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Queiroz soube de investigação da PF em fase sigilosa, diz jornal

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Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz
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Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

A defesa do ex-assessor  Fabrício Queiroz soube da existência de uma investigação sigilosa da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro sobre um relatório do Coaf, na qual ele era citado, em agosto de 2019, segundo divulgou nesta quinta-feira (21) o jornal Folha de S. Paulo. Queiroz foi assessor até outubro de 2018 do então deputado estadual, pelo PSL, Flávio Bolsonaro – atual senador pelo Republicanos.

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No relatório do Coaf, órgão de inteligência financeira do governo, os nomes de Flávio e de Queiroz são citados, apesar deles não serem alvos da investigação. Em agosto do ano passado, Queiroz teve acesso ao documento e nesse mesmo mês o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu s ubstituir o chefe da superintendência da PF no Rio . Foi em agosto de 2019 que começaram as tensões entre o presidente e os comandos da PF.

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O então advogado de Queiroz, Paulo Klein, pediu em 29 de agosto o acesso ao inquérito da PF, argumentando que o ex-assessor era citado nos autos da investigação. Isso mostra que a defesa dele sabia que era mencionado no inquérito, que estava sob sigilo e não tinha ele como alvo.

A juíza responsável, Adriana Cruz, negou o pedido afirmando que o ex-assessor não era alvo da investigação, mas deu acesso ao relatório do Coaf.

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Ela afirmou que Queiroz “não figura como investigado ou indiciado no presente procedimento, portanto é incabível a pretendida vista integral dos autos requerida. Mas para que não se alegue qualquer espécie de cerceamento, deverá a secretaria providenciar cópia do relatório de inteligência financeira [em que Queiroz está citado], ocultando as informações referentes a outras pessoas”.

 

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“Rajadão da Damares”: ministra canta paródia de Pabllo Vittar; assista

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Damares
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Com a técnica de “deepfake”, ministra aparece cantando paródia de música de Vittar

Um vídeo que utiliza a técnica de deepfake e mostra a ministra Damares Alves , responsável pela pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, cantando uma paródia da música “Rajadão”, de Pabllo Vittar, está divertindo as pessoas nas redes sociais.

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Nas imagens, produzidas pelo jornalista Bruno Sartori, que já divulgou outros vídeos musicais envolvendo integrantes do atual governo, Damares aparece falando sobre as quedas nos outros ministérios e alertando o presidente sobre um “eunuco infiel”.

Além da ministra, a música traz participações do próprio Bolsonaro , dos ex-ministros Sérgio Moro , Nelson Teich , Luiz Henrique Mandetta , com trechos de falas reais, junto com atuações de dança de Damares, da primeira-dama Michelle Bolsonaro e de Regina Duarte , ex-comandante da Secretaria de Cultura .

O que é o Deepfake?

Esta é uma tecnologia que usa inteligência artificial (IA) para criar vídeos falsos , mas bastante realistas, de pessoas fazendo coisas que elas nunca fizeram na vida real. Em sua maioria, colocam pessoas famosas em situações inusitadas, mas que podem ser usadas também para divulgar conteúdo pornográfico ou difamatório, como nas chamadas “fake news”.

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Os vídeos são criados da seguinte forma: o programado fornece milhares de fotos da pessoa que será utilizada e estas imagens são processadas por uma rede neural. A partir daí, o computador aprende como é a face deste indivíduo e suas características, e começa a “costurar” as imagens sobre o vídeo original, criando a ilusão de que o deepfake é verdadeiro.

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