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Restaurante de Jacquin é lacrado por operar além do horário em São Paulo

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Erick Jacquin, jurado do MasterChef e estrela do programa “Pesadelo na Cozinha” teve restaurante fechado por não seguir protocolo

Em ação contra estabelecimentos comerciais que não estão seguindo os protocolos da reabertura na capital , a prefeitura de São Paulo lacrou 79 deles, incluindo o Président, renomado restaurante do chef francês Erick Jacquin, localizado nos Jardins.

Feita pela Subprefeitura de Pinheiros nesta terça-feira (11), a ação que fechou o restaurante de Jacquin começou com fotos tiradas por fiscais da reabertura no primeiro fim de semana em que os estabelecimentos puderam voltar a operar até as 22 horas. Imagens mostram clientes consumindo no Président às 22h39 do último sábado (8). Além de ter o restaurante lacrado, o chefe francês, mais conhecido no Brasil por ser jurado do programa MasterChef, terá de pagar multa de R$ 9.231,65 para cada 250 metros quadrados do local. Além de Jacquin, mais três outros donos de estabelecimentos terão a mesma punição.

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A reabertura noturna vem causando dor de cabeça aos agentes da prefeitura de São Paulo. Na sexta (7), foram fechados 26 estabelecimentos que não seguiam as normas, número que aumentou para 32 no sábado. No domingo, mais 17 casas foram lacradas. Além de não seguirem o horário, alguns pontos comerciais também promoveram aglomerações .

O modelo de reabertura mais recente que foi divulgado pela prefeitura de São Paulo prevê que bares e restaurantes possam operar entre 11 e 22 horas, desde que sigam o limite máximo de seis horas diárias. Fica a cargo dos donos decidir se a operação será fracionada ou em apenas um período do dia. Para fechar às 22 horas, por exemplo, o estabalecimento só pode abrir as portas às 16h.

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Nova gigante da locação de veículos: Localiza e Unidas anunciam fusão

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Brasil Econômico

Placa da empresa Localiza. No fundo, carros estacionados
Divulgação

Após anunciar fusão com Unidas, ações da Localiza têm alta


Nesta terça-feira (22), a Localiza e a Unidas fecharam um acordo que combina os dois negócios e incorpora as ações da Unidas pela Localiza, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Após o anúncio, as ações da Localiza registraram alta de até 20% na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3.


Eugênio Mattar, presidente da Localiza, disse, por teleconferência, que a proposta de fusão de sua empresa com a Unidas é formar uma companhia de escala global nos segmentos de gestão de frotas e aluguel de carros, segundo apuração da Reuters .

O presidente da Localiza também prometeu o aumento da eficiência operacional, da produtividade das áreas corporativas e do negócio de venda de carros, reduzindo os custos das frotas. “Iremos colocar o Brasil na vanguarda da mobilidade”, garantiu Mattar.

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Em comentário, o banco Credit Suisse disse que “aos acionistas da Unidas foram oferecidos 0,4468 ação da Localiza + 0,835 / dividendo em ação, ou seja, uma alta de 13% antes da reclassificação e com os ganhos de sinergia”.

Com a fusão, os acionistas da Localiza passarão a deter 76,85% da companhia combinada e os acionistas da Unidas deterão 23,15%. A cada ação, os acionistas da Unidas vão receber R$ 23,12, um prêmio de 9,1% sobre a cotação de fechamento da véspera. Se a operação for consumada, é previsto uma distribuição de até R$ 425 milhões em dividendos a acionistas da Unidas.

As empresas afirmaram que “do ponto de vista econômico-financeiro, a integração dos negócios deverá promover sinergias e aumentos de eficiência na companhia combinada resultante da incorporação de ações”. O valor de mercado da Localiza era de R$ 39,2 bilhões e o da Unidas, de R$ 10,8 bilhões, após o fechamento dos preços na terça-feira. 

Agora, a transação espera pela aprovação dos acionistas das companhias e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela verificação de outras condições para essa operação. No entanto, segundo a corretora Mirae, o processo pode sofrer pressão no Cade e lobby das montadoras, já que as duas empresas somam, juntas, 15% das vendas de veículos no Brasil.

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Erramos: esta matéria dizia que o presidente da Localiza é Salim Mattar, mas, na verdade, o presidente é Eugênio Mattar. Salim é um dos fundadores da empresa e se desligou da companhia em dezembro de 2018, segundo informou a assessoria da Localiza. O texto foi alterado e agora está correto.

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