Agronegócio

Sistema CNA/Senar investe na aproximação com indústria de jogos digitais

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Brasília (07/04/2021) O Sistema CNA/Senar debateu a relevância da aproximação entre o agronegócio e o universo dos jogos digitais em uma transmissão ao vivo do projeto AgEvolution Talks, na quarta (7).

O coordenador de Inovação do Sistema CNA/Senar, Matheus Ferreira, a chefe-geral da Embrapa Solos, Petula Ponciano, e o consultor de inteligência de mercado da indústria de games, Pedro Zambon, destacaram as ações do SoilsPlay: o agro entrou no jogo, um projeto inovador que agrega o agronegócio e a indústria dos games.

A iniciativa da Embrapa Solos, Sistema CNA/Senar e Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan/Senai) é direcionada para startups e empresas que atuam no desenvolvimento de jogos digitais.

“As instituições uniram esforços com o intuito de conectar o setor rural e os desenvolvedores de jogos digitais para criar alternativas de comunicação com a sociedade e explicar como o agro atua e funciona, além dos desafios e oportunidades no setor rural”, destacou Matheus Ferreira.

Na avaliação do coordenador, os jogos digitais também são ferramentas atrativas no processo de aprendizagem, especialmente de jovens.

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Quando for publicado o edital do SoilsPlay, as três startups e empresas que preencherem todos os requisitos e forem classificadas terão a oportunidade de receber mentoria de especialistas durante 12 meses para o desenvolvimento de jogos digitais voltados ao agro.

Reveja a live, que foi mediada pelo editor-chefe do AgEvolution, Daniel Azevedo,

Para mais informações sobre o projeto SoilsPlay, acesse: http://www.soilsplay.com.br/ 

Assessoria de Comunicação CNA

Foto: Adriano Brito
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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Faeal e Senar AL contribuem na elaboração de cartilha sobre barragem subterrânea

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Alagoas) colaboraram com a elaboração da cartilha “Barragem subterrânea: transformando vidas no semiárido brasileiro”. Iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Embrapa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o documento tem o objetivo de orientar produtores rurais e gestores públicos sobre essa solução tecnológica para o aproveitamento da água da chuva, como forma de reduzir os efeitos das irregularidades climáticas nas regiões mais secas.

O Semiárido brasileiro é caracterizado pela reduzida precipitação pluviométrica anual, concentrada em poucos meses, aliada a grandes perdas por escoamento superficial e evapotranspiração, o que limita o acesso à água para o consumo humano e de animais e para a produção agrícola. Estas características demonstram que, para as famílias conviverem com as diferenças do clima da região, é necessário que disponham de reservatórios para guardar a água da chuva para o período da estiagem.

Ciente desta necessidade, a Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas envolveu agentes públicos e instituições como Embrapa e Sebrae numa discussão coletiva que resultou na criação do Programa Estadual de Construção de Barragens Subterrâneas. O programa prevê a construção de 200 barragens e o Governo do Estado já destinou R$ 1,5 milhão com a estimativa de construir as primeiras 60.

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“A partir de um projeto piloto desenvolvido pelo Senar Alagoas em parceria com o Sebrae, percebemos como a barragem subterrânea é uma tecnologia barata e capaz de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. Depois, descobrimos que um estudo de mapeamento das áreas mais propícias para a construção de barragens, desenvolvido pela Embrapa, corria o risco de ser interrompido por falta de verbas federais. Foi então que provocamos as instituições e agentes públicos para que apoiassem a conclusão da pesquisa e formulassem um grande programa de construção de barragens, conduzido pelo Governo de Alagoas”, relembra o presidente da Faeal, Álvaro Almeida.

Coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial do Senar Alagoas, Luana Torres está entre os autores da cartilha sobre barragens subterrâneas. “Este é um importante instrumento de disseminação de informações sobre esta tecnologia que, a baixo custo, contribui para o aumento ao acesso e usos múltiplos da água, a soberania e segurança alimentar e nutricional das famílias, a diversificação e integração de cultivos, tornando os agroecossistemas mais resilientes ao clima, entre outros avanços econômicos e sociais para a população do semiárido”, comenta.

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A tecnologia da barragem subterrânea está alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas – ONU. São eles: erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; água Potável e Saneamento; e ação contra a mudança global do clima. A cartilha produzida em Alagoas traz informações sobre o zoneamento realizado pela Embrapa, como é construído este tipo de barragem, quais os locais adequados para a sua instalação, alternativas de cultivo e que impactos traz para a vida das famílias. A elaboração do documento também contou com o apoio das universidades Federal e Estadual de Alagoas – Ufal e Uneal –, Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seagri), Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas ( Emater/AL) e Sebrae.

Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

Fonte: CNA Brasil

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