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Royal Enfield Himalayan 2021 estreia com algumas melhorias

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Royal Enfield Himalayan 2021
Nelson Pituco

Royal Enfield Himalayan 2021: versátil também no uso urbano, segundo as impressões que tivemos no dia a dia


O que a Royal Enfield Himalayan 2021 tem de diferente da versão anterior, que foi lançada aqui há quase dois anos, pode ser listado em poucas linhas. Só que, conforme conta o fabricante, eram mesmo poucos itens que poderiam ser melhorados, a maioria deles sugeridos pelos próprios usuários do modelo.


Isso corrobora o fato de que aqueles que buscaram uma motocicleta robusta e acessível, sem as modernidades visuais e com um look de bigtrail dos anos 80, estão satisfeitos com a escolha pela  Royal Enfield Himalayan .

Mecanicamente, a Himalayan 2021 permanece a mesma, com sua versatilidade em estradas de asfalto e fora dela já demonstrada na ocasião de seu lançamento (veja aqui) , e agora foi a vez de passar uma semana com a nova versão apenas em uso urbano, o que, mais uma vez comprovou a sua versatilidade.

Royal Enfield Himalayan
Divulgação

As três novas cores da Royal Enfield Himalayan


Sem ser muito grande nem muito pequena, nem muito pesada, a Himalayan é uma boa pedida para o dia a dia, com grandes possibilidades também para o lazer nos fins de semana, no asfalto ou na terra. Principalmente na terra.

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As novas cores são o que mais se destacam na Himalayan 2021. O branco e o preto, que dão um aspecto neutro para a motocicleta, continuam, mas as cores vermelha e azul proporcionam um visual mais alegre e jovial ao modelo. Alguns consideram, no entanto, que a Himalayan cinza, também uma nova cor, é a mais bonita.

O que a Himalayan 2021 traz de novidades, além das cores, é a possibilidade de desligamento do sistema antibloqueio ABS na roda traseira, por um botão no painel (com esse controle eletrônico desligado é mais fácil controlar a moto em uma trilha), um descanso lateral mais inclinado, permitindo estacionar a motocicleta de forma mais segura em pisos não planos.

Painel legalzinho com relógios analógicos e uma bússola
Divulgação

Painel legalzinho com relógios analógicos e uma bússola


Outra novidade é e a introdução do pisca-alerta. Só que esse item de segurança só pode ser acionado com a ignição ligada, o que inviabiliza deixar a motocicleta com a luz de emergência ligada enquanto se busca ajuda, no caso de pane.

A Royal Enfield Himalayan tem alguns pequenos detalhes bem interessantes, como o cavalete central (que toda trail deveria ter também) e a bússola no painel, que, por sinal, é bonito e bem recheado de funções. Pena que embaçou depois de uma chuva forte.

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O acréscimo de preço da nova Royal Enfield Himalayan em relação à versão anterior é de apenas R$ 400 (a 2020 custa R$ 18.990, o mesmo valor desde o lançamento, dois anos atrás). Já a linha 2021 do modelo custa R$ 19.390.

Fonte: IG CARROS

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Ducati inicia produção da nova SuperSport 950

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Ducati SuperSport 950:  superesportiva vem com motor de 110 cavalos a 9.000 rpm e carenagem redesenhada
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Ducati SuperSport 950: superesportiva vem com motor de 110 cavalos a 9.000 rpm e carenagem redesenhada

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A Ducati iniciou na última semana, na fábrica de Borgo Panigale (Itália), a produção em série da nova SuperSport 950. As primeiras unidades do modelo esportivo da marca italiana chegam em fevereiro às concessionárias da Europa.

De acordo com a Ducati , o novo modelo é voltada para os que buscam uma moto esportiva voltada para o uso diário. Além do visual revisto, a nova SuperSport 950 ganhou uma eletrônica aprimorada, novos equipamentos e o motor compatível com as novas normas de emissões Euro 5.

Pesando 184 kg, a nova SuperSport 950 usa o motor bicilíndrico Testastretta de 937 cm², capaz de desenvolver 110 cv a 9.000 rpm e 9,5 kgfm a 6.500 rpm, e que foi combinado a uma nova embreagem com comando hidráulico e alavanca ajustável, além de um câmbio modificado para facilitar o engate do ponto-morto com a moto parada. 

Outras características técnicas do modelo são a suspensão com monobraço oscilante e o quadro em treliça fixado ao motor. Já o guidão e o assento foram projetados para aumentar o conforto do piloto, reduzindo a carga sobre os pulsos e joelhos.

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Esteticamente, o modelo ganhou elementos inspirados na Panigale V4 . O que pode ser visto nos faróis de LED com luzes diurnas, que são combinadas a uma nova carenagem redesenhada para dar ao modelo ares mais esportivos e fluídos. A lista de equipamentos do modelo inclui painel digital TFT de 4,3″, pacote eletrônico com controle de tração, seletor de modos de condução ABS Cornering e controle anti-wheelie.

A Ducati SportSport 950 será oferecida no mercado europeu em duas variações: a básica, apenas na cor vermelha, e a “S”, que além da opção da pintura branca da carenagem inclui um conjunto de suspensão ajustável Öhlins e uma cobertura para o assento do passageiro. Na Ítália, os preços do modelo partem de 13.890 euros (cerca de R$ 91 mil).

Fonte: IG CARROS

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