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Secti doa 60 cestas básicas para alunos do CEET Vasco Coutinho

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A Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos (SEDH), doou cestas básicas às famílias de alunos do Centro Estadual de Educação Técnica (CEET) Vasco Coutinho, em Vila Velha.

Ao todo, 60 cestas básicas foram entregues para alunos da escola técnica. Essa é a segunda vez que as doações acontecem desde que a necessidade de distanciamento social foi estabelecida como medida de contenção à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). A primeira distribuição contou com cerca de 40 cestas básicas e kits de higiene.

“Esse momento de pandemia tem nos levado a pensar no outro e ser mais solidários. Diante da situação dos alunos do CEET Vasco Coutinho, uma vez que a Secti, por administrar a escola técnica que oferece cursos na modalidade de educação profissional, não tem recursos para merenda escolar. Pensando nisso, entramos em contato com a SEDH e explicamos sobre a nossa realidade, visto que os nossos alunos são de cursos técnicos e muitos são trabalhadores autônomos, em áreas como audiovisual, multimídia e outros, que são áreas que estão afetadas pela pandemia”, pontuou a subsecretária de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, Solange Maria Batista de Souza.

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A subsecretária também comentou se sensibilizou com a situação de muitos alunos: “Nós estamos vivenciando uma situação em que muitos dos nossos alunos estão passando por dificuldades financeiras e isso nos sensibilizou muito, o que me fez buscar a parceria com a SEDH. Agora  a Secretaria vai buscar conseguir mais cestas básicas e realizar novas doações para mais alunos”.

A ideia da ação surgiu depois que professores relataram aos coordenadores dos cursos técnicos que alguns alunos estavam com dificuldades de manter as atividades acadêmicas de forma on-line devido a situações pessoais, como o desemprego.

Karla Cristina Gonçalves Caldeiras, de 18 anos, estuda Rádio e TV no CEET Vasco Coutinho e está no terceiro módulo. A aluna iria concluir o curso em julho, mas devido à pandemia sua formatura não tem data para acontecer. Karla é uma dos 60 estudantes que receberam uma cesta básica.

“Moro com meus pais e na minha casa a renda vem do trabalho do meu pai. Mas ele está sem trabalhar, ele é eletricista autônomo. Eu fico preocupada com toda essa situação da Covid-19, com o fato do meu pai estar sem trabalho e ainda em conseguir dar conta de todas as atividades do curso. Receber a cesta foi inesperado e muito bom! Será menos um custo para minha família. Um grande ajuda”, afirmou Karla Cristina.

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O CEET Vasco Coutinho

O Centro Estadual de Educação Técnica (CEET) Vasco Coutinho foi inaugurado em 2005 como a primeira unidade estadual voltada para o ensino profissional com o foco de oferecer aos jovens e adultos uma formação profissional em nível técnico em diferentes áreas. O objetivo é possibilitar aos alunos melhores chances de inserção no mundo do trabalho.

A escola oferece, atualmente, 12 cursos técnicos presenciais gratuitos. São eles: Administração; Comércio Exterior; Estética; Eventos; Gastronomia; Informática; Modelagem do Vestuário; Multimídia; Produção de Moda; Programação de Jogos Digitais; Rádio e Televisão; e Redes de Computadores.

O CEET tem, hoje, cerca de 1.360 alunos e, desde o início da pandemia, os cursistas estudam de forma on-line por meio da plataforma de estudos disponível no site do Vasco Coutinho.

Texto: Samantha Nepomuceno 

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação da Secti
Samantha Nepomuceno
(27) 3636-1822 / (27) 3636-1819
[email protected]
[email protected]

Fonte: Governo ES

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Incaper faz transmissão ao vivo sobre avicultura caipira

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Nessa quarta-feira (20), o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizou uma transmissão ao vivo no Instagram oficial @incaper_es. O tema “Avicultura caipira: produção e curiosidades” foi abordado pela zootecnista Maíra Formentini

Na ocasião, a extensionista do Incaper esclareceu dúvidas dos seguidores sobre diversas questões, como alimentação, saúde das aves, mercado, manejo e estrutura dos galinheiros. Curiosidades como a diferença entre frango orgânico e frango caipira e o porquê das diferentes colorações nas cascas dos ovos também foram abordadas.

“O que determina a cor da casca é a genética, não importa a alimentação que se dá à ave. O que pode mudar se diferenciar com a alimentação é a cor da gema. Os ovos caipiras têm a gema mais amarela e firme”, esclareceu Maíra Formentini.

A criação de galinhas caipiras é uma atividade que interessa a muitos produtores rurais, não apenas para a produção de ovos e carne, mas também para a adoção de práticas agroecológicas na propriedade. Além de produtores, técnicos, estudantes e outros profissionais interessados no tema assistiram à transmissão.

“A galinha caipira deve ter boa linhagem. A ave precisa de espaço para pastar, espojar, que é o ato da galinha se deitar e sacudir as penas na areia ou na terra, ciscar, empoleirar. O ambiente precisa ser adequado tanto para as aves quanto para o produtor, para que ele possa fazer o manejo”, explicou Maíra Formentini.

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Com quatro anos de Incaper e três anos trabalhando especificamente com avicultura caipira agroecológica, Maíra Formentini coordena atualmente a Unidade Experimental de Produção Animal Agroecológica (UEPA), localizada na Fazenda Experimental do Incaper em Linhares. Lá, são desenvolvidos trabalhos diversos com abelhas com e sem ferrão, aves e bovinos, entre outros.

Segundo a zootecnista do Incaper, outro fator importante para o melhor desempenho das aves caipiras é a alimentação. Um dos seguidores que estavam acompanhando a transmissão enviou uma pergunta sobre a substituição da soja na ração para a avicultura caipira agroecológica.

“A soja da ração é transgênica, e o produtor que busca a certificação orgânica não a utiliza. Neste caso, a opção é usar feijão torrado, que substitui quase 100% da soja na ração. É essa prática que a gente utilizada na UEPA. Outra opção é a folha de mandioca, cortada e triturada, que também vai fornecer proteína para a ave”, disse a extensionista do Incaper.

A transmissão completa sobre avicultura caipira foi salva no Instagram do Incaper. A primeira parte com pouco mais de meia hora de duração, e a segunda parte com cerca de 25 minutos. Quem não assistiu à transmissão ou quem quiser ver novamente pode acessar o perfil oficial do Incaper no Instagram: @incaper_es

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Transmissões ao vivo

A transmissão ao vivo sobre avicultura caipira no Instagram faz parte do projeto desenvolvido pela Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper (CCOM), que tem como objetivo levar informações aos diferentes públicos atendidos pelo Instituto especialmente neste período de pandemia. Toda quarta-feira, às 17h, um tema diferente é apresentado à sociedade. Os internautas participam encaminhando perguntas através da própria rede social usando a ferramenta de direct ou durante a transmissão ao vivo, na caixa de perguntas. Para ter acesso, basta seguir @incaper_es.


Texto: Thiago Borges (estagiário)

Informações à imprensa:
Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper
Juliana Esteves
(27) 3636-9868 / (27) 3636-9865
[email protected]
Facebook: Incaper
Instagram: @incaper_es

Fonte: Governo ES

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