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Sebastião Melo vence e é eleito prefeito de Porto Alegre

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Sebastião Melo foi eleito, neste domingo (29), prefeito de Porto Alegre . O candidato do MDB, que também teve a melhor votação no primeiro turno, derrotou Manuela d’Ávila, do PC do B, em uma eleição muito acirrada. Os dois estiveram empatados tecnicamente durante as duas semanas entre um turno e outro.


O vice de Sebastião Melo é Ricardo Gomes, do Democratas – ele foi responsável pela coordenação geral da campanha. Além de MDB e DEM, PRTB, Cidadania, Solidariedade, PTC e DC integram a coligação Estamos Juntos Porto Alegre.

Sobre Sebastião Melo

Sebastião de Araújo Melo nasceu em Piracanjuba, estado de Goiás. Tem 62 anos, é casado com Valéria Leopoldino e tem dois filhos: Pablo e João Artur.

Até os 15 anos, Melo trabalhou no campo, como lavrador, e mudou-se para Porto Alegre em 1978, onde se filiou ao então MDB, seu único partido até hoje. Para poder concluir e custear os estudos de Segundo Grau no Colégio Marechal Floriano, trabalhou em lancheria no centro da cidade. Também foi carregador de caixotes nas Centrais de Abastecimento (Ceasa). Foi, ainda, vendedor em lojas de material de construção.

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Cursou Direito na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) no turno da noite. Durante o dia trabalhava como balconista numa loja de materiais de construção. Sebastião Melo iniciou-se na política estudantil ao presidir o Centro Acadêmico Visconde de São Leopoldo. Formou-se em Direito em 1988 e foi orador da turma. Formado, passou a trabalhar na profissão de advogado e em seguida passou a exercer o cargo de conselheiro estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção do Rio Grande do Sul. Foi secretário e conselheiro da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio Grande do Sul.

Em 2000, elegeu-se pela primeira vez vereador de Porto Alegre, reelegendo-se em 2004 e em 2008. Na Câmara Municipal destaca-se pela defesa de causas coletivas. É vereador de poucos projetos porque acredita que uma das principais atribuições do Poder Legislativo é o trabalho de fiscalização. É autor da lei da retirada gradativa das carroças das ruas de Porto Alegre num prazo de oito anos, através da transposição destes trabalhadores para outras atividades produtivas.

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Em 2007 foi escolhido para presidir a Câmara Municipal de Porto Alegre, e no ano seguinte, foi reeleito. Durante as duas gestões na presidência, Melo implantou uma modernização no Legislativo da Capital, que resultou em serviços mais eficientes e economia aos cofres da instituição. Foi a primeira Câmara de Vereadores entre as capitais brasileiras a assinar o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP).

Após o terceiro mandato como vereador, Melo, em 2012, foi eleito vice-prefeito de Porto Alegre. Quatro anos mais tarde, foi candidato à Prefeitura da Capital e em 2018 elegeu-se deputado estadual, cargo que ocupa atualmente

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46% dos brasileiros acham que Doria combate a pandemia melhor que Bolsonaro

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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro
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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro

46% dos brasileiros consideram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz mais contra a pandemia de Covid-19 do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados são do Datafolha, que realizou pesquisa nacional entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Do outro lado, 28% dos entrevistados acham que Bolsonaro combateu melhor a pandemia do que Doria; 13% não souberam responder; 11% disseram que nenhum deles se empenhou o suficiente; e 2% acreditam que ambos combateram a crise .

Os dados são homogêneos em todas as regiões do Brasil, mas mudam quando o assunto é o cuidado em relação à pandemia . Tanto os que têm medo do vírus quanto os tomam mais cuidados preferem Doria a Bolsonaro.

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Entre os brasileiros que se dizem com “muito medo” do novo coronavírus (Sars-Cov-2), 57% acreditam que Doria fez um trabalho melhor, contra 19% que preferem Bolsonaro. Já entre quem diz não temer a pandemia, 46% acham que o presidente faz um trabalho melhor, contra 24% que apoiam o trabalho do governador .

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Seguindo a mesma lógica, quem segue uma vida normal durante a pandemia acredita que Bolsonaro age melhor que Doria: 46% contra 28%. Já dentre os isolados, 57% acham que Doria lida melhor com a crise de saúde, contra 22% que seguem apoiando Bolsonaro.

Presidente mal valiado

Em relação à última pesquisa, feita no início de dezembro, cresceu de 42% para 48% o número de brasileiros que acham o desempenho de Bolsonaro ruim ou péssimo no que diz respeito ao combate à pandemia . 26% aprovam o trabalho do presidente em relação ao tema (em dezembro, eram 30%).

Apesar da má avaliação , o presidente não é considerado culpado pelas quase 220 mil mortes de Covid-19 no país por 47% dos brasileiros – em dezembro, eram 52%. 39% acreditam que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal; 11% apontam ele como o único responsável.

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