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Valor do seguro-desemprego aumenta após inflação alta em 2020; confira

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Jana Pêssoa/Setas

Valor do seguro-desemprego sofre reajuste após INPC fechar 2020 em 5,45%

A tabela com os valores do seguro-desemprego  foi atualizada com o reajuste de 5,45% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) , conforme informado pelo Ministério da Economia. Para o cálculo das parcelas, é considerada a média de salários dos últimos três meses antes da demissão, sendo que o benefício não pode ser inferior ao salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 este ano.

Com o reajuste, a parcela máxima a ser recebida — no caso de trabalhadores que têm remuneração acima de R$ 2.811,60 — passa de R$ 1.813,03 para R$ 1.911,84.

O pagamento é feito de três a cinco parcelas , de acordo com os meses trabalhados e se a solicitação já foi feita outras vezes. A quem recebe o benefício não é permitido ter outro vínculo empregatício, seja formal ou informal.

Para ter acesso ao crédito, o trabalhador formal tem que dar entrada no pedido do 7º ao 120º dia após a data da demissão . Já para o empregado doméstico, esse prazo vai do 7º ao 90º dia, contados da data da dispensa.

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Veja como calcular o seguro-desemprego

– Quem recebe até R$ 1.686,79 deve multiplicar o salário médio dos últimos três meses por 0,8 . O valor não deve ser inferior a R$ 1.100;

– Os empregados que têm salário de R$ 1.686,80 até R$ 2.811,60, caso sejam demitidos, devem multiplicar a quantia que exceder R$ 1.686,79 por 0,5 e somar com R$ 1.349,43 ; e

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– Quem recebe mais que R$2.811,60 terá direito, invariavelmente, a R$ 1.911,84, o novo teto do seguro-desemprego .

Como solicitar?

– O trabalhador deve acessar o site  empregabrasil.mte.gov.br/ e fazer seu cadastro, informando CPF, nome, data de nascimento, nome da mãe, estado de nascimento;

– Caso os dados estejam corretos, o requisitante será direcionado para responder um questionário com cinco perguntas sobre sua carreira . É preciso acertar pelo menos quatro das cinco perguntas. Em seguida, ele receberá uma senha provisória que deverá ser trocada no primeiro acesso. Caso o usuário não consiga acertar as respostas, terá de aguardar 24 horas para uma nova tentativa ou entrar em contato com a Central 135 do INSS;

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– Ao finalizar o cadastro, terá acesso aos serviços do Emprega Brasil, sendo uma delas “Solicitar Seguro-Desemprego”;

– Depois de finalizar a solicitação, é necessário agendar o atendimento presencial para confirmar o cadastro e aguardar a liberação das parcelas, que ocorre em cerca de 30 dias após o preenchimento do documento pela internet. Caso a data para o atendimento presencial ultrapassar o prazo de 30 dias, a emissão do dinheiro ocorrerá na semana seguinte ao atendimento; e

– Também é possível fazer a solicitação no aplicativo Carteira de Trabalho Digital , nas versões Android ou iOS, ou de forma presencial, em uma das unidades das Superintendências Regionais do Trabalho, mediante agendamento pela Central 158.

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Auxílio vai voltar? Para Bolsonaro, só com PEC Emergencial; entenda

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Brasil Econômico

Bolsonaro é a favor da volta do auxílio, mas com cuidados
Reprodução SBT

Bolsonaro é a favor da volta do auxílio, mas com cuidados

O presidente Jair Bolsonaro é a favor da volta do auxílio emergencial , mas só aceitaria pagar o benefício novamente caso seja aberto espaço no Orçamento . As informações são de fontes ligadas ao presidente ouvidas pelo Valor Econômico.

De acordo com as fontes, Bolsonaro não está disposto a flexibilizar o teto de gastos para voltar a pagar ao auxílio emergencial. “Se não tem dinheiro, melhor nem fazer”, disse o presidente.

A solução para voltar a pagar o benefício , que ainda não teve seu valor definido, não seria um novo Orçamento de Guerra que, no ano passado, retirou os gastos relacionados à pandemia de Covid-19 do cálculo do teto.

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Para Bolsonaro , portanto, a saída seria aprovar uma Proposta de Emenda Cosntitucional (PEC) Emergencial – ou PEC dos gatilhos -, para abrir espaço no orçamento para o pagamento de benefícios.

A PEC estabelece cortes de gastos, como salários dos servidores, sempre que o Orçamento ultrapassar o limite. Além disso, benefícios fiscais devem ser reavaliados a cada quatro anos com a PEC, que também deve proibir novos incentivos fiscais.

Dentre as medidas, que são temporárias, também está a proibição de criar novas despesas obrigatórias por dois anos. Com a PEC , também fica permitida a redução de carga horário e salários de servidores públicos.

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