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Putin pede cooperação de Brics contra sanções ocidentais

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Vladmir Putin, presidente da Rússia.
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Vladmir Putin, presidente da Rússia.

Vladimir Putin, presidente da Rússia, pediu nesta quinta-feira (23) aos bloco Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) uma cooperação para enfrentar as recentes “ações egoístas” dos países ocidentais, se refirindo as sanções recentes de diversos países contra a guerra na Ucrânia.

Putin disse  em seu discurso que “apenas com base em uma cooperação honesta e vantajosa para todos poderemos encontrar uma saída para esta situação de crise que afeta a economia mundial devido às ações egoístas e imprudentes de alguns países”.

A fala aconteceu no início da reunião de cúpula virtual do grupo, mencionando as sanções que o país vem sofrido nos últimos meses e que podem efetivamente afetar a economia mundial. O líder russo também mencionou que os países ocidentais estão tentando “usar mecanismos financeiros para responsabilizar todos por seus próprios erros”.

“Para que os países dos Brics assumam um papel de liderança, hoje é mais necessário do que nunca elaborar uma política unificadora e positiva, a fim de criar um sistema [mundial] verdadeiramente multipolar” disse Putin. Segundo o próprio, os países que fazem parte do Brics podem contar com o apoio de “vários países da Ásia, África e América Latina que buscam promover uma política independente”.

Foi dito pelo predidente russo que já estão sendo negociada a entrada de empresas indianas no país e um aumento no número de produção de carros chineses. Já Bolsonaro, que também participou da conferência, não chegou a comentar o conflito entre os ucrânianos e os russosm. O presidente do Brasil mencionou a entrada do país no NBD (Novo Banco de Desenvolvimento), o banco do Brics. 

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Servidores protestam em frente à sede do Banco Central, em Brasília

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Servidores protestam em frente à sede do Banco Central, em Brasília
Redação 1Bilhão

Servidores protestam em frente à sede do Banco Central, em Brasília

Por reajuste salarial e reestruturação de carreira, servidores do Banco Central realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (4) em frente à sede da autarquia, em Brasília. Cerca de 300 pessoas estiveram presentes, de acordo com o Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central).

Atos também aconteceram em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

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O dia 4 de julho foi o escolhido por ser a  data limite para que o governo federal pudesse conceder reajuste salarial a servidores públicos em razão do prazo imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe a elevação de gasto com pessoal nos últimos 180 dias de mandato.

O presidente Jair Bolsonaro (PL), no entanto,  já havia descartado reajuste salarial para o funcionalismo público neste ano.

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No último encontro, os servidores do BC decidiram cruzar os braços até esta segunda. Tudo indica que amanhã (5), durante assembleia deliberativa, a categoria decida pelo fim da greve.

A partir do próximo semestre, deve-se começar uma nova fase de mobilização, segundo o presidente do Sinal, Fábio Faiad, que não quis dar detalhes sobre como ela deve acontecer.

“Já que a gente conseguiu que o presidente do Banco Central [Roberto Campos Neto] enviasse um projeto para o Ministério da Economia com a reestruturação da nossa carreira e com a criação da retribuição por produtividade, ou seja, um incremento financeiro, a gente agora quer que esses dois projetos vão para o Congresso Nacional e que o Orçamento de 2023 contemple verba para isso também”, afirmou.

Os servidores do Banco Central estão em greve de forma ininterrupta desde o dia 3 de maio, após paralisação de duas semanas da greve iniciada em 1º de abril.

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A paralisação atrapalhou a publicação de diversos indicadores econômicos, como o Boletim Focus, que traz as projeções do mercado financeiro para inflação, PIB (Produto Interno Bruto), entre outros.

Fonte: IG ECONOMIA

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