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Secretário de Saúde do Pará deixa cargo e renuncia à presidência do Conass

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Alberto Beltrame, ex-secretário da Saúde do Pará

O secretário de Saúde do estado do Pará, Alberto Beltrame, renunciou ao cargo  e deixou a presidência do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). O anúncio foi feito por Beltrame por meio de uma carta nesta quarta-feira (1º).

No texto, o agora ex-secretário diz que tomou a decisão para “poder cuidar de minha saúde e me dedicar à defesa do meu maior patrimônio: a minha honra e dignidade”.

Beltrame ainda escreveu que, durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e em nome do Conass, pediu para que o Ministério da Saúde assumisse sua função de centralizar, comprar e distribuir equipamentos, insumos e medicamentos para salvar vidas durante a pandemia.

Apesar dos pedidos, o ex-secretário diz que recebeu promessas de leitos de UTI, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e medicamentos, mas que esses compromissos não foram cumpridos. “Ficamos sós”, disse Beltrame.

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“Assim, o Ministério da Saúde deixou de cumprir seu papel essencial numa emergência em saúde pública: coordenar as ações, orientar o isolamento social e também o de utilizar seu poder de compra para gerar economia de escala aos cofres públicos e normalizar e regular preços”, completou.

Seguindo nas críticas à pasta, Beltrame disse que “levantou a voz diante de tanta indiferença, falta de empatia, solidariedade e compaixão”. “Nada fiz de errado. Não cometi nenhum desvio de conduta, neste momento ou em toda a minha vida pregressa.”

“Antes de me licenciar do cargo criei Comissão com o fim de apurar eventuais irregularidades nos procedimentos administrativos e contratos com despesas relacionadas à pandemia. Além disso oficiei a Procuradoria Geral do Estado solicitando providências quanto a possibilidade desta Secretaria assinar um Termo de Ajustamento de Conduta com o MP/PA e MPF com o intuito de atuar com transparência e colaboração diante de qualquer investigação de possíveis irregularidades”, disse Beltrame.

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Política Nacional

Temer diz que Brasil pode ‘colaborar para uma pacificação interna no Líbano’

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Jair Bolsonaro convidou o ex-presidente Michel Temer para liderar missão ao Líbano.
Wilson Dias/Agência Brasil

Jair Bolsonaro convidou o ex-presidente Michel Temer para liderar missão ao Líbano.

Em entrevista à CNN Brasil, o ex-presidente Michel Temer declarou que, para além de oferecer ajuda humanitária, a  missão no Líbano tentará fazer com que o Brasil entre em um “processo de mediação para resolver as questões internas” no país do Oriente Médio.

Temer, convidado para chefiar a missão , disse que o governo brasileiro decidiu “muito adequadamente” enviar medicamentos e alimentos para o Líbano.

O ex-presidente também comentou sobre as dificuldades políticas que o governo libanês vem enfrentando. Para ele, o Brasil “tem condições e pode colaborar para uma pacificação interna no Líbano”.

Temer tem certeza de que, independente do dia, o Brasil estará presente no Líbano “cumprindo essa tarefa humanitária e essa tarefa política “.

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Ele afirmou, ainda, que  “o governo está empenhado em ajudar esta pacificação” e disse ter ficado surpreso com o convite para liderar a missão do Brasil ao Líbano .

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