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Streaming paga R$ 13 mil para quem assistir 24h de filmes sobre crimes

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Objetivo é assistir a 18 documentários na sequência
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Objetivo é assistir a 18 documentários na sequência

A plataforma de streaming norte-americana Magellan TV está oferecendo dinheiro para três usuários que aceitarem ficar 24 horas assistindo documentários sobre crimes reais. Cada um deles vai receber US$ 2,4 mil pelo feito, o equivalente a R$ 13 mil, em conversão direta.

O objetivo é que os três selecionados publiquem sobre a experiência nas redes sociais . Além do dinheiro, eles também receberão um ano de assinatura gratuita no Magellan TV, streaming focado em documentários.

De acordo com a plataforma, o candidato ideal é aquele que “tem nervos de aço” e “vive para o crime real”. “Ele pode lidar com o assassino em série mais ameaçador e os detalhes mais horríveis”, diz o anúncio.

Quem conseguir a vaga no “emprego dos sonhos”, como define o Magellan TV, assistirá a 18 documentários em sequência, como “O Massacre de Columbine: na mente do assassino” e “Jack, o Estripador: Tabloid Killer”. É preciso ser residente dos Estados Unidos para se inscrever.

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Superapps: os aplicativos ‘tudo em um’ têm espaço no Brasil?

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Superapps são tendência global
Unsplash/Rob Hampson

Superapps são tendência global



Há alguns anos, ouvimos falar sobre a tendência dos superapps , os aplicativos que reúnem diversos serviços e produtos em um só, facilitando a vida dos usuários.

Quando se fala em superapps, um dos mais famosos e citados é o chinês WeChat . O aplicativo é um verdadeiro canivete suíço digital e permite troca de mensagens, consultas médicas, delivery, paquera, compra de produtos, pedidos de táxi, publicações, assistir a vídeos e muito mais – tudo na mesma aplicação.

No Brasil, a ideia de reunir diversas funções em um só aplicativo também vem ganhando espaço. Por aqui, um dos maiores exemplos é o Rappi , que começou como um serviço de delivery, mas já possui jogos, recursos de transmissões ao vivo , venda de pacotes de viagens e eventos online. Outros exemplos são o Ame, Magalu e PicPay, que reúnem alguns serviços em um só app.

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“O superapp nada mais é que uma resposta que a sociedade, na figura do consumidor, está dando para as empresas”, analisa Paulo Marcelo, CEO da empresa de tecnologia Solutis.

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O especialista afirma que, cada vez mais, os usuários estão buscando praticidade, podendo encontrar diversas funcionalidades em um só aplicativo , ao contrário de ter vários sistemas instalados. Ele analisa, ainda, que embora não haja um superapp tão popular como o WeChat no Brasil, o cenário nacional segue uma tendência global e tem avançado nesse sentido.

Superapps em diversos setores da economia

Paulo afirma que o setor que mais investe em superapps é o varejo, que vem ultrapassando o conceito de compra e venda, com plataformas apostando também em outros serviços. Um dos exemplos é o app Magalu que, além de vender produtos do Magazine Luiza, também oferece cashback, compras de produtos de outras empresas parceiras e até supermercado.

Outro setor que tem apostados bastante nessa tendência é o financeiro. “O consumidor quer ter o canal com seu banco explorando outras alternativas, integrando não só produtos financeiros, mas também outros produtos de varejo, de serviços”, afirma Paulo.

Para o especialista, a área da saúde também pode se beneficiar bastante dessa tecnologia, já que o setor pode ser integrado em diversos sentidos. Paulo analisa que farmácias, hospitais e laboratórios, por exemplo, poderiam se integrar em uma só plataforma de telemedicina , prática que vem crescendo durante a pandemia de Covid-19 .

“Quando você faz uma teleconsulta com seu médico, isso tem a capacidade de se integrar com a compra de medicamentos, com suas receitas eletrônicas digitais, com disparar para fazer exames medicos”, exemplifica. “A saúde publica precisa se aproximar mais disso”.

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