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TAP continuará com escala no voo para Maceió em 2021

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Raphael Magalhães

TAP continuará com escala no voo para Maceió em 2021

No início de Novembro, noticiamos que a TAP temporariamente faria uma escala intermediária no voo que liga Maceió (MCZ) a Lisboa (LIS). O voo, que está sendo realizado duas vezes na semana, passou a parar em Recife (REC) devido à baixa demanda causada pela pandemia.

Dessa forma, e segundo a ANAC, durante o mês de Outubro foram transportados 331 passageiros em nove voos entre Lisboa (LIS) e Maceió (MCZ). Isso representa uma média de 36,7 passageiros por voo, ou taxa de ocupação de 21,46%.

No sentido contrário, foram transportados 223 passageiros em nove operações na capital alagoana. A média de passageiros por voo foi de 24.7, ou 14,5% de ocupação.

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Nesse sentido, e diante do contexto adverso da pandemia, a TAP continuará realizando escalas em Recife (REC) ao conectar o Alagoas com a Europa. Além do período atual que noticiamos no início do mês, de 15/11 a 14/12, os voos realizados a partir de 17/01/2021 voltarão a contar com uma parada na capital pernambucana.

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Dessa maneira, o voo TP 017 decolará de Lisboa (LIS) às 19h35, pousando em Recife (REC) às 00h15 da madrugada seguinte. Após apenas uma hora em solo, a aeronave parte para Maceió (MCZ), onde chega às 02h05.

No regresso, o voo TP 018 parte da capital alagoana todas as segundas e sextas às 19h50, pousando em Recife (REC) às 20h40. Depois de 1h e 10 minutos em solo, a decolagem acontecerá rumo à Lisboa (LIS), onde pousa às 08h20 da manhã seguinte.

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Pandemia gerou perda equivalente a 11 milhões de empregos no Brasil

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Brasil Econômico

Covid-19 gerou perda de empregos no Brasil e no mundo
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Covid-19 gerou perda de empregos no Brasil e no mundo

A pandemia de Covid-19 gerou a perda do equivalente a 11 milhões de postos de trabalho no Brasil, indica a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os dados estão presentes em seu informe anual, divulgado nesta segunda-feira (25), que será usado para debate durante o Fórum Econômico Mundial de Davos .

“O continente americano é a região mais afetada pela crise da covid-19, registrando uma perda total de 13,7% em termos de horas de trabalho durante 2020”, informa o relatório.

Aqui no Brasil , a perda de horas de trabalho foi de 15% ao longo do ano, o que seria o equivalente a 11,1 milhões de postos de trabalho. Esse é o quarto maior valor bruto em todo o mundo.

O número de horas de trabalho perdidas pela pandemia incluem as pessoas que foram demitidas, as que abandonaram o mercado de trabalho e as que tiveram suas cargas de trabalho reduzidas.

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Os dados da OIT mostram que o tombo no Brasil foi quase o dobro do registrado mundialmente. Se por aqui se perdeu 15% dos empregos, no mundo essa taxa foi de 8,8%.

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Globalmente, essa taxa representa 255 milhões de empregos em tempo integral, fazendo com que a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19 seja a pior desde os anos 1930.

Renda também caiu

Além de perder postos de trabalho, o Brasil também teve perda de renda do trabalhador acima da média global. Por aqui, o declínio na renda do trabalho foi de 21% no segundo trimestre de 2020. No mundo, essa taxa foi de 8,3% – o equivalente a US$ 3,7 trilhões ou 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB) Global.

No Brasil, os trabalhadores de baixa e média qualificação viram suas rendas caírem mais (28%) do que os mais qualificados (17,9%). “Isso em parte reflete o maior escopo de teletrabalho entre os trabalhadores altamente qualificados. Os trabalhadores em ocupações de média qualificação (administrativos, de serviços e de vendas, agrícolas, artesanais e afins, e trabalhadores de máquinas e instalações) e de baixa qualificação sofreram perdas comparativamente maiores na renda do trabalho pós-suporte do que os trabalhadores altamente qualificados”, explicou a OIT.

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A diferença também é existente quando o assunto é gênero . No país, as mulheres sofreram maiores perdas na renda do trabalho (22%) do que os homens (20%).

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