Saúde

Rio divulga novo calendário de vacinação para profissionais de saúde

Publicados

em


A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou hoje (10) um novo calendário de vacinação contra covid-19 para profissionais de saúde. A expectativa é de que todas as idades pendentes sejam atendidas até o fim da próxima semana. Até o último sábado (8), as doses haviam sido aplicadas em profissionais que tinham 35 anos ou mais.

São considerados profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais de educação física, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares.

O calendário segue de forma escalonada. A partir de amanhã (11) e até sexta-feira (17), poderão se dirigir aos postos de saúde para receber a primeira dose os profissionais entre 30 e 34 anos.

Na próxima semana, a vacinação prossegue com quem tem 30 anos na segunda-feira (17). A idade vai sendo reduzida um ano por dia até alcançar os profissionais de 27 anos na quinta-feira (20). Na sexta-feira (21), está previsto o atendimento de quem tem 26 anos ou menos.

Leia Também:  Covid-19: chefe do Itamaraty e presidente do BC são vacinados

A vacinação para esse grupo ocorrerá exclusivamente no período da tarde, das 13h às 17h. Para demonstrar a profissão, é necessário levar um documento original com foto e comprovante do conselho de classe. A lista dos postos de vacinação está disponível no site do município.

Tabela calendário vacinação RJ 10mai Tabela calendário vacinação RJ 10mai

Secretaria Estadual de Saúde – RJ

A prefeitura não informou qual imunizante será aplicado nesses novos grupos de profissionais de saúde. As faixas etárias já vacinadas receberam doses da Coronavac, produzida no Instituto Butantan a partir de parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e da Covishield, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) via acordo firmado com a Universidade de Oxford e com a farmacêutica inglesa AstraZeneca.

Na semana passada, o município começou a receber o imunizante desenvolvido pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa alemã BioNtech. Uma nova leva de doses começou a ser distribuída hoje (10) aos estados e municípios. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a vacina da Pfizer está sendo aplicada preferencialmente em pessoas com comorbidades.

Leia Também:  Covid-19: Anvisa amplia prazo de validade da vacina da Janssen

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: 82% dos indígenas receberam 1ª dose, diz Ministério da Saúde

Publicados

em


Até o momento, 82% dos indígenas atendidos pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai) receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19. Já a segunda dose do imunizante foi aplicada em 71% desse público.

O balanço foi divulgado hoje pelo Ministério. Segundo a pasta, a Sesai é responsável por atender com serviços de saúde 755 mil indígenas de mais de seis mil aldeias. Do orçamento de R$ 1,5 bilhão da SESAI, R$ 76 milhões foram gastos no combate à pandemia.

Conforme o comunicado, o órgão fez 20 missões interministeriais em aldeias, que resultaram em 60 mil atendimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram disponibilizados 6,6 milhões de insumos, entre testes para a covid-19, medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs).

Decisão do STF

Em julho do ano passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso deu decisão determinando que o governo federal adotasse medidas mais efetivas para proteger os indígenas e que desenvolvesse um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros, a ser elaborado com a participação das comunidades e do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

Leia Também:  São Paulo retoma vacinação contra covid-19 por faixa etária

O ministro determinou que as ações de saúde indígena também atendessem às demandas de indígenas não aldeados. Contudo, no balanço da Secretaria o órgão afirma que a responsabilidade é de estados e municípios.

“Em relação aos indígenas que vivem no contexto urbano, conforme legislação vigente, cabe aos estados e municípios o atendimento dessas pessoas. Atualmente, mais de 180 mil indígenas que vivem em contexto urbano, e que estão sob responsabilidade dos demais entes da federação, já estão cadastrados no Programa Previne Brasil”, diz o texto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA