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STF decide que BNDES abra segunda ‘caixa-preta’ e revele dados internos; entenda

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STF decidiu que o BNDES abra segunda ‘caixa-preta’

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) terá de abrir sua segunda “caixa-preta” e revelar as remunerações de todos os empregados, não só dos diretores, como acontece hoje.

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O BNDES batalhou na Justiça desde 2013 para que essas informações se mantivessem sigilosas. Naquele ano, uma ação civil pública do Ministério Público pediu a quebra do sigilo. De acordo com o banco, a mudança será feita a partir de abril.

A primeira caixa-preta do BNDES , que analisou as operações financeiras do banco durante os últimos anos, sobretudo durante os governos de Lula e Dilma Rousseff, mostrou-se pouco ou nada eficaz e representou gasto de dinheiro público, embora o governo de Jair Bolsonaro tenha apresentado a abertura das contas e transações do BNDES como algo prioritário.

Passada a busca por supostas fraudes nas operações financeiras, até mesmo o presidente do banco, Gustavo Montezano , admitiu que não havia “caixa-preta” no BNDES.

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Montezano, o chefe do BNDES, tem remuneração mensal de R$ 80,8 mil, mais do que o dobro do teto do funcionalismo federal, que é definido pela remuneração dos ministros do STF, R$ 39.293. O banco teme que a quebra do sigilo dos salários dos funcionários abra as portas para que outros bancos aliciem seus funcionários.

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Brasil tem 407 mortes em 24 horas pela Covid-19; total de óbitos passa de 3 mil

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Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O Brasil teve 407 mortes em 24 horas em decorrência da Covid-19, segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde desta quinta-feira (23). O número total de óbitos no país é de 3.313, e os casos confirmados somam 49.492. Desde o último boletim da pasta, foram 3.735 novas confirmações da doença.

Das mais de três mil mortes, 88% já estão com investigação concluída, segundo o Ministério da Saúde. Quase 60% das vítimas eram homens, e pouco mais de 40% eram mulheres.

A maior parte das pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 tinham mais de 60 anos, e 69% apresentavam pelo menos um fator de risco. A cardiopatia é o agravante mais comum entre as vítimas.

Para mais informações, acesse coronavirus.saude.gov.br

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