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Promotores de Justiça do Caso Arnaldo Tesch ratificam tese de acusação em entrevista à imprensa

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Remi Pereira dos Santos e a filha dele, a empresária Gilvana Pires Pereira Tesch, vão a júri popular na próxima quinta-feira (21/07). Eles são acusados de planejar o assassinato do esposo de Gilvana, Arnaldo Tesch, morto com uma facada no peito dentro da serraria dele, em Santa Maria de Jetibá, região serrana do Estado.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), o homicídio foi na noite do dia 10 de outubro de 2012, no bairro Córrego do Ouro. Três homens invadiram a serraria e renderam Arnaldo Tesch e o sogro.

O motivo do crime seria a vontade de Gilvana de se separar do empresário. Como não conseguiu a separação, Gilvana convenceu o empresário a fazer seguros de vida com valores altos no nome dela. Na sequência, teria contado com a ajuda do pai para matar o marido, ficando com o dinheiro do seguro.

Os promotores de Justiça do MPES que atuam no Júri de Vitória concederão entrevista coletiva para esclarecer e detalhar pontos da denúncia. Será amanhã (terça-feira – 19/07), às 10 horas, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça do MPES.

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SERVIÇO
ENTREVISTA COLETIVA – CASO TESCH
PROMOTORES DE JUSTIÇA DO JÚRI DE VITÓRIA
19/07/2022 – TERÇA-FEIRA – 10 HORAS
LOCAL – AUDITÓRIO DO MPES
RUA PROCURADOR ANTÔNIO BENEDICTO AMANCIO PEREIRA, 121 – BAIRRO SANTA HELENA – ED. PROMOTOR EDSON MACHADO – VITÓRIA – ES

Fonte: Ministério Público do ES

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MPES participa de webinar “Ciclo de Diálogos da Lei Maria da Penha” promovido pelos MPSP e MPGO

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A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) e presidente do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), Luciana Andrade, participou na sexta-feira (12/08) do webinar “Ciclo de Diálogos da Lei Maria da Penha”, promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional/Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo, em conjunto com a Escola Superior do Ministério Público do Estado de Goiás e o Núcleo de Gênero do Centro de Apoio Operacional Criminal do MPSP. O evento também tem o apoio da Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher (COPEVID) do GNPG e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na abertura da solenidade, Luciana Andrade ressaltou a importância da atuação ministerial na prevenção, no combate e no enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres. 

O evento celebra o Agosto Lilás e é fruto da Recomendação nº 89/22 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que tem como objetivo avaliar a aplicabilidade e a eficácia da Lei Maria da Penha no âmbito ministerial, os avanços legislativos e a observância de instrumentos a serem aprimorados e implementados para a colaboração do Ministério Público brasileiro na prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher.

Ao saudar os participantes, Luciana Andrade elogiou as colegas que têm se destacado no combate à violência de gênero contra as mulheres, citando a promotora de Justiça do MPES Andrea Teixeira de Souza, integrante da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais (CDDF) do CNMP; a promotora de Justiça do MPSP e membra auxiliar do CNMP Fabíola Sucasas Negrão Covas; a procuradora de Justiça do MPSP Tatiana Viggiani Bicudo; a membra auxiliar da Ouvidoria Nacional do Ministério Público Bianca Stella Azevedo Barroso; e a promotora de Justiça do MPGO e coordenadora da Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher (COPEVID) do GNPG, Rúbian Corrêa Coutinho. 

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A procuradora-geral de Justiça do MPES e presidente do GNDH, citando dados estatísticos apresentados em abril de 2022 pelo Instituto Politize, lembrou que em 2020 ocorreu um acréscimo de 36% dos casos de acionamento do Disque 180, chamamento da polícia por questões de violência contra as mulheres, e que no período de pandemia da Covid-19 muitas delas tiveram a renda salarial reduzida em mais de 60% ou perderam o emprego. “Uma em cada quatro mulheres brasileiras acima de 16 anos, aproximadamente 17 milhões delas, sofreram violência doméstica e acionaram a rede de proteção”, destacou. 

Responsabilidade de impulsionar
Luciana Andrade ressaltou a importância da atuação ministerial no enfrentamento dessa grave situação. “Por essa razão, tratar dos aspectos legislativos para impulsionar mais avanços ainda no Congresso Nacional, tratar de assuntos como violência política de gênero e violência psicológica e tratar do fortalecimento da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres, que é o que nós estamos fazendo hoje, com uma ação coordenada de Ministérios Públicos, é de suma importância. Os diálogos relacionados à Maria da Penha, à violência contra as mulheres é questão de ordem. E nós, como lideranças institucionais que somos, temos o dever e a responsabilidade de impulsionar assuntos, conversas e ações, sobretudo, em prol da sociedade brasileira”, afirmou.  

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A presidente do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) do CNPG também fez uma breve prestação de contas das ações desenvolvidas no avanço e profissionalização da sua gestão na busca de resultados. “A COPEVID, bem como as outras seis comissões permanentes do GNDH, trabalhou com afinco para produzir um plano de trabalho, um plano de atuação que leve a resultados sensíveis nos objetivos prioritários que o coletivo estabeleceu como questão de maior urgência”, finalizou. 

Participações
Também participaram da abertura do evento o procurador de Justiça do MPSP Vidal Serrano Nunes Júnior, representando o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo; o procurador-geral de Justiça de Goiás, Aylton Flávio Vechi; Otávio Luiz Rodrigues Júnior (conselheiro presidente da Comissão de Direitos Fundamentais do CNMP); Paulo Sérgio de Oliveira e Costa (procurador de Justiça, diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional/Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo – CEAF/ESMP); Adriano Godoy Firmino (promotor de Justiça, diretor da Esump-GO e vice-presidente do Cdemp); Daniel Carnio Costa (conselheiro presidente da UNCNMP); Bianca Stella Azevedo Barroso (membra auxiliar da Ouvidoria Nacional do Ministério Público); Tatiana Viggiani Bicudo (procuradora de Justiça do MPSP); Arthur Pinto de Lemos Júnior (promotor de Justiça, secretário especial de Políticas Criminais e Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais do MPSP – CAO-CRIMINAL/MPSP).

O evento teve sequência com palestras e debates. 

Veja a programação.

Veja vídeo com a gravação do evento.

Fonte: Ministério Público do ES

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