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Thaila Ayala relembra perda do primeiro filho: ‘Inferno na vida’

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Thaila Ayala relembrou perda do primeiro filho
Reprodução/Instagram

Thaila Ayala relembrou perda do primeiro filho

Thaila Ayala lembrou de um dos momentos mais dolorosos de sua vida. A atriz publicou em seu perfil do Instagram, neste sábado, o áudio que mandou para Julia Faria dando a notícia de que havia perdido o bebê em sua primeira gravidez.

“Oi, maridinha. Passando pra avisar que estou aqui na perinatal. Não, não é pra parir um filho. Não foi dessa vez. Não tinha parado pra falar antes porque, você me conhece, quando o bicho pega mesmo eu vou pra dentro da concha, prefiro passar pelas coisas sozinha. E perdi o neném, passei pelo pior inferno na vida. A gente achou que ia sair normal, aí não saiu”, começou a contar a atriz. “Eu desmaiei de dor duas vezes, eu vomitei de dor sei lá quantas milhões de vezes. Ninguém te fala a dor do que é expelir… Bom, eu achava que estava expelindo um mini feto. Parecia que ele estava bem no canal, arregaçando tudo. Era muita dor, morte súbita. Depois me falaram que a dor do aborto é a dor de um parto. Que absurdo, né. Você ter a dor de um parto, só que perdendo um neném. Quanto sofrimento, meu Deus”, acrescentou.

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Na sequência, ela explicou que o bebê estava nas trompas e que havia o risco de ela retirar as duas. “O meu neném estava nas trompas, então em vez de ele descer, ele subiu pro abdômen. Tive esses desmaios, esses vômitos, tanto pelo aborto quanto por esse processo”, disse. 

“Ele está lá boiando em litros sangue, sangue sujo que está meus órgãos, estou aqui no hospital, tomar uma anestesia geral, entrar no centro cirúrgico para tirar o bebê morto, no caso o meu filho”, narrou muito fragilizada.

Nos comentários da publicação, a atriz recebeu apoio de famosos e anônimos: “Vontade de atravessar a tela e te dar um abraço”, disse Rafa Brites. “Ai Thayla, chorei 😭 queria te dar um abraço agora. Sinto muito por essa perda”, lamentou Tainá Müller.

“Arrepiou… emocionou… todo meu amor amiga”, “Confie no senhor. Minha filha, entregue pra ele toda sua afiliação”, “Nossa que relato triste…e forte”, “Que forte e emocionante”, responderam outros internautas.

Fonte: IG Mulher

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Novo estudo identifica três tipos de orgasmo feminino

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Os orgasmos receberam o nome de
Ana Melo

Os orgasmos receberam o nome de “onda”, “avalanche” e “vulcão”

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: “onda”, “avalanche” e “vulcão”. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine.

Os nomes se referem à maneira como os movimentos do assoalho pélvico ocorreram durante a preparação para o orgasmo e a liberação da tensão no orgasmo.

Os cientistas caracterizaram como “onda” quando o assoalho pélvico apresenta ondulações ou contrações sucessivas de tensão e liberação no orgasmo. Já a “avalanche” ocorre quando há uma tensão mais elevada do assoalho pélvico com contrações que diminuem a tensão durante o orgasmo. Já o “vulcão” é caracterizado pelo assoalho pélvico permanecendo em uma tensão mais baixa antes de aumentar drasticamente no clímax.

Para o estudo, 54 mulheres usaram um vibrador conectado por Bluetooth, chamado Lioness, detecta a força das contrações do assoalho pélvico em dois sensores laterais, para que esses padrões possam ser analisados.

As mulheres, que realizavam as tarefas em casa, foram instruídas a se masturbarem até chegarem ao orgasmo e desligar o aparelho dois minutos após alcançarem o clímax. As voluntárias repetiram as ações por vários dias. Elas também foram solicitadas a realizar um teste de controle, no qual inseriam o vibrador, mas não se estimularam.

Os resultados apontaram que quase 50% das mulheres (26) tiveram orgasmos de “onda”, enquanto 17 tiveram “avalanches” e 11 tiveram “vulcões”.

Uma descoberta importante foi que cada mulher experimentou consistentemente apenas um dos três tipos. Alguém que tem um padrão de orgasmo provavelmente não será capaz de experimentar nenhum dos outros, embora não tenha sido estabelecido se isso é ou não possível ter outros movimentos do assoalho pélvico ou se isso é apenas menos comum.

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“Estamos fazendo um estudo de longo prazo de mulheres usando o Lioness para ver como esses diferentes padrões de orgamos são experimentados, quais são os níveis de prazer e de onde vem a estimulação que os induz”, disse James Pfaus, professor de neurociência da Universidade Charles e principal autor do estudo, em comunicado.

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Fonte: IG Mulher

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