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TSE defende maior investigação sobre ataques de Bolsonaro a sistema eleitoral

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Ministro Luis Felipe Salomão deixará cargo de corregedor-geral nesta semana
Roberto Jayme/ TSE

Ministro Luis Felipe Salomão deixará cargo de corregedor-geral nesta semana


Para o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, é preciso aprofundar as investigações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a fim de apurar ataques feitos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao sistema de votação . Essa avaliação integra um relatório parcial enviado ao Superior Tribunal Federal (STF), ao Ministério Público Eleitoral (MPE) e à Polícia Federal (PF).

Salomão está prestes a deixar o cargo e será substituído pelo ministro Mauro Campbell, que passará a ser responsável pelo inquérito em questão. As investigações em curso apuram a ocorrência de crimes como abuso de poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social, corrupção, fraude, condutas vedadas a agentes públicos e ainda propaganda eleitoral antecipada.

Como lembra a CNN Brasil, o inquérito foi instaurado por Salomão, que pediu ao STF que Bolsonaro fosse incluído no rol de investigados pela disseminação de notícias falsas. Na época, o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF, acolheu o pedido. Agora, em novo relatório, o ministro do TSE pede que Moraes compartilhe as provas colhidas nos inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos.

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Da mesma forma, Salomão pediu que a delegada Denisse Ribeiro, à frente das investigações na PF, informe quais os procedimentos estão em andamento e quais as conclusões já obtidas. Além disso, ele quer que o Twitter envie dados solicitados pela PF dentro de 15 dias.


De acordo com a publicação, o ministro cita cinco linhas de investigação contra o presidente da República: declarações em lives nas redes sociais; a desmonetização de blogs e sites bolsonaristas; a realização de ataques à Justiça Eleitoral às vésperas do feriado de 7 de setembro deste ano e a eventual propaganda política antecipada nessas manifestações; a possível interferência política na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o uso de sua estrutura para propaganda política; e as motociatas com possível gasto público.

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Enquanto aguarda Alckmin, Lula conversa com PSD e estuda aliança com Pacheco

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Ex-presidente Lula em entrevista ao podcast Podpah
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Ex-presidente Lula em entrevista ao podcast Podpah

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o Adalclever Lopes, coordenador da campanha do prefeito de BH, Alexandre Kalil, na sexta-feira (4). O encontro faz parte dos diálogos que o petista mantém com o partido de Kassab em busca de apoio à sua candidatura . Uma das possibilidades da aliança é que Lula apoie Kalil enquanto o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), entraria como vice da chapa presidencial.

Por enquanto, a única garantia do petista é o apoio do PSD em um eventual segundo turno contra Bolsonaro (PL).

Pacheco seria o plano B de Lula. O petista aguarda a decisão de Alckmin, o favorito para compor a chapa presidencial . O ainda tucano, no entanto, ainda não se decidiu se vai para o PSB para ser vice de Lula ou se disputa o governo de São Paulo pelo PSD.

Parte da cúpula do PT acredita que uma aliança com Pacheco produziria o mesmo efeito que Alckmin como vice, isto é, representaria um aceno ao centro e ao mercado.

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