Análise Política

Resiliência; a marca registrada do Prefeito Tininho Batista

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A palavra resiliência tem significados em várias áreas; ambiental, física, administrativa… mas é o significado na psicologia que trata esse artigo. Na área da psicologia, a resiliência é a capacidade de uma pessoa lidar com seus próprios problemas, vencer obstáculos e não ceder à pressão, seja qual for a situação.

 

Desde que assumiu a prefeitura como interino, em junho de 2013, o Prefeito Tininho Batista vem sofrendo uma perseguição sem limites, tanto na área política como também pessoal, mais por preconceito, pois Tininho, até junho de 2012, era um simples vereador, que foi vice-prefeito, assumiu interinamente a prefeitura por 27 meses e se elegeu prefeito em 2016. Aliás, em uma eleição onde a maioria esmagadora das lideran­ças estava em outros palanques.

 

Interessante é analisar os ataques que o atual Prefeito vem sofrendo ao longo de sua gestão desde a interinidade, e o sentimento que fica visível nas críticas é o PRECONCEITO.

 

Mas aí vem a pergunta; “Mas preconceito por qual motivo?”. Não é simples a explicação, mas quem tiver sinceridade na análise vai perceber o quanto Tininho vem recebendo preconceito da classe política, aquela que acha que Marataízes sempre teve donos.

 

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Antes de Tininho ser eleito Prefeito em 2016, Marataízes teve três Prefeitos, Ananias Vieira (1997 – 2004), Toninho Bitencourtt (2005 – 2008), Jander Vidal (2009 – 2016), esses três Prefeitos estiveram juntos em 1996, na campanha em que Ananias Vieira saiu vitorioso e se tornou o primeiro Prefeito de Marataízes. Naquela época tinha-se o pensamento que esse grupo, unido, ficaria muito tempo no poder. Mas, como todos sabem, o grupo se dissolveu, com Toninho e Jander também se elegendo Prefeitos.

 

A vitória de Tininho em 2016 fugiu da normalidade estabelecida pela elite política tacanha de Marataízes, foi um soco na cara dos até então “Donos do poder”, que ainda não aceitaram um homem da roça e sem grupo se eleger prefeito.

 

O preconceito e a falta absoluta de argumentação ficam gritantes nas redes sociais, onde muitas vezes, no anonimato covarde que as redes proporcionam, as ofensas ultrapassam o âmbito da gestão administrativa, área que todo político deve SIM, ser cobrado e criticado, o que nos é garantido pela Constituição Federal, quanto a liberdade de expressão.

 

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A elite política maratimba ainda não digeriu Tininho Batista, não suporta o fato de um homem simples e da roça ter quebrado a tradição que se arrastava desde 1996. Tradição essa que só “poderia” ser Prefeito de Maratízes aqueles que se submetessem aos caprichos daqueles que achavam que nossa cidade era uma Capitania Hereditária.

 

Apesar dessa elite tosca e preconceituosa, Tininho Batista segue sua vitoriosa carreira política, entregando importantes obras e preparando Marataízes para o futuro.

 

Em seu primeiro mandato como prefeito (2017/2020), Tininho Batista já demonstrou ao que veio com obras que transformaram a cidade do Pontal a Boa Vista. Com isso ganhando olhares de lideranças de todo estado do ES e recebendo vários convites para participar das articulações envolvendo a eleição de 2022.

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Análise Política

Decisão da Justiça de Cachoeiro deixa alerta para postagens falsas em redes sociais

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Chama atenção e, porque não dizer, serve de alerta a coerente decisão do juiz Miguel Maira Ruggieri Balazs, de Cachoeiro de Itapemirim, com data do último dia 6 de maio.

A decisão liminar determinou a imediata cessação de uma veiculação no Facebook, onde uma cidadã postava um vídeo do prefeito de Cachoeiro, Victor da Silva Coelho, fora do contexto atual vivido no município.

Era o seguinte: usava-se um vídeo de 2018 como se tivesse sido feito nos dias de hoje, induzindo-se a crer que atualmente o prefeito faz decretos restritivos para a população, mas não tem a mesma conduta de reservar-se, vivendo assim (como está na decisão) “na farra, na esbórnia, curtindo a vida”. Ocorre, como já disse, que as imagens usadas são antigas.

Caso a ordem seja descumprida, a multa diária é de R$ 1 mil, podendo chegar a R$ 35 mil, que serão revertidos ao querelante, no caso o prefeito Victor Coelho, como forma de reparação do dano causado.

Resumindo: se não excluir as postagens, vai doer pesado no bolso da cidadã, que aqui me dou o direito de preservar o nome, já que não interessa quem, e sim as consequências do ato praticado, e exemplarmente punido pelo magistrado.

Interessante destacar o zelo da decisão com a democracia e com a liberdade de expressão a que temos direito, desde que praticada com ética e coerência, separando o que é informação de falsa informação. Consta o seguinte:

“Não se trata de coibir liberdade de expressão, mas de impedir DESINFORMAÇÃO que causa prejuízo à imagem do Querelante e a toda população com informações inverídicas. À Querelada é resguardado o direito de emitir sua opinião sobre as políticas públicas municipais e sobre decisões do Prefeito Municipal. Todavia, ao vincular vídeo antigo como se atual e informar que o próprio Prefeito descumpre as normas sanitárias, causa, em tese, dano à imagem deste. Considerando o período de anormalidade em que estamos, fato é que a postagem divulgada tem o condão de causar prejuízo a toda coletiva com DESINFORMAÇÃO, o que não pode ser permitido, nesse momento”.

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A decisão é de beleza rara em tempos de guerra política e de notícias falsas nas redes sociais. O juiz que garante ao prefeito não ser vítima de mentiras, é o mesmo que diz à pessoa punida que ela pode continuar emitindo opinião sobre a política do município e também sobre as decisões do prefeito, contudo não pode e não deve transmitir informações inverídicas. Quando se transmite ou retransmite mentiras, toda a população sofre prejuízo.

As redes sociais fizeram, da noite para o dia, cidadãos comuns virarem jornalistas atentos. Mas esqueceram de dizer que para exercer o jornalismo, ou emitir opiniões críticas de maneira pública, é preciso ter responsabilidade com o que se fala ou escreve. Pode-se criticar, mas não pode inventar mentiras ou, por exemplo, montar vídeos com falas descontextualizadas, como foi o caso em voga.

Quem viveu em Redação de jornais sabe que é curta a distância entre o jornalismo e os processos. Não deve, portanto, ser diferente nas redes sociais. Há responsabilidades e regras. Engana-se quem acha que escrever publicamente é surfar em terra de ninguém. Muito menos é permitido retransmitir notícias sem checar a veracidade.

Um editor ou chefe de Redação checa e averigua minuciosamente as informações que chegam antes de torná-las públicas. Tampouco se republica um artigo sem a devida leitura prévia. Existe (ou pelo menos deve existir no bom jornalismo) antes de tudo a responsabilidade com o que se publica e o compromisso com a verdade.

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Se o cidadão comum se arvora em ser um jornalista pelos canais que tem, ele precisa saber que há regras e o não cumprimento resulta em problemas jurídicos, entre outros. Mas o problema maior é arranhar publicamente a imagem do outro, independente de ser ele um agente político ou não. O dano à imagem através de publicações mentirosas não se corrige com multas. Costuma ser irreversível.

Recentemente também chamou a atenção um caso em nível nacional. A atriz e ex-secretária nacional de Cultura, a bolsonarista Regina Duarte, foi obrigada pela justiça a pedir desculpas públicas à família do ex-presidente Lula pela divulgação de informações falsas sobre a herança da ex-primeira-dama Marisa Letícia.

Ou seja, tanto em nível nacional como local, a justiça segue cada vez mais atenta às agressões públicas e às informações falsas ou truncadas contra todas as pessoas. Sejam políticos ou não. E não precisa ser jornalista para ter a obrigação e o compromisso com a verdade, bem como a responsabilidade com o que se publica.

Independente de ser na página de um jornal ou na sua página pessoal das redes sociais, o bom senso é o que deve prevalecer em todas as situações. É o que têm mostrado as decisões judiciais recentes.

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Sofrer também é merecimento / Cada um tem seu momento / Quando a hora é da razão” – Hora da Razão (Caetano Veloso)

 

 

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