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Sem máscara, Bolsonaro promove aglomeração em cidade do interior de Goiás

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Presidente não usou máscaras e cumprimentou apoiadores em Goianápolis
Foto: Reprodução/Internet

Presidente não usou máscaras e cumprimentou apoiadores em Goianápolis

O presidente Jair Bolsonaro, mais uma vez, desrespeitou as recomendações feitas pelo próprio Ministério da Saúde e, sem usar máscara, promoveu uma aglomeração na cidade de Goianápolis, no interior de Goiás, neste sábado.

O presidente estava acompanhado de alguns auxiliares, incluindo o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O general deixou o cargo mas ainda não tem outro posto no governo.

Bolsonaro deixou o Palácio do Alvorada de helicóptero na manhã deste sábado e foi para Goianápolis, município que fica a 160 km da capital federal. O presidente pousou em um campo de futebol, onde centenas de pessoas o aguardavam.

No local, Bolsonaro cumprimentou apoiadores, alguns deles também sem máscara, incluindo idosos e crianças.

A saída do presidente ocorre em um momento em que o país tem superado, diariamente, mais de 3 mil mortes por Covid-19. Nesta sexta-feira, em edição extra do Diário Oficial, a Presidência autorizou a abertura de crédito extraordinário de R$ 2,6 bilhões para o Ministério da Saúde, focado no custeio de leitos UTI e aquisição de medicamentos.

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Na última semana, governadores e prefeitos cobraram do governo federal a entrega de remédios do chamado “kit intubação”, utilizado em pacientes que precisam de respiradores mecânicos.

No último dia 26, logo depois de assumir o comando do Ministério da Saúde, Marcelo Queiroga defendeu uma campanha nacional pelo uso de máscaras.

— Na época da Copa do Mundo, a nação se une, se chama Pátria de Chuteira. Agora é Pátria de Máscara. É um pedido que faço a cada um dos brasileiros: usem a máscara. Nós, do governo, vamos trabalhar para termos um aporte de vacinas suficientes para imunizar a nossa população.

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CPI da Covid quer investigar ação de Ernesto Araújo para compra de cloroquina

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Ernesto Aráujo, ex-ministro das Relações Exteriores
Márcio Batista/MRE

Ernesto Aráujo, ex-ministro das Relações Exteriores

A CPI da Covid quer investigar a  ação do ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo que garantiu o fornecimento de cloroquina ao Brasil. De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo , o ex-chanceler ofereceu a estrutura do Itamaraty para a vinda do medicamento sem eficácia comprovada contra a Covid-19 mesmo após a Organização Mundial da Saúde (OMS) interromper testes clínicos.

O depoimento de Araújo na comissão, que inicialmente estava previsto para esta semana, foi adiado para 18 de maio.

A corrida do Itamaraty atrás da cloroquina começou pouco depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falar em “possível cura para a doença” em suas redes sociais, em 21 de março do ano passado.

Durante todo o mês de abril de 2020, houve inúmeros pedidos do Itamaraty para obtenção de cloroquina. O remédio é defendida por Bolsonaro para a cura, tratamento e prevenção contra a Covid-19.

Até novembro de 2020, o Ministério das Relações Exteriores não havia enviado instruções específicas para diplomatas avaliarem potenciais fornecedores de vacinas ou medicamentos na China, segundo pessoas envolvidas em negociações.

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O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta segunda-feira (10) que Ernesto será questionado, em seu depoimento na comissão, sobre os esforços para a compra de cloroquina.

Segundo Aziz, os senadores apelaram inúmeras vezes a Ernesto, quando estava no cargo, para fazer esforços internacionais para comprar vacinas. Para o presidente da CPI, o depoimento do ex-chanceler vai ajudar a apurar o papel do Itamaraty na compra de vacinas e medicamentos contra a Covid.

“Ele fez esforços para comprar cloroquina, que não funciona, e negligenciou compra de vacinas, que funcionam.”

O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), disse que serão levantadas informações para investigar como atuou o Itamaraty sob o comando de Ernesto na pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

“Serão fundamentais para elucidação dos fatos e atrairá os refletores para o depoimento do ex-chanceler. Outros fatos dessas tratativas internacionais também serão levantados.”

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