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Vacina da Moderna tem preço considerado alto; acordo com Brasil pode travar

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Imunizante da Moderna tem 94,1% de eficácia contra a Covid-19
Reprodução: iG Minas Gerais

Imunizante da Moderna tem 94,1% de eficácia contra a Covid-19

Segundo interlocutores do governo, o preço da vacina da Moderna pode fazer com que o acordo entre a farmacêutica com o Brasil, anunciado nesta sexta-feira (5), trave. As informações são da CNN.

O ministério da Saúde confirmou que avançou nas tratativas para fechar a compra de 13 milhões de doses da vacina do laboratório Moderna, que combate o novo coronavírus (Sars-Cov-2). 1 milhão chegariam em julho.

Todavia, segundo estes membros do governo federal , o valor de cada dose, considerado caro, pode fazer com que fracasse a aquisição.

Segundo a Moderna , o preço varia entre R$ 134 e R$ 199 por dose, sendo menor o preço caso mais vacinas sejam compradas.

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Com eficácia de 94,1%, são necessárias duas doses para cada pessoa, com intervalo de 28 dias entre cada aplicação. 

Na avaliação dos integrantes do governo, investir nesse imunizante não compensa, por conta do alto custo e pelo fato da primeira entrega ocorrer daqui a apenas 4 meses.

Vivendo o pico de novos casos e de óbitos da Covid-19 , a Saúde alterou o cronograma de vacinação, e reduziu em 8 milhões o número de doses que seriam entregues em março.

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Defesa de Lula pede para STF trancar três ações penais contra ex-presidente

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Ex-presidente Lula
O Antagonista

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Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediram ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determine o trancamento de três ações penais em que o petista é réu. Caso o pedido não seja aceito, a defesa de Lula pede ao menos que as provas obtidas no acordo de leniência da Odebrecht não sejam utilizadas, porque os advogados alegam que não tiveram acesso a todos os dados do acordo.

As ações que a defesa do ex-presidente quer que sejam interrompidas tratam do sítio de Atibaia, do prédio do Instituto Lula e de doações feitas ao mesmo instituto. Nos três casos Lula é acusado pelo Ministério Público de ter recebido vantagens indevidas da Odebrecht. O ex-presidente nega as acusações.

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No mês passado, o ministro Edson Fachin, do STF, determinou o envio destes processos, junto a uma quarta ação, para a Justiça do Distrito Federal. Na mesma decisão, Fachin anulou duas condenações de Lula : uma justamente no caso do sítio de Atibaia, e outra no do triplex do Guarujá.

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O novo pedido, apresentado na segunda-feira ao STF , foi endereçado a Lewandowski porque ele é o relator de uma ação que trata sobre o tema. Os advogados do ex-presidente afirmam que decisões do ministro garantindo acesso a elementos do acordo da Odebrecht não foram cumpridas.

A defesa alega que “não há desfecho legítimo a uma persecução penal sem ampla defesa, e não há ampla defesa sem o pleno exercício da Defesa Técnica, o que inclui, logicamente, acesso a quaisquer provas que se relacionem ao imputado assistido, faz necessário que seja declara a inutilização dos elementos oriundos do acordo de leniência da Odebrecht”.

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