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Ranking revela aeroportos com mais voos atrasados e cancelados

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Estados Unidos, Europa e China concentram aeroportos com mais problemas
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Estados Unidos, Europa e China concentram aeroportos com mais problemas


O verão no Hemisfério Norte, o primeiro com as restrições de viagens mais frouxas desde o início da pandemia da covid-19, tem sido de muito transtorno nos aeroportos da região.

Não é surpresa então que países da América do Norte, da Europa e da Ásia dominem o mais recente ranking que mostra os terminais aéreos com maior número de voos atrasados e cancelados do mundo neste momento.

O levantamento feito pelo site FlightAware, especializado em malhas aéreas e acompanhamento em tempo real de voos, leva em consideração dados oficiais fornecidos por aeroportos e companhias aéreas entre 26 de maio e 19 de julho.

De acordo com esse recorte bastante atual, o lugar que tem registrado o maior número de voos atrasados é o Aeroporto Internacional Pearson Toronto, na maior cidade do Canadá. Nele, o índice de aviões que levantaram depois do horário marcado foi de 52,5%, ou seja, mais da metade.

O top 10 dos atrasadinhos também inclui os dois principais aeroportos da Alemanha (Frankfurt e Munique) e os dois principais da Inglaterra (Heathrow e Gatwick, ambos na região de Londres) , além de hubs europeus como Schiphol, em Amsterdã , e Charles De Gaulle, nos arredores de Paris , todos esses com índices acima dos 40%. O único abaixo da Linha do Equador é o de Sydney, na Austrália.

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Já entre os aeroportos com o maior número de cancelamentos, os chineses e americanos se destacam. Dos dez mais, três são na China e outros três, dos Estados Unidos.

Incluindo aí os primeiros da ranking: Shenzhen, onde 7,9% dos voos não foram realizados, durante o período pesquisado, e os de Newark e LaGuardia, ambos servindo a região de Nova York, com mais de 7% de aviões no chão. O top 10 tem novamente os terminais de Toronto e Amsterdã. Do Hemisfério Sul, apenas dois: os aeroportos de Sydney e Jacarta, na Indonésia.

O caos aéreo no Hemisfério Norte tem sido provocado por uma série de fatores, quase todos derivados da crise causada pela pandemia de covid-19. Durante os meses de fechamento ou de baixa operação, muitas empresas do setor dispensaram grandes quantidades de funcionários.

O efetivo, apesar de ondas de contratações e recontratações recentes, ainda é menor do que havia antes da pandemia, ao passo que o movimento nos aeroportos tem crescido cada vez mais. Esse desequilíbrio vem desencadeando uma série de problemas , que vão do aumento do número de malas extraviadas às greves de funcionários (sobretudo na Europa) insatisfeitos com a sobrecarga de trabalho. E, claro, os atrasos e cancelamentos de voos.

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Veja as duas listas a seguir:

Os aeroportos com mais voos atrasados no mundo

1. Aeroporto Internacional Pearson Toronto, Canadá (52,5%) 2. Aeroporto de Frankfurt, Alemanha (45,4%) 3. Aeroporto Charles de Gaulle, Paris, França (43,2%) 4. Aeroporto de Schiphol, Amsterdã, Países Baixos (41,5%) 5. Aeroporto de Gatwick, Londres, Reino Unido (41,1%) 6. Aeroporto de Heathrow, Londres, Reino Unido (40,5%) 7. Aeroporto de Munique, Alemanha (40,4%) 8. Aeroporto Internacional de Atenas, Grécia (37,9%) 9. Aeroporto Kingsford Smith, Sydney, Austrália (34,2%) 10. Aeroporto Internacional de Orlando, Estados Unidos (33,4%)

Os aeroportos com mais voos cancelados no mundo

1. Aeroporto Internacional de Shenzhen Bao’an, China (7,9% dos voos cancelados) 2. Aeroporto Internacional Newark Liberty, Estados Unidos (7,4%) 3. Aeroporto Internacional LaGuardia, em Nova York, Estados Unidos (7%) 4. Aeroporto Internacional Pearson Toronto, Canadá (6,5%) 5. Aeroporto Internacional Soekarno-Hatta, em Jacarta, Indonésia (6,2%) 6. Aeroporto Kingsford Smith, Sydney, Austrália (5,9%) 7. Aeroporto Internacional Guangzhou Baiyun, China (5,2%t) 8. Aeroporto Nacional Ronald Reagan, Washington DC, Estados Unidos (5%) 9. Aeroporto Internacional Chongqing Jiangbei, China (4,6%) 10. Aeroporto de Schiphol, Amsterdã, Países Baixos (3,9%)

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Fonte: IG Turismo

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Destino dos Famosos: cenário paradisíaco e boa gastronomia na Croácia

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O território já foi visitamos por algumas celebridades brasileiras ilustres
Reprodução/Redes Sociais – 12.08.2022

O território já foi visitamos por algumas celebridades brasileiras ilustres

A Croácia está entre os destinos mais exóticos e acessíveis da Europa. Possui verão ensolarado, muitas praias e festivais de música para quem gosta de marcar presença nestes eventos internacionalmente. A cada temporada, o destino conquista mais e mais turistas, pois apesar de ser um país pouco populoso – apenas 4 milhões de habitantes –, a Croácia oferece locais paradisíacos para visitar. 

O mês de julho é o mais indicado para visitar o território, pois é quando começa o verão europeu. Os dias são bem quentes, o que estimula os turistas a caminhar pelas praias do litoral croata e as chuvas são diminutas. Sem falar que no começo do mês as cidades ainda não estão muito lotadas, então é ideal para quem prefere passeios mais tranquilos. 

É nessa época que são realizados grandes eventos e festivais de música eletrônica, contando as baladas de praia. A Croácia também é um destino bastante procurado pelos alemães e austríacos, já que as férias escolares são em agosto e depois de julho os hotéis ficam lotados, então vale se planejar com antecedência para evitar esses picos.

Como chegar à Croácia?

Sobre custo benefício, é importante lembrar que a moeda na Croácia é o Kuna (HRK) – que na cotação atual se aproxima bastante da moeda brasileira, com 1 kuna valendo pouco mais de 1 real*. As passagens aéreas costumam valer a pena. O Brasil não oferece voo direto para o destino, por isso a forma mais econômica é ir para algum país mais próximo – como França ou Alemanha – e de lá ir para a Croácia. O voo de Paris para Zagreb, a capital croata, pode custar aproximadamente R$ 200.

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Culinária marcante

A comida croata é bem diversa, especialmente dependendo da região – o que se deve à herança deixada pelos povos que dominaram o território na antiguidade. É possível identificar elementos que vão desde a gastronomia romana aos costumes turcos. Por exemplo, na costa da Dalmácia o turista encontra pratos tipicamente gregos e italianos, já em Zagreb e regiões montanhosas o que prevalece é a comida húngara e austríaca. 

Os pratos mais tradicionais são a Peka (feito com carne, vegetais ou frutos do mar, com batatas, especiarias, óleo e sal), o Fuzi (massa servida com molho de creme de trufas ou molho vermelho suave com carne ou frango) e o ensopado, que em croata é chamado de Buzara (prato simples feito com mexilhões em caldo de vinho, alho e pão ralado).

O que visitar? 

A cidade de Dubrovnik é um dos mais belos pontos do país, tanto que é apelidada de “Pérola do Adriático”. Ela oferece praias com água cor de esmeralda e mar calmo para praticar atividades aquáticas como caiaque ou nado. A cidade conserva muralhas da época medieval que são muito visitadas. Essa arquitetura foi o cenário principal da série “Game Of Thrones”, incluindo a mansão Trsteno Arboretum, o Parque Gradac, Forte Lovrijenac, o Portão de Pile que faz parte da entrada para a Cidade Velha e a Torre Minceta.

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Como segunda maior cidade da Croácia há Split, o principal centro da região da Dalmácia. Ela é considerada um museu a céu aberto, totalmente cercada pelas montanhas na costa do Mar Adriático. De todos os atrativos disponíveis, o mais visitado é o palácio de Diocleciano, rodeado por muralhas e vielas com chão de pedra que levam a restaurantes, lojinhas e bares. 

Para quem prefere os cenários mais paradisíacos, a ilha Hvar fica em meio ao Mar Adriático e abriga várias praias e locais recheados de história – sem contar os restaurantes que oferecem o melhor da gastronomia croata. É a ilha mais ensolarada do país e nela o turista pode visitar as praias de Hula Hula, conhecida como praia das pedras e Pokonji Dol, famosa pela calmaria e tranquilidade.

Zagreb, a capital, é a única metrópole de todo território croata e curiosamente um dos pontos mais visitados, mesmo com a ausência de praias. Conhecida como “Nova Toscana”, a cidade tem águas belíssimas, os balneários de Rijeka e Pula e ruas bem arborizadas e limpas. Os atrativos históricos e culturais são bem fortes, com opções de museus, bibliotecas e teatros. 

*Valores apurados em 12 de agosto de 2022.

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Fonte: IG Turismo

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