Saúde

Rio tem calendário para vacinação, mas aguarda novas remessas

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A Secretaria Municipal de Saúde já tem um calendário para a sequência da vacinação na cidade, mas as datas de recomeço a partir dos 80 anos dependem do anúncio oficial do Ministério da Saúde para novas remessas das vacinas CoronaVac e Oxford/AstraZeneca.

“Nós temos, a partir dos dados oficiais, condições de produzir um novo calendário – eu diria que já está pronto, mas a gente só vai divulgar a partir do momento que tiver a informação oficial. Se chegar [informação oficial de remessa de vacinas] hoje à tarde, à noite, a gente divulga”, disse o prefeito Eduardo Paes, ao divulgar o 8º Boletim Epidemiológico sobre a situação da covid-19.

Ele  destacou que há muita gente angustiada com o anúncio de retomada do calendário de vacinação, mas disse que é preciso aguardar para não dar informações que podem não se confirmar. Enquanto isso, continua a vacinação para pessoas a partir de 80 anos, marcada para amanhã (27).

Paes adiantou que neste sábado estará no Parque Madureira, na zona norte, para acompanhar a vacinação de Tia Surica e de outros integrantes da Velha Guarda da Portela. “Vai ser a única vacinação que eu vou aparecer na foto”, disse Paes, um torcedor da azul e branco de Oswaldo Cruz e Madureira.

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Até o início da manhã de hoje, a cidade do Rio de Janeiro registrou 300.113 pessoas vacinadas com a primeira dose, o que significa 4,45% de quem foi imunizado com essa dose. Com a segunda, são 77.337 pessoas.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Vacina da Fiocruz Minas e UFMG avança em testes de laboratório

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Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz. Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020. Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

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O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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