Política

Projeto cria comissão permanente sobre mulher

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Tramita na Assembleia Legislativa (Ales) o Projeto de Resolução (PR) 12/2020, de autoria do deputado Bruno Lamas (PSB), criando a Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Conforme a iniciativa, competirá ao novo colegiado, entre outras atribuições, acompanhar investigações de denúncias relativas à violação aos direitos da mulher no Espírito Santo.

Outra atribuição será a de fiscalizar e acompanhar os programas governamentais relativos à proteção dos direitos da mulher no aspecto da proteção à sua integridade física e psicológica.

Os deputados que integrarem o colegiado terão ainda a função de monitorar a aplicação das leis que reforçam no caso das mulheres vítimas de violência o direito à saúde materno-infantil no caso de parto e gravidez.

Aos parlamentares caberá também o papel de opinar e fiscalizar sobre temas relacionados à igualdade e discriminação racial contra as mulheres.

Alterações no RI

As atribuições da nova comissão foram agrupadas em vários incisos de um novo artigo que deverá ser criado no Regimento Interno (RI) da Ales – o de número 54-C – caso a matéria seja aprovada.

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Para criar o colegiado da mulher, Bruno Lamas propõe que seja instituído mais um inciso (XVII) no artigo 40 do RI da Ales – que trata das Comissões Permanentes – prevendo o funcionamento do novo órgão político. Atualmente, a Casa conta com 16 comissões permanentes. 

O deputado justificar a importância da proposta ao lembrar que o Espírito Santo lidera no país os casos de violência contra a mulher.

Ele diz que é preciso atitudes mais “enérgicas” do Poder Público para mudar esse quadro. No entendimento de Lamas, a criação de uma comissão sobre o tema na Ales significa um passo nessa direção.

O PR tramitará nas comissões permanentes de Justiça, Segurança e Finanças, além da Mesa Diretora, antes de ser votado pelos deputados em sessão plenária.

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Política

Covid: projeto quer acompanhante para autista

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Pessoas com deficiência e com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) internadas com Covid-19 poderão ter acompanhante durante o tratamento, conforme Projeto de Lei (PL) 441/2020, protocolado pelo deputado Torino Marques (PSL). A medida se estende para unidades de tratamento intensivo (UTI) de toda rede de saúde pública e privada do Estado.

Identificação por meio de crachá e cumprimento das regras de segurança e controle de infecção em vigor são condições essenciais para a permanência do acompanhante, observa o projeto. A matéria ainda estabelece que o acompanhante ou responsável assine termo de ciência sobre penalidades decorrentes de comportamento que impeça a realização de procedimentos necessários.

Para Torino, é necessário considerar que estes pacientes precisam de cuidados diários específicos e que tal medida auxilia na rotina hospitalar. “A presença de uma pessoa da família ou cuidadores de confiança pode fazer a diferença, ajudando na estabilidade geral do paciente, o que facilita no tratamento”, destaca o parlamentar.

Tramitação

A matéria será avaliada pelas Comissões de Justiça, Saúde e Finanças antes da votação em Plenário.
 

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