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Signos na família: como os astros se comportam nesse ambiente? Descubra!

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Signos na família: como os astros se comportam nesse ambiente? Descubra!
Redação João Bidu

Signos na família: como os astros se comportam nesse ambiente? Descubra!

No dia 15 de março se comemora o Dia Internacional da Família, um dia especial para estar com quem amamos, não é verdade? Pensando na energia da família, separamos para você como cada astro se comporta dentro de casa, confira!

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Veja como cada signo se comporta em família

Como Áries é na Família

Em família, você gosta de dar a última palavra e acha complicado mudar de ideia. Às vezes, entra numas divididas com os parentes, que nem sempre concordam com seus pontos de vista. Mas sua generosidade é marcante: você defende suas raízes e é o centro das atenções nas festinhas.

Como Touro é na Família

É na sua casa que você se sente livre para desfrutar de todo o conforto após um dia duro de trabalho. Quando cruza a porta de entrada, coloca uma roupa gostosa, calça os chinelos e puxa papo com os familiares. Caso decidam ver TV, haverá chocolate ou salgadinhos por perto, é claro! É uma pessoa carinhosa e preocupada com a segurança de todos.

Como Gêmeos é na Família

Você não deixa a peteca cair em casa! Mesmo que seus familiares estejam atolados em problemas, costuma acender as esperanças e sugerir formas criativas de olhar para as dificuldades, graças ao seu jeito otimista e à sua impressionante versatilidade. Essa alegria de viver é “contagiosa”: até o pet da casa não conhece tempo ruim!

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Como Câncer é na Família

Como a família é o norte da sua vida, é no conforto do seu lar que você escancara sua essência. Ao lado do par, pais e filhos, Câncer pratica seu instinto protetor e expressa a imensa afeição que nutre por cada um dos parentes. Atribui grande importância aos valores familiares e vai procurar transmitir isso aos herdeiros.

Como Leão é na Família

Junto à família, Leão não foge da sua essência: é quem assume a liderança para o moinho girar. Num churrasco, decide o cardápio e define os convidados. Numa viagem, traça o roteiro e determina as paradas. Todo mundo se acostuma a esse modelo e tende a acatar seus comandos. Nada mal, hein?

Como Virgem é na Família

Em casa, você se sente à vontade para cooperar com o pessoal e dar atenção a todos. Seus parentes já se habituaram às suas exigências: não deixar louça suja na pia, trancar a porta, fazer lista de supermercado… Seu desafio é não transformar essas recomendações numa obsessão, ok?

Como Libra é na Família

Sua família é um dos pilares da sua vida. É tão importante quanto sua realização profissional. Os librianos anseiam pela formação da família, porque a experiência do compartilhamento é vital para esse signo. E família significa compartilhamento, certo?

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Como Escorpião é na Família

Na intimidade do lar, Escorpião considera que é seu papel prover e proteger os familiares. Por isso, gosta de controlar os assuntos domésticos. Esse signo é afetuoso com todos e compra brigas! Assim: inimigos dos filhos de Escorpião serão automaticamente seus inimigos também.

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Como Sagitário é na Família

Formar uma família é um passo crucial para Sagitário. Esse signo acredita que essa decisão representa o início oficial da vida adulta. No fundo, você gosta de prolongar, psicologicamente falando, a adolescência, uma época de surpresas, delícias e descobertas. Não é raro você se casar depois de todos os amigos.

Como Capricórnio é na Família

Família é um universo muito particular para Capricórnio. Esse signo é ligado às raízes e honra as tradições familiares. Em geral, capricornianos gostam de levantar a árvore genealógica ou pesquisar a origem do sobrenome para descobrir histórias inspiradoras dos antepassados. O lado positivo dessas histórias é repassado aos descendentes com orgulho!

Como Aquário é na Família

Como você é uma pessoa reservada em relação aos seus sentimentos, seus parentes não devem esperar reações emocionais radicais da sua parte. Assim, você não é um poço de carinhos nem tem pavio curto. Mas adora conversar, trocar impressões e dividir opiniões com seus familiares.

Como Peixes é na Família

Sua casa é seu porto seguro: nela, você se sente livre para expressar seu afeto poderoso! E os familiares recebem essa carga sentimental com gosto, pois você adora conversar, abraçar, cuidar, brincar, aconselhar. De vez em quando, renúncia aos seus desejos para atender às expectativas dos parentes. Use o bom-senso nessa hora!

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    Fonte: IG Mulher

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    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
    Reprodução: Alto Astral

    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

    Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

    Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

    Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

    Livraria Mandarina
    Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

    Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

    Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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    O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

    Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

    Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

    Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

    De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

    Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

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    Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

    Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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    Africanidades
    Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

    Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

    Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

    “Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

    Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

    A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

    Queer Livros
    Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

    Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

    Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

    Fonte: IG Mulher

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