Agronegócio

Senar/MS auxilia produtora a gerenciar propriedade e estabelecer novos objetivos na apicultura

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Com suporte técnico, Rosana superou percalços e aumentou produção de mel em Selvíria.

Diante de alguns percalços encontrados na atividade de apicultura, a produtora rural Rosana Cruz, de Selvíria, encontrou respostas junto à Assistência Técnica e Gerencial do Senar/MS. Com o suporte no gerenciamento e planejamento de ações, ela superou desafios e passou a produzir mais mel, com menos colmeias. Esse é o case de sucesso do #TransformandoVidas desta semana.

“Eu conheço o Senar há muito tempo, através do Sindicato Rural, e já havia feito vários cursos. Decidi procurar a Assistência Técnica para melhorar a produção de mel. Foi tudo muito bom, porque a gente já tinha feito cursos, mas com a assistência a gente aprendeu a dividir as coisas, aprendi a somar o que compra, o que gasta, tudo com auxílio do técnico. Quando aprendemos como se faz as coisas, dá para ter um controle maior de tudo, na vida e nos negócios”, lembra a produtora, que atua na apicultura desde 2015.

Ao longo da atividade, ela encontrou alguns desafios e teve de fazer um replanejamento de suas ações. “Por exemplo, enfrentamos seguidos ataques de tatu canastra nas colmeias, que afetaram muito a produção de mel. Na época, eu tinha 25 caixas com enxames. Com o Senar, a partir de 2019, aprendi a gerenciar as crises e reorganizar as metas, com foco na produtividade e sustentabilidade”, detalha.

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Hoje, Rosana possui 16 caixas em sua propriedade e tem novos objetivos para seu negócio. “Minha meta é aumentar para 20 caixas em 2021, com a certeza de que é possível produzir mais, com menos”, conta.

Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Acesse nosso canal no YOUTUBE e se inspire em outros depoimentos.

No site e redes sociais, você confere outras notícias sobre Apicultura, nas editorias ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Faeal e Senar AL contribuem na elaboração de cartilha sobre barragem subterrânea

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Alagoas) colaboraram com a elaboração da cartilha “Barragem subterrânea: transformando vidas no semiárido brasileiro”. Iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Embrapa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o documento tem o objetivo de orientar produtores rurais e gestores públicos sobre essa solução tecnológica para o aproveitamento da água da chuva, como forma de reduzir os efeitos das irregularidades climáticas nas regiões mais secas.

O Semiárido brasileiro é caracterizado pela reduzida precipitação pluviométrica anual, concentrada em poucos meses, aliada a grandes perdas por escoamento superficial e evapotranspiração, o que limita o acesso à água para o consumo humano e de animais e para a produção agrícola. Estas características demonstram que, para as famílias conviverem com as diferenças do clima da região, é necessário que disponham de reservatórios para guardar a água da chuva para o período da estiagem.

Ciente desta necessidade, a Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas envolveu agentes públicos e instituições como Embrapa e Sebrae numa discussão coletiva que resultou na criação do Programa Estadual de Construção de Barragens Subterrâneas. O programa prevê a construção de 200 barragens e o Governo do Estado já destinou R$ 1,5 milhão com a estimativa de construir as primeiras 60.

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“A partir de um projeto piloto desenvolvido pelo Senar Alagoas em parceria com o Sebrae, percebemos como a barragem subterrânea é uma tecnologia barata e capaz de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. Depois, descobrimos que um estudo de mapeamento das áreas mais propícias para a construção de barragens, desenvolvido pela Embrapa, corria o risco de ser interrompido por falta de verbas federais. Foi então que provocamos as instituições e agentes públicos para que apoiassem a conclusão da pesquisa e formulassem um grande programa de construção de barragens, conduzido pelo Governo de Alagoas”, relembra o presidente da Faeal, Álvaro Almeida.

Coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial do Senar Alagoas, Luana Torres está entre os autores da cartilha sobre barragens subterrâneas. “Este é um importante instrumento de disseminação de informações sobre esta tecnologia que, a baixo custo, contribui para o aumento ao acesso e usos múltiplos da água, a soberania e segurança alimentar e nutricional das famílias, a diversificação e integração de cultivos, tornando os agroecossistemas mais resilientes ao clima, entre outros avanços econômicos e sociais para a população do semiárido”, comenta.

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A tecnologia da barragem subterrânea está alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas – ONU. São eles: erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; água Potável e Saneamento; e ação contra a mudança global do clima. A cartilha produzida em Alagoas traz informações sobre o zoneamento realizado pela Embrapa, como é construído este tipo de barragem, quais os locais adequados para a sua instalação, alternativas de cultivo e que impactos traz para a vida das famílias. A elaboração do documento também contou com o apoio das universidades Federal e Estadual de Alagoas – Ufal e Uneal –, Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seagri), Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas ( Emater/AL) e Sebrae.

Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

Fonte: CNA Brasil

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