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Turma da Mônica chegará a Gramado em outubro, para o Dia das Crianças

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Projeto mostra como será a Vila da Mônica, parque com 30 atrações inspirado nas histórias em quadrinhos, em Gramado
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Projeto mostra como será a Vila da Mônica, parque com 30 atrações inspirado nas histórias em quadrinhos, em Gramado

Em outubro, a Serra Gaúcha terá um pouquinho de Bairro do Limoeiro. Prevista para abrir as portas no dia 12 daquele mês, a Vila da Mônica será a nova atração de Gramado, com a proposta de reproduzir os cenários das histórias criadas por Mauricio de Sousa nos quadrinhos, nas animações e, mais recentemente, nos filmes.

O primeiro parque temático dedicado à Turma da Mônica fora de São Paulo está sendo construído numa área de 11 mil metros quadrados, que contará com mais de 30 atrações. Os visitantes poderão ver, por exemplo, as casas da Mônica, do Cebolinha, da Magali e do Cascão, além da Cidade dos Carrinhos, do Canteiro de Obras, e do Laboratório do Franjinha.

Entre outros cenários temáticos e praça de alimentação se destacará ainda o espaço Jardim das Estrelas, uma homenagem à cidade e ao Festival de Cinema de Gramado (que, em 2022, acontecerá entre 12 e 20 de agosto).

Mônica, Cebolinha, Milena e Luca, personagens da Turma da Mônica em frente ao Lago Negro, em Gramado
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Mônica, Cebolinha, Milena e Luca, personagens da Turma da Mônica em frente ao Lago Negro, em Gramado

“Acredito que o grande diferencial da Vila é a realidade em 3D que a arquitetura do parque propõe para que as crianças remetam ao universo do bairro do Limoeiro. As atrações têm muita imersão tecnológica, em ambientes perfeitos para o entretenimento em família. A presença constante dos personagens da Turminha passeando por lá, posando para fotos, também garante a alegria da criançada”, conta, em nota, a empresária que está à frente do empreendimento, Manoela da Costa Moschem.

Os responsáveis garantem também que o parque terá preocupação especial com a acessibilidade. Eles afirmam que o local foi projetado para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida por meio de rampas de acesso, elevadores e pisos antiderrapantes. Uma das atrações, por exemplo, será a casa de Luca, um personagem cadeirante que faz parte da Turma da Mônica.

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A Vila da Mônica ficará às margens da rodovia RS 235, que liga a cidade a Canela e a outros municípios da região, como Nova Petrópolis e São Francisco de Paula. Os ingressos já estão à venda pelo site viladamonica.com.br e custam, em valor promocional até 1º de outubro, R$ 149. Após, o preço será R$ 179.

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Fonte: IG Turismo

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Descubra como aproveitar a temporada de pesca esportiva no Amazonas

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Turismo de pesca na Amazônia
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Turismo de pesca na Amazônia

As mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, em junho, revelaram um retrato perverso da pesca ilegal na Amazônia. Mas a atividade na região não é necessariamente criminosa e predatória. A pesca esportiva ajuda a garantir a preservação das principais espécies de lá, como o tucunaré, o pirarucu, a pirarara e a piraíba.

Esse tipo de turismo é a principal atividade econômica para Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, municípios do Amazonas que são os principais destinos da prática no Brasil, com uma temporada que vai de setembro a março.

“A pesca esportiva, hoje, é fundamental para a sobrevivência dos municípios da calha do Rio Negro. As operações de pesca, em barcos hotéis, pousadas ou acampamentos, geram cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos”, explica Alexandre Arruda, o Mega, presidente da Abot (Associação Barcelense dos Operadores de Turismo), que reúne 90% das operações naquela região.

Expectativa em alta

O otimismo é grande para a temporada de pesca esportiva que está prestes a começar, na primeira semana de setembro. Após dois anos seguidos de pandemia, o número de turistas já está perto dos melhores períodos anteriores à Covid-19, quando a taxa de ocupação das operações do ramo beirou os 100%.

Os pacotes para uma semana inteira de pesca nas operadoras legalmente registradas começam a partir de R$ 5 mil (em acampamentos), passando pela média de R$ 9 mil (em barcos hotéis), e chegando a pouco mais de R$ 20 mil (pousadas). Normalmente, os preços incluem hospedagem nos dias de pesca com pensão completa, bebidas, gasolina, guia e barcos (voadeiras). A ideia do sistema all-inclusive é deixar o turista se preocupar apenas em fisgar um peixe, fotografar e soltar seus troféus; como um sonhado tucunaré-açu acima de 80 centímetros ou uma gigante piraíba de dois metros.

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Dias cheios

Um dia da atividade na região do Rio Negro começa bem cedo. Às 5h30, o café está na mesa com pães, bolos, tapioca e sucos típicos, como graviola, taperebá e cupuaçu. Os pescadores saem em duplas nas voadeiras, abastecidas com bebidas e tira-gostos, e vão buscar os pontos de pesca. Por volta do meio-dia, há uma parada para almoço. Há a possibilidade de comer em praias ou voltar para a pousada, acampamento ou barco hotel. A pescaria continua até as 18h, com retorno das voadeiras para a base. Antes do jantar, é hora da resenha e de muitas histórias (verdadeiras ou não). Essa rotina se repete por cinco ou seis dias, de acordo com o pacote contratado. Um dos dias mais esperados pelos turistas é o do luau, quando a operação organiza um churrasco à noite numa praia, com visual inesquecível ao entardecer.

A prática e a conservação

A expansão da pesca esportiva no Brasil vem sendo o caminho para garantir a preservação das espécies na região e em outros ecossistemas, como Pantanal, Araguaia e represas do Sudeste e do Sul. O sistema de pesque e solte é obrigatório nas operações ligadas à Abot e nas operações legais de Santa Isabel.

“Desde sua criação, em 2012, a Abot sempre procurou formar parcerias com a prefeitura, órgãos de fiscalização, associações e com as comunidades ribeirinhas para combater a pesca predatória”, diz Mega. “Hoje, há na região a consciência de que o peixe vivo vale mais. O peixe morto é vendido uma vez, a preço pequeno. O peixe vivo atrai os turistas todos os anos”, completa. 

Além da pescaria, os turistas ainda têm a oportunidade de conhecer partes remotas e praticamente intactas da Amazônia. Os barcos hotéis ainda têm a vantagem de percorrer longos trechos do Rio Negro e afluentes diante de mata preservada e muitos animais, com direito a jacarés, revoadas de araras, tucanos, papagaios e, com sorte, onças.

Turismo de pesca na Amazônia
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Turismo de pesca na Amazônia

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Operações

Kalua Barco Hotel. Opera com dois barcos hotéis a partir de Barcelos e Santa Isabel. Tem exclusividade no Rio Jurubaxi, afluente do Rio Negro. Os barcos oferecem camarotes duplos com ar-condicionado e banheiro. Contato: (92) 98199-0641. Instagram: @kaluabarcohotel.

Zaltana. Opera a partir de Santa Isabel em barco hotel com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (11) 99327-8894. Instagram: @barcozaltana

Amazon Lord. Opera a partir de Barcelos e Nova Olinda em três barcos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (11) 98991-8990. Instagram: @amazonlord.oficial.

Santana Rio Negro Lodge. A pousada possui 20 apartamentos com ar-condicionado e banheiro. Fica numa região entre Barcelos e Santa Isabel. Contato: (92) 99221-7219. Instagram: @rionegrolodge.

Amazon Xplor. Opera num hotel recém-construído na área do Rio Arirarrá, afluente do Negro. Contato: (92) 98530-4867. Instagram: @amazonxplor.

Angatu. Opera a partir de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro em três barcos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (16) 99773-6639. Instagram: @barcosangatu.

Tayaçu. Opera a partir de Santa Isabel em dois barcos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (11) 98294-2464. Instagram: @tayacu2.

Princesa Amazônia. Opera em dois barcos hotéis a partir de Barcelos e Santa Isabel com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (97) 99163-7522. Instagram: @princesaamazonia.

Julyana tur. Opera em barco hotel a partir de Barcelos com cabines duplas, ar-condicionado e banheiro. Contato: (92) 99193-5135. Instagram: @julyana_tur.

Sauadaua Pesca Esportiva e Ecoturismo. Opera em acampamento. Contato: +55 97 99143-6649. Instagram: @allengadelha. 

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Fonte: IG Turismo

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