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PSB estuda lançar Lu Alckmin como deputada federal em São Paulo

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Lu Alckmin ao lado de seu marido Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo
Reprodução Instagram 13/05/2022

Lu Alckmin ao lado de seu marido Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo

O PSB deve lançar a ex-primeira-dama de São Paulo Lu Alckmin como candidata a deputada federal pelo estado. O partido avalia que a mulher do  ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) pode ser uma importante puxadora de votos nas eleições de outubro. Lu assinou a filiação ao PSB no início de abril, dias após Alckmin, com quem é casada há 43 anos, ingressar na legenda para ser vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência.

A ideia de lançá-la candidata a deputada federal partiu do ex-governador Márcio França (PSB), que é pré-candidato ao governo de São Paulo e amigo do casal. O nome da ex-primeira-dama paulista chegou a ser ventilado como possível vice na chapa de França ou mesmo uma opção para o Senado. Hoje, no entanto, as duas alternativas são consideradas pouco prováveis.

A candidatura, se confirmada, já tem até slogan: “Não separe um casal com 50 anos de história, envie-o para Brasília”. Segundo interlocutores da ex-primeira-dama, embora não haja uma definição, as conversas já estão “bem avançadas”.

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A campanha deve explorar a atuação da ex-primeira-dama nas gestões de Alckmin à frente do Palácio dos Bandeirantes, quando ela foi presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado. Uma de suas marcas foi a implantação de dez mil padarias artesanais em locais como escolas, penitenciárias e hospitais. Ela também deu continuidade a programas iniciados por Lila Covas, que foi casada com o ex-governador Mário Covas, como as casas de Solidariedade, Estação da Lapa e os Jogos Regionais do Idoso.

Lu também foi presença marcada na campanha de Alckmin à Presidência, em 2018, quando estreou em peças publicitárias que miravam o público feminino.

Além de Lu, o PSB aposta na deputada Tabata Amaral e no advogado criminalista Augusto de Arruda Botelho para aumentar sua bancada no Congresso, que encolheu na janela partidária, passando de 30 deputados para 22, redução de 26% de sua bancada.

Lu não é a única mulher casada com político que deve concorrer este ano. Rosângela Moro, esposa do ex-juiz Sergio Moro, filiou-se ao União Brasil no fim de março para tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Também disputará a advogada Paola Daniel (PTB-RJ), mulher do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ataques antidemocráticos e indultado pelo presidente.

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Datafolha: 55% acham que Bolsonaro pode tentar invalidar eleição

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Presidente comumente critica o uso de urnas eletrônicas
Reprodução/ TRE-RN

Presidente comumente critica o uso de urnas eletrônicas

A mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado (28), mostra que uma parcela de 55% da população entende que é preciso se preocupar com a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro (PL) tentar invalidar o resultado das eleições de outubro.

O instituto aponta ainda que uma fatia de 40% dos brasileiros não enxerga esse risco. Outros 5% não souberam responder. A pesquisa foi realiza na quarta-feira (25) e na quinta-feira (26) com 2.556 eleitores acima dos 16 anos em 181 cidades de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. O levantamento, contratado pelo jornal “Folha de S. Paulo”, foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05166/2022.

A pesquisa também mostra que entre os eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a preocupação com a possibilidade de tentativa de invalidação do resultado da eleição por parte de Bolsonaro é maior, chegando a 70%. Para 26% dos que têm preferência pelo petista, não há risco.

Já entre os que declaram voto no presidente, o percentual dos que enxergam risco de Bolsonaro tentar invalidar a eleição é de 26%, enquanto 68% descartam essa hipótese.

O Datafolha também mostra que as mulheres têm uma preocupação maior do que os homens com a questão. Entre as entrevistadas pelo instituto, 57% disseram ver a possibilidade de Bolsonaro contestar o resultado da eleição. Já entre os homens, o patamar foi de 52%.

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