Agronegócio

Servidores do Mapa e da Conab serão vacinados contra gripe

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A partir do dia 25 de maio, será iniciada a campanha de vacinação contra gripe para servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A ação é uma iniciativa do Mapa, da Conab e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e visa imunizar grupo de trabalhadores que atua nas atividades relacionadas ao abastecimento de alimentos no país e, com isso, reduzir os riscos de internações e uma interrupção dessas atividades durante a pandemia do novo coronavírus. 

Serão disponibilizadas doses da vacina trivalente, doadas pela ABPA. Composta por vírus inativado, protege contra os três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2). A vacina não tem eficácia contra o coronavírus, porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico da gripe, já que os sintomas são parecidos, para chegar mais rapidamente ao diagnóstico de coronavírus. E, ainda, ajuda a reduzir a procura pelos serviços de saúde, de acordo com o Ministério da Saúde. 

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Na primeira etapa, serão vacinados funcionários do Mapa e da Conab na matriz e nas superintendências regionais da companhia nos estados. De 25 a 29 de maio, a campanha será realizada nas regiões Sul, Sudeste e no Distrito Federal. De 1º a 5 de junho, nas regiões Norte e Nordeste e nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O público-alvo representará aproximadamente 3.500 pessoas.

“É uma forma de proteger esse público e manter a meta do Ministério da Agricultura na questão do abastecimento”, disse o coordenador substituto do Comitê de Crise (CC AGRO-COVID19) e diretor de Análise Econômica e Políticas Públicas da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Luís Rangel. Segundo ele, trabalhadores de frigoríficos também serão vacinados, conforme mapeamento da ABPA.

Em uma segunda etapa, está prevista imunização de funcionários das centrais de abastecimento (Ceasas) e demais setores agropecuários. A etapa está sendo articulada com o Ministério da Saúde. 

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Agronegócio

Senar participa de debate sobre fortalecimento da assistência técnica e extensão rural no Brasil

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Daniel Carrara

Brasília (02/12/2020) – O diretor- geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, participou de um debate virtual sobre o fortalecimento da assistência técnica e extensão rural no Brasil, na quarta (02).

O evento foi promovido pela Frente Parlamentar da Assistência Técnica e Extensão Rural e contou com a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e do presidente da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Ademar Silva Junior, além de representantes de entidades do setor e parlamentares.

O objetivo do encontro foi discutir o “Pacto pelo Fortalecimento da Ater”, que prevê medidas para ampliar o serviço de extensão rural em todo o País, e promover a valorização da extensão rural brasileira, que celebra 72 anos no próximo dia 6 de dezembro.

Daniel Carrara destacou que a assistência técnica é uma prioridade para o Sistema CNA/Senar, que desenvolveu a metodologia de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), em 2015, como forma de complementar a formação profissional e garantir renda ao produtor rural. Hoje, o serviço conta com 150 mil produtores em atendimento e oito mil técnicos de campo.

O modelo é baseado em planejamento e indicadores de produtividade e renda. Segundo o diretor-geral do Senar, o objetivo é estabelecer uma nova classe média rural no Brasil e diminuir a “discrepância” que existe no setor.

“Somos parceiros do pacto e, apesar do pouco tempo da ATeG, já temos experiência, inclusive em assistência técnica virtual, pois não paramos durante a pandemia. Fazer com que o pequeno e o médio produtor tenham renda é a nossa palavra de ordem”, disse Daniel Carrara.

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Na opinião de Tereza Cristina, a assistência técnica é essencial para levar tecnologia e inovação aos pequenos produtores. Segundo ela, o último Censo Agropecuário indicou que apenas 18% dos agricultores familiares contam com esse tipo de serviço no Brasil.

“É um público muito pequeno frente ao enorme desafio que temos. Precisamos massificar e definir estratégias para atender, principalmente, três milhões de produtores que possuem renda de até R$ 10 mil”.

A ministra destaca a necessidade de regulamentação de leis que criem fontes de recursos para uma assistência técnica de qualidade e continuada, assim como melhorias em conectividade rural e formação de técnicos. Conforme ela, o Mapa vem desenvolvendo algumas iniciativas, como o programa Produzir Brasil, Agro Nordeste, Mais Gestão e Ater Digital, mas somando todos, apenas 251 mil produtores são atendidos atualmente.

Tereza Cristina

Anater – O Ministério da Agricultura é o formulador de políticas públicas e a Anater a responsável por implementar as ações, em parceria com empresas públicas e privadas.

De acordo com o presidente da Anater, Ademar Silva Junior, apesar do orçamento reduzido, a Agência vem conseguindo equilibrar as contas e pagar projetos que estavam pendentes. Com a aprovação do projeto de lei que prevê R$ 500 milhões para a assistência técnica e extensão rural, ele acredita na ampliação das ações e investimentos em tecnologia, conectividade e inovação.

“Estaremos seguros para aplicar, especialmente, em projetos direcionados à agricultura familiar e assentamentos. A coordenação é fundamental para que tenhamos um único lastro de dinheiro e de trabalho”, declarou.

Para o presidente da Frente Parlamentar da Assistência Técnica e Extensão Rural e idealizador do “Pacto pelo Fortalecimento da Ater”, deputado federal Zé Silva (Solidariedade-MG), a assistência técnica e a extensão rural vivem um momento de “sucateamento”, com falta de políticas públicas, equipamentos, estrutura e técnicos.

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Segundo ele, o documento prevê sete propostas para o fortalecimento do serviço. Entre elas estão atender dois milhões de produtores até 2023, instituir a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil e destinar royalties do pré-sal e da exploração de recursos minerais para a assistência rural.

“É um serviço essencial que vem passando por momentos críticos nos últimos anos. Precisamos de um orçamento definido e previsão de fontes de financiamento. A demanda pelos serviços de assistência técnica e extensão rural estão em constante aumento e a produção rural continua sendo a alavanca da economia no Brasil”.

O debate também contou com a participação do presidente da Frente Parlamentar da Agricultura Familiar, deputado federal Heitor Schuch (PSB-RS), e representantes da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), da Academia Brasileira de Extensão Rural (Aber), da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Assistência Técnica e Extensão Rural e do Setor Público Agrícola do Brasil (Faser), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Contraf), do Sindicato dos Trabalhadores da Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Sinter-MG) e da Emater-MG.

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Fonte: CNA Brasil

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