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Saiba como será a divisão de bens de Bill e Melinda Gates após divórcio

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Fortuna de ex-casal chega a US$ 130 bilhões
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Fortuna de ex-casal chega a US$ 130 bilhões

Embora não tenha uma divisão oficial dos bens do casal de bilionários Melinda  e Bill Gates , há especulações do que cada um pode ficar com a separação. Somada, a fortuna pode chegar a US$ 130 bilhões (cerca de R$ 670 bilhões). Em abril de 2022, a corte americana deve decidir a partilha de bens em um processo que está em andamento.

No caso de casais ricos, os acordos pré-nupciais estabelecem as divisões do patrimônio, mas o ex-casal não tinha um acordo. No entanto, já havia uma negociação sobre a divisão antes do anúncio do divórcio. 

De acordo com o site TMZ, no dia 3 de maio, quando houve assinatura do contrato de divórcio, Bill Gates transferiu R$ 9,6 milhões para a ex-esposa. Os bilionários ainda permanecerão no comando da Fundação Bill e Melinda Gates, que já investiu quase R$ 54 bilhões em projetos de filantropia. 

Por não ter participação majoritária nas ações da Microsoft, a empresa pode não ser o centro da divisão e pode ter um impacto menor. Gates deixou o conselho administrativo há um ano e detém apenas 1,37% das ações. 

A lista de bens móveis e imóveis é extensa. A disputa deve girar em tono da mansão de 6.131 m², avaliada em R$ 131 milhões, em Seatle, na Califórnia. Além dessa, outra, também no mesmo estado americano, de 1.207 m² e avaliada em R$ 237 milhões. Há uma propriedade para cavalaria de 12 mil hectares. 

Outros bens de luxo, como a ecomenda de um iate ecológico de 112 metros e avaliado em R$ 3,5 bilhões, também fazem parte da lista. Somadas, terras agrícolas do ex-casal chegam a 98 mil hectares. Bill também adquiriu um caderno de escritos científicos de Leonardo da Vinci, comprado em 1994 por US$ 30,8 milhões. E o que ainda pode entrar na divisão são os ativos financeiros de Bill. 

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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