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Robô humanoide será atriz principal de filme milionário

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Divulgação/Life Productions Inc

Face de Erica, a robô que será protagonista do filme “b”


Um filme de ficção científica com US$ 70 milhões de orçamento pretende levar o conceito de atuação robótica para um nível totalmente novo. No longa chamado simplesmente de “b”, o papel principal será interpretado por Erica, uma robô humanoide.

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O filme ainda está em seus estágios iniciais, precisando de alguns componentes essenciais (como um diretor), mas com certeza será interessante acompanhar o primeiro filme estrelado por um robô de verdade.

Como Erica interpretará um robô no filme, talvez seja mais apropriado dizer que ela faz parte do orçamento de efeitos especiais e não do elenco, mas os engenheiros que construíram a humanoide afirmam que eles explicitamente programaram habilidades de atuação e expressões faciais.

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“Em outros métodos de atuação, os atores envolvem suas próprias experiências de vida no papel”, explicou o produtor Sam Khoze ao The Hollywood Reporter. “Mas Erica não tem experiências de vida. Ela foi criada do zero para desempenhar o papel. Tivemos que simular seus movimentos e emoções por meio de sessões individuais, como controlar a velocidade de seus movimentos, conversar através de seus sentimentos e treinar o desenvolvimento de personagens e a linguagem corporal”, concluiu.

O plano original era estrear Erica em um filme anterior, mas os conflitos de agendamento atrapalharam, de acordo com o The Hollywood Reporter. No entanto, os produtores de “b” estão preparados: algumas das cenas de Erica já foram filmadas. Quanto ao restante do filme, elenco humano e direção, deve demorar um pouco mais. A expectativa é de terminar as filmagens no fim do próximo ano.

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Conectando a vizinhança: rede social é criada para incentivar o consumo local

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Unsplash/ROBIN WORRALL

Novidade conecta pessoas que moram perto


A primeira rede social de consumo local foi criada no Brasil, e busca incentivar vizinhos a se conectarem. Chamada de MeuVizinho.me, ela une pequenos negócios com clientes em potencial, e já está presente em mais de 200 cidades do país. 

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Para fomentar o comércio local, a plataforma utiliza a geolocalização para unir pessoas que precisam de determinados serviços e outras que os prestam na vizinhança. 

“Neste momento difícil que estamos vivendo no Brasil, com a pandemia e o desemprego aumentando, fomentar o comércio local é uma saída positiva para todos”, conta Carlos Ávila, fundador da rede social.

Como funciona

Qualquer pessoa pode se cadastrar gratuitamente na plataforma, que funciona através de um  webapp e sequer precisa de download para funcionar. 

Para quem quer procurar um comércio ou prestador de serviço, é só acessar a plataforma, realizar um cadastro rápido e indicar a localização. Em seguida, basta pesquisar pelo serviço desejado no campo de busca.

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Para os pequenos negócios , o processo de cadastro é o mesmo. Depois, é só clicar no ícone do comércio e cadastrar sua empresa. De acordo com o criador da rede social, toda a operação funciona de forma gratuita, sem nenhuma taxa de inscrição, comissões ou tarifas. 

Para Carlos, o objetivo do MeuVizinho.me é conectar pessoas e ajudá-las, sobretudo no momento da pandemia de Covid-19 . “Por isso, não faria sentido ter uma cobrança, já que queremos ajudar o pequeno profissional a aumentar as vendas, e muitas vezes, ele não possui verba para divulgação. É aí que entra o MeuVizinho”, justifica.

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