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STF não permitirá a desconstrução da Lava Jato, diz Fux

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Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)%2C ministro Luiz Fux
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux

Nesta quinta-feira (26), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, defendeu a Operação Lava Jato . As informações foram dadas pelo UOL .

“O Supremo Tribunal Federal não permitirá que haja a desconstrução da Operação Lava Jato”, declarou o ministro Fux, na abertura do 14º Encontro Nacional do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“O primeiro ato praticado por mim, não quero nenhum louvor, estou apenas dando esse esclarecimento: todas as ações penais e todos os inquéritos passarão pela responsabilidade do plenário, porque o STF tem o dever de restaurar a imagem do país a um patamar de dignidade da cidadania, de ética e de moralidade do próprio país”, complementou.

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Luiz Fux citou uma proposta que ele já havia apresentado recentemente. Antes, os inquéritos e ações penais da Operação Lava Jato, em trâmite no STF, eram analisados nas Turmas do Tribunal. Agora, elas irão para o plenário. A ideia foi aprovada por unanimidade na Suprema Corte. 

O presidente do STF também disse que o Brasil precisa combater a corrupção de forma mais dura.

“Hoje o Brasil está tão bem preparado quanto os países mais evoluídos. Mas precisa reforçar exatamente essas instituições de investigação , inclusive manter o poder investigatório que concedemos ao Ministério Público”, disse o ministro.

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Bolsonaro sobre Aliança pelo Brasil: “Se não decolar, buscamos outro partido”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil
Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou nesta segunda-feira (25) que decidirá até março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil ou se irá se filiar a um partido já existente.

Em março, a gente vai reestudar se o partido decola ou não. Se não decolar, a gente vai ter que ter outro partido. Então não temos como nos preparar para as eleições de 22″, declarou Bolsonaro para apoiadores no ‘cercadinho’ do Palácio da Alvorada.

Sem partido desde o final de 2019, quando saiu do PSL em ltigio por conta de rachas internos, o presidente, que tenta a criação da nova sigla, considera o processo burocrático:

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“É muita burocracia, é muito trabalho, certificação de fichas, depois passa pelo TSE também. O tempo está meio exíguo para gente. Não vamos deixar de continuar trabalhando, mas vou ter que decidir. Não é por mim, não estou fazendo campanha para 22”.

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Anunciada em novembro de 2019 como o partido que abrigaria o chefe do executivo, o Aliança tem apenas 57 mil assinaturas das 492 mil necessárias para ter o registro reconhecido no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ).

A sigla tem apenas 11,5% das assinaturas necessárias para poder ser deferida, e esse registro deve ser feito até seis meses antes das eleições, o que torna ainda mais difícil para o partido conseguir ser registrado.

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