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Sara Winter ostenta tornozeleira eletrônica e se diz “presa política”

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Reprodução/Twitter

Em prisão domiciliar, Sara Winter ostenta tornozeleira eletrônica e se diz “presa política”

Presa suspeita de participar de ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito que apura atos antidemocráticos , a extremista bolsonarista Sara Winter, que está em  prisão domiciliar desde quinta-feira (25), ostentou sua tornozeleira eletrônica e se disse “presa política” em postagem no Twitter.

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Sara Winter diz ainda que “não está em liberdade” e que lamenta as condições da prisão domiciliar, que a impede de sair de casa, consumir bebidas alcoólicas e limita sua comunicação dentro do bolsonarismo radical.

“Não. Não estou livre. Estou em prisão domiciliar . Impedida de sair de casa, de consumir bebidas alcoólicas, de me comunicar com parlamentares, jornalistas, youtubers e outras figuras de direita”, escreveu a extremista. “Estou impedida de me comunicar com meus amigos e companheiros dos 300 do Brasil”, completou.

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Principal liderança do grupo extremista que apoia o presidente Jair Bolsonaro300 do Brasil “, que reuniu menos pessoas do que o nome indica em seus atos públicos, Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter,  foi presa na manhã de 15 de junho durante operação da Polícia Federal.

Além dela, Emerson Rui Barros dos Santos, Érica Vianna de Souza, Renan de Morais Souza e Arthur Castro, e Daniel Miguel, outros extremistas bolsonaristas, também foram presos após decisão de Alexandre de Moraes , ministro do STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Desde a última semana, todos estão em prisão domiciliar.

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Suspeita de plágio em dissertação de ministro da Educação será apurada, diz FGV

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Carlos Alberto Decotelli falando ao microfone em sua cerimônia de posse no FNDE
Luís Fortes/MEC

Carlos Alberto Decotelli em sua cerimônia de posse no FNDE

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou por meio de nota neste sábado (27) que vai apurar as  suspeitas de plágio em uma dissertação de mestrado do recém-empossado ministro da Educação, o professor Carlos Alberto Decotelli, de 2008. O apontamento da cópia foi feito em publicação no Twitter pelo economista Thomas Conti.

Segundo Conti, o ministro citou trechos na dissertação idênticos a um relatório do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) para a Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

“A Fundação Getúlio Vargas vai apurar os fatos referentes à denúncia de plágio na dissertação do Ministro Carlos Alberto Decotelli. A FGV está localizando o professor orientador da dissertação para que ele possa prestar informações acerca do assunto”, informou a instituição de ensino.

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No Twitter, Conti escreveu que “para quem não tem familiaridade com o mundo acadêmico, […] não se copia e cola trechos escritos por outra pessoa sem deixar claro que é uma citação e de onde vem a citação. Ainda mais em trechos longos assim” ao criticar o ato de Decotelli.

Apesar de ter sido nomeado para o Ministério da Educação há menos de uma semana, essa é a segunda vez que Decotelli gera polêmica por conta de sua vida acadêmica. Isso porque seu título de doutor também está sob questionamentos. 

Em outro tuíte,  o reitor da Universidade Nacional de Rosário, Franco Bartolacci, disse que Decotelli não concluiu o curso de doutorado que ele diz ter. 

Inicialmente, o ministro negou a declaração de Bartolacci e chegou a mostrar certificado de conclusão das disciplinas do doutorado. “É verdade. Pergunte lá para o reitor”, disse Decoletti ao jornal O Estado de São Paulo.

Ao final do dia desta sexta-feira (26), no entanto, Decotelli,  atualizou o seu currículo na plataforma Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele passou a declarar que teve “créditos concluídos” no curso de doutorado, em 2009. Outra mudança que ele foi no campo relacionado ao orientador, no qual ele assinalou “Sem defesa de tese”. 

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