Carros e Motos

Protótipo elétrico do Polestar 5 é mostrado com dois motores

Publicado em

source
Polestar 5 faz sua primeira aparição pública no tradicional Festival de Goodwood, no Reino Unido
Divulgação

Polestar 5 faz sua primeira aparição pública no tradicional Festival de Goodwood, no Reino Unido

O tradicional Festival da Velocidade de Goodwood, além de ser uma celebração aos carros e ao esporte a motor, também é uma oportunidade para diversas marcas mostrarem seus modelos ou conceitos de futuros veículos.

É exatamente isso o que a Polestar vai fazer. A marca sueca levou à Goodwood o 5, e dará aos potenciais consumidores a primeira chance de conhecer as dimensões externas do modelo, que deverá estrear oficialmente em 2024.

A Polestar divulgou que o modelo terá um novo motor traseiro , que irá trabalhar em conjunto com um dianteiro de “alto rendimento”. Montados em uma estrutura elétrica de 800 volts, que permite recargas e entrega de potência mais rápidas, a fabricante planeja que o modelo entregue 896 cv de potência e brutais 91 kgfm de torque.

Leia Também:  O Pacaembu dos carros

“O 5 está se tornando um magnífico GT de 4 portas e um verdadeiro Polestar. Essa plataforma combina atributos de um esportivo com nossa tecnologia moderna que permite produzir um veículo ultra leve, e com alta resistência a torção.” Declarou Pete Allen, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Polestar no Reino Unido.

“A nova motorização irá se tornar referência nos nossos veículos de alto desempenho. Traremos a combinação de motores de alto nível de engenharia com plataformas de baixo peso, para proporcionar ao condutor o melhor carro possível” , declarou Jorg Brandscheid, chefe do departamennto de tecnologia da Polestar.

A equipe britânica da Polestar é a responsável por desenvolver a estrutura de alumínio, que é o principal fator para o comportamento dinâmico e esportivo do 5, segundo a fabricante, enquanto o interior e motorização são definidos na sede da companhia, na Suécia.

Vale lembrar que o Polestar 5 será a versão de produção do conceito ‘Precept’ e a Polestar divulga em seu canal no Youtube todo o processo que o 5 está passando, da fase conceitual até o veículo de produção

Fonte: IG CARROS

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Carros e Motos

Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

Published

on

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

Leia Também:  O Pacaembu dos carros

O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

Leia Também:  Golf R 20 Years Edition torna-se hatch mais potente da história da VW

Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA