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Sob comando de Arthur Lira, centrão busca afrouxar regras eleitorais e políticas

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Sob comando de Arthur Lira, centrão busca 'afrouxar' regras eleitorais e políticas
Reprodução: iG Minas Gerais

Sob comando de Arthur Lira, centrão busca ‘afrouxar’ regras eleitorais e políticas

O deputado federal  Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara e líder do centrão , começou a articular uma reforma política no país. Benefícios aos partidos nanicos e limitar nas ações da Justiça Eleitoral estão entre as prioridades. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo .

Na última quarta-feira (24), um grupo de trabalho deu início às conversas por ordem de Lira, que deseja votar as mudanças políticas ainda no primeiro semestre . De maneira paralela, uma comissão especial estudará quais mudanças precisam ser alteradas na Constituição .

Segundo a deputada federal Margarete Coelho (PP-PI) e relatora do roteiro estabelecido pelo grupo de trabalho, a mudanças visam “conter o ímpeto ativista do Poder Judiciário em regulamentar matérias que devem ser previstas em lei em sentido estrito e não em resoluções do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)”.


Partidos envolvidos no grupo de Arthur Lira defendem a adoção do sistema eleitoral chamado de ‘ distritão ‘, que consiste em eleger apenas os deputados federais, estaduais e vereadores mais votados . Com isso, a ideia é fortalecer as legendas . No ‘distritão’, os votos depositados em candidatos que não se elegem são desperdiçados .

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“Vou tomar por último, tem muita gente apavorada”, diz Bolsonaro sobre vacina

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Presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não pretende tomar a vacina da Covid-19 agora. Em conversa com apoiadores que o esperavam em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente justificou que a decisão é pelo fato de ter “muita gente apavorada” esperando pela vacina.

“O que acontece, tem muita gente apavorada aí aguardando a vacina, então deixa as pessoas tomarem na minha frente. Vou tomar por último. Eu acho que essa é uma atitude louvável. Porque tem gente que não sai de casa, está apavorado dentro de casa”, disse Bolsonaro. O presidente chegou a se queixar que a imprensa teria criticado a sua decisão de se vacinar por último. “Em vez da imprensa me elogiar, me critica”, afirmou.

Bolsonaro está apto a receber a vacina no Distrito Federal desde o dia 3 de abril. Antes, ele explicava que não ia se vacinar porque já teria contraído o vírus em julho do ano passado.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa da quinta-feira (15), 25.460.098 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19. O número representa 12,02% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 8.558.567 pessoas (4,04% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

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