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Qantas realizará voos de repatriação na Europa

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Guilherme Dotto

Qantas realizará voos de repatriação na Europa

A partir do mês de dezembro, a Qantas realizará operações de repatriação em parceria com o Departamento de Relações Exteriores e Viagens (DFAT), voos diretos operados pelo Boeing 787 que ligarão a Austrália e a Europa.

O objetivo dos voos é levar para casa aproximadamente 36 mil australianos que desejam sair da Europa. A companhia trasportará os passageiros até Darwin, onde passarão por quarentena obrigatória de duas semanas.

Mesmo com o departamento controlando as reservas, e dando prioridade aos 8.070 passageiros classificados como vulneráveis, é esperado que as passagens se esgotem rápido.

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“Gostaria de agradecer não apenas à tripulação que se ofereceu para operar esses serviços, mas também às muitas pessoas nos bastidores que garantem que esses voos aconteçam; particularmente para cidades onde normalmente não operamos.”

Disse Alan Joyce, CEO da Qantas

Confira abaixo o cronograma das operações, que podem sofrer alterações.

  • Frankfurt – Darwin / 13 de dezembro 2020
  • Chennai – Darwin / 15 de dezembro de 2020
  • Paris – Darwin / 17 de dezembro de 2020
  • Londres – Darwin / 30 de dezembro de 2020
  • Nova Delhi – Darwin / 1º de janeiro de 2021
  • Frankfurt – Darwin / 3 de janeiro de 2021
  • Londres – Darwin / 16 de janeiro de 2021
  • Nova Delhi – Darwin / 18 de janeiro de 2021
  • Nova Delhi – Darwin / 20 de fevereiro de 2021
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A Qantas também transportará pessoas que estão na Austrália e desejam voltar para a Europa. Se o cidadão for estrangeiro, não é necessario uma autorização para seu voo. Porém se o cidadão for residente permanente, sua saída está proibida.

Confira abaixo o cronograma dos voos partindo de Sydney.

  • Sydney – Frankfurt / 9 de dezembro de 2020
  • Sydney – Paris / 13 de dezembro de 2020
  • Sydney – Perth – Londres / 26 de dezembro de 2020
  • Sydney – Perth – Londres / 12 de janeiro de 2021

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TCU vê irregularidades no uso de dinheiro do SUS para distribuição de cloroquina

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Ministro tem cinco dias para prestar esclarecimentos ao TCU
Agência Brasil

Ministro tem cinco dias para prestar esclarecimentos ao TCU

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu “não haver amparo legal” para o uso de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) na distribuição de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento para Covid-19 . A informação foi revelada pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

O documento, elaborado pela Secretaria de Controle Externo da Saúde (SecexSaúde) , foi citado pelo ministro Benjamin Zymler em despacho da última sexta-feira. Segundo a auditoria, há algumas situações em que é possível usar um remédio contra uma doença para a qual ela não é indicado. Mas há algumas regras que precisam ser seguidas, como uma autorização expedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) . Durante a pandemia, a regra foi flexibilizada, bastando uma autorização emitida por uma das quatro agências equivalentes à Anvisa nos Estados Unidos, União Europeia, China e Japão.

De acordo com a SecexSaúde, isso não teria ocorrido no caso da cloroquina e da hidroxicloroquina, medicamentos indicados para outras doenças, como lúpus, artrite e malária, mas não para Covid-19.

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“Desta feita, como não houve manifestação da Anvisa acerca da possibilidade de se utilizar os medicamentos à base de cloroquina para tratamento da Covid-19 e tampouco dos órgãos internacionais antes mencionados, verifica-se não haver amparo legal para a utilização de recursos do SUS para o fornecimento desses medicamentos com essa finalidade”, diz trecho do despacho do ministro Zymler.

Ele destacou ainda que, mesmo no documento recomendando o uso dos remédios, “está expresso nas orientações do Ministério da Saúde que faltam evidências científicas da eficácia e segurança da terapêutica proposta.”

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Zymler ressaltou também posições contraditórias do ministério e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello , que recentemente vem dizendo que não indica qualquer remédio no enfrentamento à doença, mas apenas orienta as pessoas a procurar cedo os serviços de saúde caso tenham sintomas.

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“Consoante apontado pelos dirigentes da SecexSaúde, as manifestações do titular da Pasta são contraditadas pelos documentos emitidos pelo Ministério, os quais indicam os medicamentos a serem utilizados, com as respectivas posologias, para o tratamento da Covid19. Outro ponto de realce é que Ministério da Saúde disponibilizou aplicativo para profissionais de saúde que estimula a prescrição de medicamentos à base de cloroquina para o tratamento da Covid-19”, escreveu Zymler.

O ministro do TCU deu cinco dias para que o Ministério da Saúde informe qual a sua posição oficial e seus fundamentos. A pasta terá o mesmo prazo para dar explicações sobre o TratCov , o aplicativo que permitia a prescrição de cloroquina, mas, após repercussão negativa, ficou indisponível.

Procurado, o Ministério da Saúde ainda não se manifestou.

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