Saúde

SP começa vacinar crianças de 3 e 4 anos contra covid-19 nesta quarta

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Começa nesta quarta-feira (20) a vacinação de crianças de 3 e 4 anos contra a covid-19 na cidade de São Paulo. A Secretaria Municipal de Saúde informou que serão priorizadas, neste primeiro momento, crianças dessa faixa etária com comorbidades, com deficiência permanente e indígenas. A estimativa é que esse grupo abrange 15 mil crianças. Ao todo, são mais de 313 mil crianças entre 3 e 4 anos de idade na capital paulista, sendo 155 mil com 3 anos e 158 mil com 4 anos.

Quem estiver fora desses critérios, poderá se inscrever nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para o recebimento de doses remanescentes. Para entrar na fila da xepa, os responsáveis devem procurar a unidade mais próxima de casa ou da escola, disponibilizando, além da identificação, o endereço e o telefone para convocação.

No último dia 15, o Ministério da Saúde decidiu recomendar a aplicação da vacina CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos. Em nota, a pasta informou que os estoques já existentes nos estados e municípios deveriam ser utilizados também nesse novo público. No entanto, o ministério informou que “segue em tratativas para aquisição de novas doses”.

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Para vacinar

No ato da vacinação, os responsáveis devem apresentar documento de identificação da criança, preferencialmente o CPF. Em relação à condição de saúde, nos casos em que atende aos critérios estabelecidos como prioridade, é necessário apresentar comprovante da condição de risco, como receitas ou relatórios físicos ou digitais. Nestes documentos, devem constar a identificação do paciente, o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) com carimbo do médico e a validade de dois anos de emissão.

Entre as crianças com idade de 5 a 11 anos, a cobertura vacinal da primeira dose contra a covid-19 é de 93,8%, somando pouco mais de 1 milhão de doses aplicadas. A segunda dose, por sua vez, foi aplicada em 72,9% do público-alvo, cerca de 790 mil crianças. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, a cobertura vacinal para duas doses está em 105,9%. 

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Síndrome Respiratória Aguda Grave recua em 21 estados e no DF

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentam tendência de queda em 22 unidades da federação, segundo o boletim InfoGripe divulgado hoje (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As exceções são Roraima, onde há tendência de alta, e Amazonas, Amapá, Maranhão e Piauí, cujas incidências se mantiveram estáveis.

A análise considera as últimas seis semanas epidemiológicas, período encerrado em 6 de agosto. Em todo o Sul e Sudeste e em boa parte do Nordeste e Centro-Oeste, a probabilidade de queda nos casos de SRAG é maior que 95%.

O monitoramento dos casos de SRAG ganhou destaque durante a pandemia de covid-19, porque as hospitalizações causadas pelo SARS-CoV-2 passaram a dominar os casos virais dessa síndrome. Segundo a Fiocruz, nas últimas quatro semanas, 79,1% dos casos de SRAG viral foram causados pelo novo coronavírus.

Apesar de apenas o estado Roraima apresentar tendência de alta na análise das últimas seis semanas, quando os pesquisadores se debruçam sobre as capitais, há avanço na incidência da SRAG em Belém, Boa Vista e no Recife.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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