Saúde

Secretário de comunicação de Bolsonaro testa positivo para coronavírus

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O secretário Fábio Wajngarten realizou o primeiro teste para o novo coronavírus na quarta-feira (11), no Hospital Israelita Albert Einstein. O teste confirmou o diagnóstico de covid-19, mas Wajngarten ainda aguarda a contraprova.

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Foto de Fábio Wajngarten arrow-options
Divulgação

O secretário Fábio Wajngarten, que viajou para Miami, foi testado positivo para Covid-19.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a esposa do secretário de comunicação divulgou a informação em um grupo de Whatsapp, onde estão as mães da escola em que as filhas do casal estudam.

“Meninas , bom dia: conforme e-mail da escola ontem, meu marido voltou de vagem de Miami ontem e fez o exame de covid que deu positivo” Disse Sophie no grupo de Whatsapp.

Pessoas utilizando máscaras arrow-options
Fernanda Frazão/Agência Brasil

60 casos da doença já foram confirmados no Brasil. Mais de 900 casos são considerados suspeitos.

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De acordo com o Ministério da Saúde, existem ao menos 60 casos confirmados de coronavírus em território Brasileiro, enquanto 930 casos suspeitos também são monitorados.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

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Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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