversível “de fábrica” nunca chegou a ser produzido em São Bernardo do Campo (SP).

Na Alemanha, a Karmann produziu entre 1949 e 1980 uma variação aberta, que tinha uma carroceria com vários reforços estruturais para compensar a ausência da capota. Seguindo as mesmas melhorias mecânicas do “Sedã”, o modelo teve a honra de ser o último Fusca “original” a ser produzido na Europa, quando um 1303 conversível deixou a linha de montagem em janeiro de 1980.

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2 – Fusca 4×4

VW Fusca
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O Fusca 4×4 é derivado de inovações criadas para a Segunda Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Volkswagen — ainda conhecido como KDF-Wagen — seria produzido uma versão com tração nas quatro rodas chamada de Typ 87.

O motor 1.1 de apenas 24 cv era combinado a um chassi reforçado para abrigar um eixo cardã. Com diferenciais blocantes na dianteira e traseira, o modelo trazia ainda a suspensão elevada e um tanque adicional de combustível instalado no lugar do estepe dos carros convencionais. Foram 564 unidades produzidas do modelo entre 1941 e 1944.

3 – Fusca 1302/1303

VW Fusca
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Os destaques desse Fusca são vistos na sua construção, que já se aproximava dos VW modernos

O modelo 1302, lançado em 1971 na Alemanha, serviu de base no ano seguinte para o 1303, carro que seria a última grande modificação do projeto original de Ferdinand Porsche.

Além da nova suspensão dianteira do tipo McPherson, o 1303 empregava um novo para-brisa panorâmico, um painel de instrumentos de plástico (no mesmo estilo que seria visto no Passat), e uma versão do motor 1.6 com injeção de combustível. Outras novidades que surgiram primeiro nessa versão foram as lanternas traseiras grandes, que no Brasil ficaram conhecidas como “pata de elefante”.

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4 – Fusca GSR

VW Fusca
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Já este aqui, era como se fosse um “Fusca GTI”, antes mesmo dessa sigla ter sido inventada

Antes do advento do Golf GTI , o Fusca GSR era o mais próximo que alguém poderia chegar de um compacto esportivo da Volkswagen. Lançado em 1972, a série especial do modelo 1303S tinha produção limitada a apenas 3.500 unidades

O carro trazia uma série de diferenciais de estilo, como o capô preto e rodas esportivas, além de modificações como freios a disco e um câmbio de quatro marchas com relações mais longas. O motor 1.6 de apenas 50 cv era o mesmo os 1303S normais. Mas a VW entregava ao compradores uma lista de preparadoras certificadas para tirar mais potência do propulsor 1.600.

5- Fusca semiautomático

VW Fusca
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Um câmbio manual de três marchas era ligado ao motor por meio de um conversor de torque, o que permitia ao carro ficar em ponto morto mesmo quando engatado

Entre os anos de 1968 e 1976, o Fusca foi produzido na Alemanha com uma opção de câmbio semiautomático. Nos Estados Unidos, para onde eram exportados, os carros com esse tipo de transmissão eram identificados pelo logotipo “Automatic Stick Shift” (algo como câmbio manual automatizado, em inglês).

Um câmbio manual do Volkswagen Fusca , de três marchas, era ligado ao motor por meio de um conversor de torque, o que permitia ao carro ficar em ponto morto mesmo quando engatado. Já as trocas de marcha eram feitas sem o pedal da embreagem: um solenóide na alavanca identificava a mudança e acionava a embreagem automaticamente, por meio de um atuador a vácuo.

Fonte: IG CARROS

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Segunda via da CNH pode ser pedida pela internet sem sair de casa

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Aplicativo para celular vai permitir acessar a CNH em todo o Brasil sem precisar ir ao Detran

Aqueles que perderam ou tiveram a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) roubada ou furtada neste período da pandemia do Covid-19 têm a opção de pedir uma segunda via digital do documento, que é acessada por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito e tem o mesmo valor da via de papel.

A opção é válida desde o mês passado mesmo para as habilitações emitidas antes de maio de 2017, que não contavam com o QR Code anteriormente necessário para a ativação do serviço. Para obter a segunda via digital, é preciso que a CNH não esteja nem suspensa e nem cassada, ou que não haja a necessidade de alteração de dados pessoas como sobrenome, endereço e a inclusão do exercício de atividade remunerada.

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Com a nova medida os motoristas vão economizar tempo para conseguir uma segunda via da CNH

Depois de fazer o pagamento da taxa de emissão da segunda via na rede bancária, que em São Paulo é de R$ 45,56, é necessário fazer um cadastro no Portal de Serviços Denatran, para onde até o dia seguinte do pagamento da taxa será enviado para o e-mail cadastrado um código para acessar a CNH digital.

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É possível ainda o pagamento da taxa de envio da CNH impressa pelos Correios. A promessa do Detran.SP é que a via impressa do documento será enviada para o endereço de cadastro após a normalização dos atendimentos presenciais.

Fonte: IG CARROS

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