Saúde

Sem restrições, casos de coronavírus podem dobrar a cada três dias

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O ministério da saúde projeta que os casos de Covid-19 , causado pelo coronavírus , podem dobrar a cada três dias no Brasil caso não tenha medidas de restrição de contato social, como cancelamentos de eventos. Com isso, daqui um mês, o país já acumularia 200 mil infectados.

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Fernanda Frazão/Agência Brasil

Brasil tem quase 100 casos contailizados


Para evitar isso, o ministério recomenta a estados e municípios medidas para “minimizar contato próximo entre as pessoas antes e durante o pico da epidemia”, além de campanhas de conscientização sobre higienização e etiqueta respiratória.

Na noite da última sexta-feira (13), São Paulo anunciou a suspensão de aulas da rede estadual e de evetos com mais de 500 pessoas. Já o governo do rio de Janeiro afirmou que vai limitar o acesso de banhistas nas praias.

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Em menos de 15 dias, o Brasil passou de um caso confirmado para quase cem, mas o número deve ser ainda maior devido ao intervalo entre as notificações nos hospitais e nas secretarias estaduais e a contabilização por parte do governo federal, além dos pacientes assintomáticos que não fazem teste.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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